Estudante de Itacaré participam do projeto Cine Debate nas escolas.

O projeto Cine Debate, promovido pela Secretaria de Juventude, Esporte e Cultura da Prefeitura de Itacaré, em parceria com a Secretaria de Educação, continua com a exibição de filmes nas escolas das redes municipal e estadual. E no último sábado foi a vez da exibição do filme “Xingu” para os alunos do ensino médio do Colégio Estadual Aurelino Leal.

Como parte desse trabalho, desde o início do ano letivo diversos filmes estão sendo apresentados para os alunos de diversas escolas de Itacaré, da sede e da zona rural, O projeto consiste na exibição de filmes educativos e rodada de debates e discussões sobre importantes temas do dia a dia dos alunos, despertando a consciência crítica e a reflexão sobre os problemas da sua realidade.

E logo após a exibição é feito um debate e distribuído um roteiro de análise do conteúdo, identificada a síntese, a ideia e a mensagem do filme e discutido sobre as cenas mais fortes da obra. De acordo com os organizadores do projeto, a proposta é trabalhar sempre a identidade dos estudantes, debatendo temas ligados à realidade dos alunos. Já foram exibidos filmes sobre o racismo e a desigualdade social e serão trabalhados ainda temas como Doenças Sexualmente Transmissíveis, AIDS e Gravidez na Adolescência.

SINOPSE – O filme “Xingú”, dirigido por Cao Hamburger, tem como objetivo demonstrar o processo de criação do Parque Nacional do Xingú, dando ênfase na história dos irmãos Villas-Boas e no processo de aproximação aos índios, além dos entraves políticos e sociais. Durante o Estado Novo, Getúlio Vargas visando propiciar a integração nacional, deu início a chamada Marcha para Oeste. De acordo com o filme, tal Marcha tinha como objetivo penetrar o Brasil central, até então desconhecido, com a finalidade de abrir campos de pousos, fazer reconhecimento do ambiente e tomar posse da região. Durante a Marcha, os seus integrantes, vulgo “peões”, encontraram várias tribos indígenas no território que, para o governo, deveria estar desocupado, iniciando aí uma relação conflituosa que se estende até os tempos atuais. (Secom/Itacaré)


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