De acordo com informações, o jovem surfista Alex Lopes teria passado mal enquanto surfava, caído da prancha no mar, e mesmo passando mal, conseguiu nadar até a praia, onde foi socorrido e encaminhado para Fundação Hospitalar de Itacaré.Mas acabou falecendo antes mesmo de chegar ao local, as causas da morte não foram informadas.O corpo do jovem, está sendo velado na Câmara de vereadores de Itacaré.

Nas redes sociais vários de amigos de Alex, prestaram homenagem ao jovem e lamentaram a morte.

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Depois de vir para Itacaré em dezembro do ano passado, agora chegou a vez de Taboquinhas receber os benefícios do Odontomóvel, que consiste num consultório com 7 equipes odontológicas para atendimento itinerante em toda a Bahia com os mais variados atendimentos dentários. Os procedimentos vão desde simples limpeza a extração dentária e canais.

Em Taboquinhas está acontecendo 110 atendimentos por dia. Para ser atendido, basta apenas que levem RG e cartão do SUS. Quem não tem o cartão SUS basta se dirigir ao posto de saúde local que é emitido na hora. Crianças só a partir de 05 anos de idade.

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A previsão é que aconteça mais de 600 atendimentos até este Sábado (09). O odontomóvel é um benefício do Governo da Bahia que atende em todo o Estado, mas para que esse benefício seja concedido é necessário empenho das prefeituras para levar até sua localidade, além de ser importante que o município entre com uma contrapartida logística para que possam ir até o município.IMG_3409

A Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria de Saúde e a de Desenvolvimento Social buscou esse benefício para o distrito de Taboquinhas e aproveitou a oportunidade para oferecer outras ações de saúde como o Projeto Cuidando das Gestantes, com diversos atendimentos especiais para as gestantes no Posto de Saúde e o Faxinaço que é o projeto de conscientização e luta contra o mosquito aedes causador da dengue, zika e chicungunha em Taboquinhas e nas localidades vizinhas.IMG_3412

A secretaria de Desenvolvimento Social, informa que em breve o Odontomóvel atenderá novamente em Itacaré e comemora o sucesso desse atendimento em Taboquinhas. Ascom/Itacaré.


A situação é tão crítica no município vizinho que está chegando água salgada nas torneiras de quem mora em Itabuna.

Por esse motivo o Governo do Estado autorizou que a Secretaria da Defesa Civil realizasse a locação de caminhões pipas para abastecer o município retirando água das cidades de Ubaitaba e São José da Vitoria. Enquanto isso os moradores do bairro da Ruinha, em Ubaitaba, reclamam do movimento de caminhões pelas ruas à partir das 4h00 tirando o sossego de quem vive na localidade.

Diariamente saem de 40 a 45 caminhões para abastecer residência, hospitais e prédios públicos em Itabuna. Outro fato que chama atenção são as denúncias, ainda não confirmadas, de que alguns motoristas dos carros pipas estão pegando água em Ubaitaba para comercializar em Itabuna.

Tendo em vista todo esse cenário, moradores já cogitam fazer um protesto para impedir a retirada da água para encher os carros pipas.

Vale lembrar que recentemente uma comissão liderada pelo empresário Jailton Araújo ficou de consultar os técnicos da Embasa para saber se essa retirada diária não vai afetar o volume do Rio Oricó e prejudicar o fornecimento de água no município de Ubaitaba. *As informações são do blog Ubaitaba Urgente.


Além do QS10.000 em Trestles, Califórnia (EUA) – cancelado por falta de patrocínio -, saíram do calendário o QS10.000 em Saquarema (RJ) e o QS6.000 em Itacaré (BA).

Nos dois eventos brasileiros, a WSL alegou que os organizadores não pagaram a premiação dos atletas (US$ 250 mil em Saquarema e US$ 150 mil em Itacaré).

Responsável pela realização do tradicional Surf Eco Festival, a Dendê Produções enviou uma nota ao SurfBahia justificando o motivo. A empresa lamentou a situação e informou que deu entrada em uma ação judicial contra a Mahalo, patrocinadora master do evento.

“No acordo entre as partes, a marca esportiva seria responsável pelo valor a ser repassado aos atletas da competição. Por não ter ocorrido a integralidade do pagamento, foi gerada a referida ação judicial”, cita a nota.

Ainda de acordo com a Dendê, a empresa também sofre com a falta de repasse da prefeitura de Itacaré. “Nos dois últimos anos, não foi pago nenhum valor acordado para que o evento acontecesse na cidade, por isso, também estão sendo providenciadas medidas legais”, alega a empresa.

A Mahalo também enviou uma nota ao SurfBahia no início desta semana. De acordo com a empresa, o acordo com a Dendê foi cumprido. “Estamos convictos de que o acertado fora efetivamente cumprido, cabendo a cada parte a responsabilidade com as vossas obrigações, perante ao evento e aos premiados”, garante.

Na nota, a patrocinadora fez questão de destacar o histórico da empresa. “Nossa forma de proceder é adversa. É positiva, é correta. Patrocinamos atletas, eventos, campanhas de incentivo ao esporte, de formatos mais diversos, em busca de fortalecer, ainda mais, os valores da nossa marca. Tal afirmação está sendo tratada em juízo, somente nele deve ser deliberada e desqualificada.”

Confira abaixo a íntegra das notas de esclarecimento enviadas pela Dendê Produções e pela Mahalo. A redação do SurfBahia tentou entrar em contato com a Prefeitura Municipal de Itacaré, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.

Veja a nota de esclarecimento da Dendê Produções

“A Dendê Produções, empresa responsável pelo Mahalo Surf Eco Festival, lamenta a não quitação da premiação dos atletas na edição de 2015. Para resolver este problema, foi dada entrada em uma ação judicial contra a Mahalo, patrocinadora master do evento, distribuída para a 12a Vara Cível e Comercial de Salvador, gerando o processo número 0509171-47.2016.8.05.0001, com audiência marcada para o dia 16 de maio 2016.

No acordo entre as partes, a marca esportiva seria responsável pelo valor a ser repassado aos atletas da competição. Por não ter ocorrido a integralidade do pagamento, foi gerada a referida ação judicial.

A empresa também sofre com a falta de repasse da prefeitura de Itacaré. Nos dois últimos anos, não foi pago nenhum valor acordado para que o evento acontecesse na cidade, por isso, também estão sendo providenciadas medidas legais.

Nesses oito anos de circuito mundial surf, o Surf Eco é a etapa mais antiga do calendário junto à WSL, e a Dendê Produções sempre manteve sua integridade no trabalho realizado junto ao surf brasileiro e seus atletas. Os compromissos das etapas anteriores foram honrados integralmente, com os pagamentos dos atletas no palanque. A empresa está focada em resolver essa pendência, até o final do mês de maio e poder, com isso, confirmar a etapa de 2016, que deverá acontecer em Ilhéus no segundo semestre.”

Veja a nota de esclarecimento da Mahalo

“A Mahalo, tomando conhecimento das recentes afirmações postadas nas mídias digitais, mais especificamente, de suposto descumprimento contratual em patrocínio de eventos esportivos, aproveita o ensejo para ressaltar que não é da cultura desta empresa agir de tal maneira, de modo a causar prejuízos a eventos e aos participantes que seriam premiados. Até porque, tal ato culmina em malefícios à toda sociedade.

Nossa forma de proceder é adversa. É positiva, é correta. Patrocinamos atletas, eventos, campanhas de incentivo ao esporte, de formatos mais diversos, em busca de fortalecer, ainda mais, os valores da nossa marca. Tal afirmação está sendo tratada em juízo, somente nele deve ser deliberada e desqualificada.

Estamos convictos de que o acertado fora efetivamente cumprido, cabendo a cada parte a responsabilidade com as vossas obrigações, perante ao evento e aos premiados.

O nosso sentimento em decorrência do fatídico evento postado é o pior possível, e, em nome da comunidade do surfe, estamos à disposição para colaborar com a melhor resolução de tal impasse, de modo que todas as partes lesadas sejam devidamente justiçadas.”

Fonte: Surf Bahia.


A proibição, prevista na Lei 9.504 de 1997, que regula as eleições no país, começa a vigorar seis meses antes do pleito e vale até a posse dos eleitos.

O advogado João Fernando Lopes de Carvalho, especialista em direito eleitoral, diz que a intenção é que o reajuste não seja usado como instrumento nas eleições.
“A ideia é impedir promessas ou algum incentivo a favor de candidatos que estejam disputando a reeleição ou tenham apoio do outro [que está exercendo o mandato]”, afirma Carvalho.
Segundo ele, a medida este ano só atinge os servidores municipais. “A lei prevê que a proibição é na circunscrição do pleito”. Em julho, quando faltarão três meses para a eleição, as regras ficarão mais restritas: não será permitido nomear, contratar, demitir, exonerar ou transferir servidor público, exceto em alguns casos.

O advogado diz que as exceções abrangem casos emergenciais, ou concurso público feito anteriormente. “Poderão ser contratados servidores para serviços urgentes, inadiáveis, devidamente justificados. Ou então, aqueles já aprovados em concurso público antes da eleição”.
Nesses casos, de acordo com o calendário eleitoral de 2016 divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado do concurso deve ter sido homologado até 2 de julho.
Também é permitido, nesses três meses, nomear ou exonerar ocupantes de cargos em comissão, bem como transferir ou remover militares, policiais civis e agentes penitenciários. (Agência Brasil)


O Programa Universidade para Todos (Prouni) acumula, em seus 11 anos de atividade, mais de 805 mil bolsas que não foram preenchidas. Ao todo, a ociosidade no Prouni foi de 31,5% entre 2005 e 2015. Os dados referentes à edição deste primeiro semestre não foram consolidados: o Ministério da Educação (MEC) recebe até esta quinta-feira (31) inscrições para vagas remanescentes.

O Prouni oferece bolsas parciais ou integrais em universidades particulares para estudantes de baixa renda. Elas são bancadas pelo governo por meio de renúncia fiscal de tributos (IRPJ, CSLL, PIS e Cofins) que seriam ser pagos pelas universidades participantes do programa.
Desde o lançamento, 1.749.899 estudantes foram beneficiados e 2.555.264 vagas foram oferecidas. O percentual de ociosidade anual oscilou entre 14,8%, em 2005, até o número mais alto em 2008, quando 44,6% das bolsas não foram preenchidas, ano em que o programa começou a ser alvo de auditorias (leia mais abaixo).
Nos últimos três anos a ociosidade vem diminuindo após alcançar 37,89% em 2012. A sequência de queda começa em 2013, quando o percentual foi de 29,7% em 2013, seguido de 27,10% em 2014 e 23,24% em 2015.
Os dados que detalham o total de bolsas efetivadas a cada ano no Prouni foram obtidos pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
Em nota ao G1, o MEC ressaltou a importância do programa e associou a ociosidade ao fato de as universidades nem sempre conseguirem montar turmas nos cursos oferecidos.
“A concessão do benefício ao estudante (ocupação efetiva da bolsa) está condicionada à formação de turma, que ocorre somente se houver o número mínimo necessário de alunos matriculados para iniciar a turma”, informou o MEC.
Para o diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, o número chama atenção porque mais de 6 milhões de pessoas fizeram o último Enem, o que mostra uma demanda real pelo ensino superior.

“Tem de haver uma negociação para que haja vagas para cursos que tenham demanda e sejam valorizados no mundo do trabalho. Se essas vagas fossem para cursos de medicina, seriam totalmente ocupadas”, diz Neves.
Neves afirma que o Prouni é uma importante estratégia de acesso ao ensino superior, mas deveria funcionar como indutor de novas tendências para o mundo do trabalho. “É preciso fazer um planejamento de oferta de vagas na direção de onde o país está precisando crescer. Ser um indutor de novos profissionais em áreas importantes para responder o crescimento do mercado de trabalho.”
Para concorrer às bolsas integrais do Prouni, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.
É necessário ter participado do Enem 2015 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do exame. Não é permitido se inscrever caso a nota da redação tenha sido zero.

Investimento no Prouni
Neste ano o Prouni terá o maior custo para os cofres públicos desde a criação do programa, segundo projeção da Receita Federal. De acordo com a Receita, a previsão é de que neste ano o governo deixe de arrecadar R$ 1,27 bilhão em impostos para custear vagas em instituições privadas.
Ao todo, considerando as projeções para este ano, o governo federal deve fechar o 12º ano do programa desembolsando pouco mais de R$ 8 bilhões para pagamento das bolsas.
Correções de rumo
O Prouni sofreu modificações desde seu lançamento e foi alvo de auditorias e críticas da Controladoria Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU).
Em 2009, a divulgação da primeira auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no programa revelou que mais de 30 mil bolsas, parciais ou integrais, podem ter sido concedidas a estudantes com renda muito superior à máxima exigida e a outras pessoas que já haviam concluído outro curso superior; além de recomendar ao MEC que criasse formas de efetivamente preencher todas as bolsas ofertadas.

Além disso, o TCU recomendou que o MEC alterasse o critério de isenção fiscal para que ele considerasse a avaliação da instituição de ensino e o total de bolsas efetivamente ocupadas.
Em 2015, a CGU apontou que ao menos 47 alunos tiveram bolsas de estudo pagas pelo governo federal após sua morte. A auditoria, cujo relatório foi publicado em março de 2015, considerou dados do período entre 2006 e 2012.
Após as auditorias e recomendações, o MEC divulgou nas ocasiões que reforçou seus expedientes de controle de gestão. Nas últimas edições do programa, o ministério ressaltou que adota critérios de qualidade dos cursos para aceitar a oferta da bolsa.
Desde junho de 2011 determinou que só seria concedida a isenção fiscal para a instituição de acordo com o número de bolsas efetivamente ocupadas. Em uma projeção da época, a ecomia anual com a mudança na regra de pagamento geraria, em 2013, uma economia de aproximadamente R$ 300 milhões.

“O Ministério da Educação tem efetuado diversos aprimoramentos na configuração dos processos seletivos do Prouni (como por exemplo, no número de chamadas, lista de espera, ocupação das bolsas remanescentes), que resultaram no aumento do percentual de bolsas ocupadas. Como é de se esperar, observa-se que as bolsas integrais têm uma taxa de ocupação superior às bolsas parciais”, afirma o MEC em nota. Fonte: G1