A Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados no final da manhã desta terça-feira (12) para conter uma mulher que ameaçava moradores do bairro Aparecida, Ipiaú, com um facão. De acordo com o Giro em Ipiaú, Rita de Cássia é a mesma mulher que, em 2006, tentou esfaquear o prefeito de Salvador, ACM Neto. Agora, em novo surto, ela já teria tentado agredir três pessoas na semana passada, e, nesta terça, voltou a agir. Ao perceber a chagada da PM e o Samu a mulher conseguiu fugir. “Aqui todo mundo tá com medo, pois a gente sabe que ela tem problemas mentais e já tentou matar até a irmã”, revelou uma senhora.


Ontem (05), por volta do meio dia, dois elementos armados renderam uma família que acabava de entrar de carro em Itacaré. Os bandidos levaram as vítimas há um local abandonado na altura do km 05, posteriormente empreenderam fuga, com o veículo e pertences das vítimas. As vítimas conseguiram se desamarrar e ligar para polícia.

E rapidamente, a Polícia Civil de Itacaré, comandada pelo delegado Emanuel Ribeiro Matos, juntamente com a Polícia Militar de Itacaré, descobriram o paradeiro do veículo roubado, e se deslocaram para a cidade de Camamu, onde se juntaram a Policia Civil, comandada pela delegada Camila França de Souza, e Militar de Camamu e em uma rápida operação conseguiram prender em flagrante os dois elementos que participaram do roubo. Gil Iuri Alves Nunes Maia, Diego Bispo dos Santos. Além de Jailton Santos da Silva, indivíduo que auxiliou os assaltantes na cidade de Camamu.

O veículo Fiat/Gran Siena era locado e foi recuperado, o revolver utilizado no crime também foi apreendido, bem como os pertences das vítimas. Todo o material e os envolvidos foram encaminhados para a DT de Itacaré, onde foi lavrado o flagrante.


Um homem armado invadiu um velório e atirou contra o caixão em que um jovem estava sendo velado na madrugada desta terça-feira (5), no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, no Estado da Paraíba. De acordo com a Polícia Militar, o jovem havia sido baleado no domingo (3), mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital, na segunda-feira (4).

A invasão do velório aconteceu por volta das 4h. Segundo a PM, o pai, a mãe e a irmã do jovem velavam o corpo em um saguão de uma central de velórios quando um homem chegou ao local, pediu para que a família se afastasse e atirou duas vezes contra o caixão.

Ainda de acordo com a PM, os policiais realizaram buscas pela região, mas o atirador não foi encontrado. A família não soube explicar aos policiais quem seria a pessoa que atirou, mas a polícia acredita que existia alguma rixa entre o jovem e o atirador.

Investigações

O jovem que estava sendo velado já era investigado pela polícia pelo crime de homicídio há pelo menos cinco meses, mas foi baleado e morreu no hospital antes da polícia concluir a investigação. Segundo o delegado, ele era suspeito de pelo menos três assassinatos e, após o último deles, em dezembro de 2014, o jovem gravou um vídeo segurando uma arma e confessando que havia matando um homem. O vídeo foi divulgado nas redes sociais. “A polícia, de posse do vídeo, enviou o material para análise criminalística e após atestarmos a veracidade das imagens, começamos a investigar o jovem”, disse Nóbrega. A polícia acredita que o jovem foi morto no domingo como represália de cúmplices do homem que ele matou em dezembro. “Em razão disso [da morte do jovem], pessoas ligadas à vítima tentaram matar os suspeitos do homicídio e por isso, conseguimos realizar duas prisões em flagrante: a do cúmplice do jovem que tentou matar os supostos assassinos e também a pessoa que é suspeita de matar o jovem”, completou o delegado. (Gazeta Online)


O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (29), o Projeto de Lei 2833/11, do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que criminaliza condutas contra a vida, a saúde ou a integridade de cães e gatos. A matéria, aprovada na forma de uma emenda substitutiva do deputado Lincoln Portela (PR-MG), será votada ainda pelo Senado.

De acordo com o texto, matar cão ou gato terá pena de detenção de 1 a 3 anos. A exceção será para a eutanásia, se o animal estiver em processo de morte agônico e irreversível, contanto que seja realizada de forma controlada e assistida.

Se o crime for cometido para controle populacional ou com a finalidade de controle zoonótico, a pena será de detenção de 1 a 3 anos. Neste último caso, ela será aplicada quando não houver comprovação de enfermidade infecto-contagiosa que não responda a tratamento.

Essas penas serão aumentadas em 1/3 se o crime for cometido com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastadura, tortura ou outro meio cruel.

Assistência e abandono

Para o agente público que tenha a função de preservar a vida de animais e não prestar assistência de socorro a cães e gatos em situações de grave e iminente perigo, ou não pedir o socorro da autoridade pública, a pena será de detenção de 1 a 3 anos.

O abandono de cão ou gato provocará a detenção por 3 meses a 1 ano. O abandono é definido pelo projeto como deixar o animal de sua propriedade, posse ou guarda, desamparado e entregue à própria sorte em locais públicos ou propriedades privadas.

Rinha de cães

No caso da rinha de cães, a pena será de reclusão de 3 a 5 anos; e a exposição de cão ou gato a perigo de vida ou a situação contra sua saúde ou integridade física provocará detenção de 3 meses a 1 ano.

Aumento de pena

Todas as penas previstas no projeto serão aumentadas quando, para a execução do crime, se reunirem mais de duas pessoas.

Interesse da sociedade

O autor da proposta disse que o projeto vai ao encontro das expectativas dos eleitores. “Estamos decidindo dentro do que a sociedade nos pede”, disse Tripoli.

“Cada vez cresce a preocupação da sociedade brasileira para corrigir essas práticas de covardia que ainda acontecem”, acrescentou o deputado Daniel Coelho (PSDB-PE). Segundo ele, estatísticas demonstram que quem maltrata animais tende a maltratar mais idosos, crianças e mulheres.

Mesmo com orientação de todos os partidos a favor do texto, houve críticas à medida. O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) pediu mais tempo para analisar o projeto. “O mérito é indiscutível, mas há uma confusão para usar o direito penal para mudar comportamento. Tenho dúvidas se o texto está adequado.”

Já o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) considerou uma “loucura” a Câmara votar a proposta, porque, em sua avaliação, ela pode causar superlotação de presídios. “Seria preciso usar o Maracanã para colocar as pessoas que agem contra cães e gatos.” (Agravo)


No depoimento que deu à Polícia Civil, a travesti Verônica Bolina conta o que a levou a agredir uma idosa, diz que apanhou nas duas delegacias pelas quais passou e afirma estar arrependida dos crimes que cometeu. Verônica foi detida no dia 10 de abril após agredir três vizinhas em um flat onde morava na Bela Vista, região central de São Paulo. O R7 teve acesso exclusivo ao inquérito sobre o caso.

Segundo relatou, ela fazia limpeza no apartamento quando sentiu um cheiro ruim. Disse acreditar que a vizinha Laura, uma idosa de 73 anos, havia feito “macumba ou obra de magia negra” contra ela.

No registro do depoimento consta a seguinte afirmação: “Não sabendo justificá-lo, dirigiu-se até a casa de dona Laura e abruptamente adentrou ao recinto iniciando uma agressão sem controle, sendo que afirma que, mesmo estando descontrolada, sem nenhuma dúvida que não pretendia matá-la e sim agredi-la”. Verônica admitiu que usou a bengala da idosa para bater e que também quebrou os móveis da casa, mas que parecia estar “possuída”.

Após alguns minutos de agressão, Verônica saiu da casa de Laura e passou a brigar com outra travesti, Beatriz, que mora no mesmo andar. A reportagem conversou com Beatriz no 2º Distrito Policial do Bom Retiro, na última quarta-feira (22), quando também foi ouvida pela Polícia Civil. Ela não quer mostrar o rosto porque diz estar “em foco”.

A travesti conta que ouvia um falatório no corredor que já durava alguns minutos. De saída para um compromisso, chamou o elevador e viu que Verônica estava dentro do apartamento da idosa.

— Quando eu vi a Verônica dentro do apartamento da dona Laura, eu já ia descer e aproveitaria para avisar a portaria. Não pretendia me envolver na briga. Mas a Verônica me viu e veio até o corredor tomar o meu celular com medo de que eu chamasse a polícia. Foi quando a gente começou a se bater até que eu consegui fugir pela escada e avisar a portaria. Mas acho que os funcionários já tinham notado a briga e chamado socorro.

Entre o tempo que Beatriz desceu e a polícia chegou, Verônica voltou para o flat da idosa, onde arrombou a porta a chutes e voltou a espancá-la. Ela a arrastou até o apartamento da outra vizinha, Lívia, que também foi agredida.

Segundo inquérito, os policiais chegaram e conseguiram acalmá-la para que fosse conduzida ao 78º DP, do Jardins. A polícia informou que precisou “fazer uso de força” já no DP porque Verônica teria atacado os policiais. Ela foi levada depois para o 2° DP, onde arrancou a orelha de um carcereiro e depois foi agredida por ele.

Assim como Verônica, Beatriz também faz programa e atende no prédio. Ela afirma que a colega apresentou um comportamento estranho em um supermercado, dias antes das agressões, e culpa o crack pelo desequilíbrio.

— Eu encontrei a Verônica uns dias antes no supermercado e ela estava descalça e de shortinho, sendo que estava frio. Ela me disse que “precisava ser humilde”, me pediu para esperar, mas foi embora sem mim. Achei estranho. Ela não era minha amiga, mas sou de todas as amigas dela e a gente sabe que ela se afundou no crack. Ela só cheirava, mas sabemos até quem levou crack pra ela experimentar. Ela pode ter ficado muito louca e ter feito aquilo, ou apenas foi ela mesma — uma pessoa ruim. Ela falou aquela coisa do cheiro, mas isso era o encanamento. O meu flat também estava com cheiro ruim e eu já tinha avisado.

Beatriz é mineira e deixou o sul do Estado em junho do ano passado para morar em São Paulo. O objetivo dela era mudar o corpo e continuar o curso de biomedicina. A jovem de 19 anos escolheu o flat para morar porque o local não exige identificação dos convidados. Questionada porque escolheu fazer programa, afirma que tudo foi uma escolha de vida.

— Eu morava em Minas com a minha avó e vim para São Paulo fazer minhas plásticas. Eu tenho muita simpatia por idosas porque lembro da minha vó e estou revoltada com a Verônica porque eu vi o que ela fez com a dona Laura. Quem diz que defende ela é porque não viu o que ela fez de verdade.

A mãe de Verônica retirou as coisas dela do apartamento e entregou o imóvel. Com a repercussão do caso, Beatriz pretende se mudar do prédio, onde morava havia dez dias quando tudo ocorreu e, segundo ela, nunca tinha se envolvido em nenhum tipo de discussão. Dona Laura mora lá há seis anos.

Verônica está no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Pinheiros em uma ala destinada aos travestis. Ela foi indiciada por tentativa de homicídio contra Laura, dano qualificado, desacato, resistência e lesão corporal, além de tentativa de homicídio pela agressão contra o carcereiro.

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que foi aberto também um processo para apurar a conduta dos policiais e a agressão contra Verônica.

Em seu depoimento, Verônica também diz que foi agredida dentro das duas delegacias e no hospital pelos militares que a levaram. Ela confirma que se masturbou dentro da cela no 2° DP, o que levou o carcereiro a entrar para retirá-la de lá. Ela garante “que em nenhum dos crimes tinha a intenção de matar e está arrependida, com vontade de voltar para a sua vida normal”. (R7)


Antônia Lúcia Teixeira Neves, de 47 anos, foi assassinada por volta das 22h deste sábado (25) no Bairro do Lajedo, em Ubatã. Segundo informações preliminares, Antônia foi assassinada com pedradas na cabeça e em várias regiões do corpo, isso porque foram encontradas pedras sujas de sangue no local. Há a hipótese ainda de a vítima ter sido também esfaqueada. Um laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) deve ficar pronto em até 30 dias e apontará as causas da morte. O local do assassinato fica a poucos metros de um outro assassinato ocorrido em março deste ano, quando bandidos armados assassinaram a tiros o ex-candidato a vereador de Ubatã, Américo Nascimento de Jesus, de 38 anos. Em tempo, com o assassinato ocorrido neste sábado, o município de Ubatã já contabiliza 05 homicídios ocorridos em 2015. Fonte: Ubatã Notícias.