Um comportamento inusitado de um homem que aparenta sofrer de transtornos mentais tem chamado à atenção de todos nas redes sociais. O vídeo publicado há dois dias no canal do site “A Notícias Mais” do Youtube, tem quase 150 mil visualizações. O homem aparece mantendo relações sexuais com um carro em Jaru, município de Rondônia. De acordo com matéria publicada pelo blog Focoelho, populares informaram que não é a primeira vez que ele é visto fazendo sexo com o escapamento de um veículo. Dessa vez o homem foi flagrado em uma concessionária da cidade. A publicação ainda explica que ele já ficou conhecido no município como “Tarado do carro”, teria preferência por carros populares, principalmente: Celta e Uno. Ele também se importaria se o escapamento está quente ou frio, é só o motorista se afastar do veículo e ele já se abaixa atrás do carro e pratica o bizarro ato sexual. Não há informações sobre houve alguma assistência ao homem. (Bocão News)


A Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados no final da manhã desta terça-feira (12) para conter uma mulher que ameaçava moradores do bairro Aparecida, Ipiaú, com um facão. De acordo com o Giro em Ipiaú, Rita de Cássia é a mesma mulher que, em 2006, tentou esfaquear o prefeito de Salvador, ACM Neto. Agora, em novo surto, ela já teria tentado agredir três pessoas na semana passada, e, nesta terça, voltou a agir. Ao perceber a chagada da PM e o Samu a mulher conseguiu fugir. “Aqui todo mundo tá com medo, pois a gente sabe que ela tem problemas mentais e já tentou matar até a irmã”, revelou uma senhora.


O Brasil registrou entre janeiro e abril de 2015 quase 2 mil casos confirmados de infecção pelo vírus chikungunya, que circula no país desde setembro de 2014 e é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo vetor da dengue, doença que já registrou 745,9 mil ocorrências apenas neste ano. A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém causa mais dor e tem menor índice de mortalidade. Levantamento feito pelo G1 em todas as Secretarias Estaduais de Saúde aponta que de 1º de janeiro a 30 de abril foram confirmados 1.978 casos de chikungunya em 12 estados mais o Distrito Federal. Destes, 1.949 ocorreram na Bahia e no Amapá, o que corresponde a 98,5%. O total nacional deste ano pode ser ainda maior pois há muitos exames clínicos que não foram concluídos. No período citado, foram notificadas 9.691 suspeitas da doença. Do total já confirmado, 1.935 são autóctones, ou seja, a transmissão aconteceu dentro do estado ou município. Outros 40 casos são considerados importados (doença foi adquirida fora do estado ou município). Apenas três ocorrências, todas do Amapá, não tiveram sua origem definida. Se somados os dados de 2015 com os números de setembro a dezembro de 2014, o total de infectados salta para 4.987. Desse montante, 4.765 são autóctones. Dados do Ministério da Saúde apontam um número menor de doentes. Segundo o último balanço da pasta, que contabilizou casos de janeiro até 18 de abril, foram 1.688 confirmações autóctones. Desde setembro, foram 4.461 ocorrências.


Muita gente não sabe, mas uma possível articulação vem sendo negociada às escuras, envolvendo o cantor Robsão e a banda Black Style. Uma fonte ligada ao cantor e à banda confidenciou de forma exclusiva ao Universo Axé que o pagodeiro estaria voltando ao seu antigo grupo, que o tornou famoso e rico. Segundo nos foi passado, o “cafetão”, como gosta de ser chamado, está negociando a sua volta para a Black Style e pelo andar da carruagem tudo está seguindo bem. Robsão teria chamado seu antigo empresário, Roque Bispo, para retomar e administrar a sua carreira e esse ficaria com 25% do projeto, os outros 75% ficariam com o próprio cantor.

Procurado pelo Universo Axé, Robsão esclareceu o assunto e afirmou que tem grande interesse sim em comprar de volta a marca “Black Style”, mas que em nenhum momento pensou em chamar o antigo empresário para o negócio, pelo contrário, quer distância dele. Segundo o pagodeiro, seus planos seria a partir de 2016 fazer uma turnê por todo o país com a marca Black Style, numa espécie de turnê comemorativa pelos 10 anos de sucesso da banda, dos quais ele ficou 8. Essa turnê duraria apenas 1 ano, da mesma forma como Alexandre Pires vem fazendo com o grupo Só Pra Contrariar, depois disso, a banda seguiria o seu caminho e ele retomaria seu projeto Bailão do Robsão. O pagodeiro afirmou que as negociações não tiveram avanço porque os atuais detentores da marca, Boca (dono da casa de shows The Best Beach) e Daniel Gustavo, pediram um valor muito alto, o que acabou inviabilizando um possível acordo.

Daniel Gustavo, empresário da Black Style, afirmou ao Universo Axé, que desconhece toda essa história:

“Pra gente não chegou nada disso, estou sabendo agora por vocês. Isso não existe. A Black está muito bem obrigado, não temos interesse nenhum em passar a marca”, desabafou.

Para quem não sabe, a Black Style foi uma das bandas de maior sucesso da história do pagode baiano. Sem sombras de dúvidas foi o grupo que mais rodou por todo o país na época em que Robsão estava à frente dos vocais, chegando a fazer uma média de 25 shows ao mês. Hoje a banda está sob o comando de Rick Ralley.

Vamos aguardar as cenas do próximos capítulos…

Fonte: Universo Axé


 

 

 

 

 

 

O surfe brasileiro vive uma das piores crises de sua história, mascarada pelo título de Gabriel Medina na última edição do Circuito Mundial (WCT). Nacionalmente, o esporte ainda tem gestão amadora e não consegue atrair patrocinadores, dificultando o desenvolvimento de novos talentos no deserto que a modalidade se tornou dentro do Brasil.
O WCT chega ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira com Adriano de Souza, o Mineirinho, na liderança do ranking após três etapas, e Filipe Toledo na terceira posição. Mas na base o País caminha no sentido contrário. As competições rareiam, o número de atletas diminui a cada evento e a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) vive clima de guerra política.
Como resultado, o Brasil já perdeu o antigo protagonismo nas competições da Associação Internacional de Surfe (ISA), entidade responsável pela organização das categorias de base do esporte, e o surgimento de uma nova Brazilian Storm é uma ilusão.
“Infelizmente o surfe amador está em mãos erradas. Pessoas querendo enriquecer às custas do nosso esporte, que ainda caminha de joelhos no País”, diagnostica Ricardo Toledo, bicampeão brasileiro da modalidade e pai de Filipinho Toledo, atleta de 19 anos vencedor da etapa de Gold Coast do WCT, a primeira da temporada. “E o pior, como serão as próximas gerações se não temos trabalho de base?”, questiona.
A Gazeta Esportiva mostrará os problemas do esporte que ganhou a atenção repentina do público no País em uma série especial de reportagens nesta semana. A guerra política do surfe nacional, o esvaziamento do Circuito Brasileiro e a dívida da CBS com a Associação Pan-Americana de Surfe (Pasa) serão expostos em capítulos diários.

O WCT, organizado pela Liga Mundial de Surfe (WSL), é a faceta profissional da modalidade com 11 eventos anuais em praias de todo o mundo apenas para os competidores de elite. Antes de estarem aptos a atuar neste nível, os atletas passam a infância e a adolescência disputando competições amadoras locais, nacionais e internacionais.
Ao menos deveriam. Medina, Mineirinho, Filipinho, Miguel Pupo e Alejo Muniz seguiram esse caminho, cada vez mais difícil para as novas gerações. O Circuito Brasileiro, promovido pela CBS e com etapas concentradas no Nordeste, já não consegue atrair os principais atletas do País.
Descontentes com a administração de Adalvo Argolo na entidade nacional, Estados como São Paulo e Santa Catarina pararam de enviar representantes aos torneios da CBS. Assim, a cadeia natural de evolução dos surfistas é interrompida, e muitos acabam desistindo da carreira, o que deve impactar o número de competidores de elite no futuro.
“Nossos atletas, que hoje estão entre as maiores estrelas do tour profissional, ganharam o mundo. A sorte é que tiveram patrocinadores, mas eles são um foguete sem rastro. Precisamos criar mecanismos para incentivar e colocar todos os nossos novos talentos na cola deles”, explica o diretor da divisão sul-americana da Liga Mundial de Surfe, Roberto Perdigão.
Mas a CBS não é capaz de criar esse rastro. Sem fundos e patrocinadores, a entidade mal consegue planejar um calendário nacional. Quando envia delegação a competições internacionais, não custeia a viagem dos atletas, obrigados a gastar o próprio dinheiro ou apelar aos parceiros pessoais para competir.

“A entidade não tem nada, não tem estrutura, sede. A gente procura manter os documentos em ordem para ficar com tudo em dia. A realidade é essa”, diz Adalvo Argolo, presidente da CBS . “No surfe ainda estamos muito amadores. Todos nós. E assumimos isso. Não sei se as outras entidades estão assumindo assim, mas precisamos melhorar em um contexto geral”.
Na temporada passada, o Circuito Brasileiro contou com quatro etapas, três no Nordeste, base política do presidente da CBS, e uma no Norte. O campeonato foi aberto em Fortaleza, em janeiro, prosseguiu em Salinópolis (PA), em março, Salvador, em maio, e Cabo de Santo Agostinho (PE), em julho. Os últimos cinco meses do ano não tiveram eventos.

Presidente da CBS, Adalvo Argolo atribui a falta de ação à escassez de verba e patrocínios
Presidente da CBS, Adalvo Argolo atribui a falta de ação à escassez de verba e patrocínios

Assim como no ano passado, em 2015 o Circuito Brasileiro ficará restrito a estas duas regiões. Ele começou em Salvador e teve a segunda etapa em Salinópolis. A terceira, ainda não divulgada pela CBS, deve ocorrer no primeiro fim de semana de junho em Pernambuco. A última, em agosto e possivelmente de novo na Bahia.
“O Circuito Brasileiro acabou, morreu. Só se esqueceram de enterrar. É coisa de má organização e São Paulo está fora, tirou o time de campo”, afirma Silvio da Silva, o Silvério, presidente da Federação Paulista de Surfe (FPS), que há três temporadas já não manda atletas para os eventos nacionais.
A situação do surfe amador no País prejudica os resultados internacionais, já que os atletas enviados às competições da ISA são selecionados pelo Circuito Brasileiro. Sem os melhores surfistas disputando os eventos internos, o País tem times mais fracos no exterior. A CBS tenta compensar o desnível com convites a competidores que não se classificaram pela temporada nacional, mas não é fácil encontrar algum que aceite custear a viagem.
No Campeonato Mundial júnior de 2014, no Equador, o Brasil ficou na quinta colocação geral, apesar de ter sido campeão e vice do sub-18 masculino com Luan Wood e Elivelton Santos, respectivamente. O País foi ao evento com dois atletas a menos do que as principais delegações.
Isso quando há equipe. Na última edição dos Jogos Mundiais da ISA no Peru, evento que marcou a comemoração dos 50 anos da entidade, a CBS não enviou representante. Segundo Adalvo Argolo, porque no mesmo período havia competições do WQS em Santa Catarina e na Bahia.

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Ricardo Toledo, pai de Filipinho, questiona futuro do Brasil na modalidade sem trabalho de base

São Paulo parou de mandar equipe ao Circuito Brasileiro amador por descontentamento com a gestão do mandatário nacional. Santa Catarina seguiu o mesmo caminho como protesto ao trabalho de Adalvo Argolo. Eleito em 2010 para um mandato de quatro anos, ele foi postulante único ao cargo em dezembro de 2013 e acabou reeleito com 12 votos, oito deles por procuração.
Apesar de reclamar da falta de prestação de contas de verbas captadas com o Ministério do Esporte e da má organização dos eventos, a oposição não montou chapa, nem compareceu à eleição, alegando já prever a maioria de votos por procuração.
“Não fui, nem fiz questão, cara. Por isso digo que tenho um pouco de culpa por ficar ausente do pleito. Mas também já sabia o que aconteceria. Um cara vai representando oito federações e ele (Adalvo Argolo) ainda tem o voto da Bahia, do Ceará e por aí vai. Fica difícil qualquer pessoa concorrer”, diz Fred Leite, mandatário da Federação Catarinense de Surfe (Fecasurf).
O dirigente da entidade sulista integrava a chapa de Adalvo em 2010 como vice-presidente, mas a deixou poucos meses depois de eleito. Segundo ele, o presidente “surtou” ao ouvi-lo levar reclamações de atletas, que estariam sem frutas para comer e água gelada para beber durante um evento disputado em calor intenso.
Institucionalmente, o País também desliza. Uma dívida de US$ 6 mil da CBS com a Associação Pan-Americana de Surfe (Pasa) impede a participação de brasileiros nas competições continentais e o voto nas assembleias da entidade. No último Pan com atletas nacionais, na cidade de Ilhéus (BA) em 2009, o título da categoria júnior foi conquistado por um surfista paulista de 15 anos de idade, Gabriel Medina.
“Há algum tempo o Brasil se desconectou dos ciclos internacionais, dos Mundiais da ISA. Os jovens surfistas brasileiros têm que sair para disputar esse tipo de evento. É um país com muito talento, há vários jovens que precisam de uma plataforma para ter exposição midiática e conseguir patrocinadores para seguir suas carreiras profissionais”, analisa o peruano Karin.

Mineirinho é carregado por Miguel Pupo: brasileiros transferiram para o WCT espírito de equipe
Mineirinho é carregado por Miguel Pupo: brasileiros transferiram para o WCT espírito de equipe

A dívida foi originada justamente na competição vencida pelo então jovem Medina em Ilhéus. O Brasil ganhou em 2007 o direito de receber a edição seguinte do evento, programada para 2009. A CBS, então presidida pelo paranaense Juca de Barros, cedeu a organização e promoção do campeonato à Federação Baiana de Surfe (FBS), cujo mandatário era Adalvo Argolo, à época vice da CBS.
O dirigente deveria arcar com os custos dos exames antidoping dos atletas e das passagens aéreas da presidente e do secretário da Pasa, mas segundo a entidade continental não o fez. Dois meses depois, assumiu a presidência da CBS sem reconhecer a dívida, deixando mais árido o terreno dos surfistas amadores brasileiros.
Outro oásis que não existe mais é o dos Jogos Sul-Americanos de Praia, que tiveram sua primeira edição em 2009. Naquele ano, Gabriel Medina, Alejo Muniz, Jadson André, Miguel Pupo (todos disputaram a temporada passada do WCT), Gabriela Leite e Camila Cássia se tornaram os primeiros surfistas a integrar uma delegação do Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Nos últimos Jogos de Praia, na cidade venezuelana de Vargas, em 2014, o surfe não teve representantes na equipe nacional, o que alguns dirigentes da modalidade enxergam como sintoma do enfraquecimento do esporte.
Segundo o COB, “dentro do planejamento estratégico que define as prioridades de investimento para este que é o ciclo olímpico mais importante da história do Brasil, decidiu-se na época não levar para os Jogos Sul-Americanos de Praia de Vargas as modalidades que não faziam parte dos programas olímpico e pan-americano”. Fora do estrelato do WCT, a tempestade do surfe nacional ainda é de areia.

Texto: André Sender e Bruno Ceccon/ Fonte: Gazeta Esportiva.
São Paulo (SP)


A comediante transexual Laila Dominique, de 39 anos, morreu, no sábado (09.05), em Diamantina, Minas Gerais. Ela ficou famosa com o bordão “cada faxina é um flash”, que lhe rendeu participações no “Programa Eliana”, do SBT. “É com muita tristeza que a assessoria informa o falecimento da humorista Laila Dominique. Laila faleceu na Santa Casa de Diamantina. Laila foi uma grande personalidade, sempre de bom humor e com grande carisma, se tornou a faxineira mais amada do Brasil. Fez com que nossos domingos tivessem mais brilho e alegria. Solidarizamos aos familiares e amigos de Laila, na certeza de que o seu trabalho pela valorização do humor carismático brasileiro ficará eternizado na história”, diz a nota, publicada nesta segunda-feira (11.05), na página oficial da comediante no Facebook. A família prefere não comentar o motivo da morte, mas uma publicação local menciona toxoplasmose como razão. (iG)


Em mais uma operação bem sucedida policiais da Cipe Cacaueira,  realizaram neste domingo (10), uma abordagem a um ônibus na rodovia que liga Ilhéus a Itacaré. E meio a abordagem com auxílio de cães farejadores, foi apreendido em posse de Fábio Correia Souza quantidade de 115 gramas de maconha. A droga encontrada foi apreendida e o acusado conduzido à delegacia de Ilhéus. (Verdinho)