A Campanha de Vacinação contra a Gripe termina nesta sexta-feira (12) na Bahia. Até o momento, de acordo com números da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), foram imunizadas 2.047.557 pessoas, correspondendo a uma cobertura vacinal de 70,63%. Com esse resultado, a Bahia não atingiu a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde de vacinar 80% da população alvo, que é de aproximadamente 3,3 milhões de pessoas. Apenas 168 municípios baianos (40,28%) conseguiram atingir os números estabelecidos pela pasta. A campanha teve como público-alvo pessoas com idade a partir de 60 anos, trabalhadores de saúde, povos indígenas, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. *Informações do Bahia Notícias.


A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) prorrogou mais uma vez a 17ª campanha de vacinação contra a gripe. De acordo com o órgão, o novo prazo para a imunização é o dia 12 de junho. Em Salvador, a campanha já havia sido prorrogada para a mesma data. Até quarta-feira (3), segundo divulgou a Sesab, apenas 60 dos 417 municípios baianos atingiram a meta prevista, que é de vacinar 80% da população alvo, composta por 3,3 milhões de pessoas. A cobertura vacinal na Bahia está em 61,15%. Devem ser vacinados os indivíduos com 60 anos ou mais de idade, os trabalhadores de saúde, os povos indígenas, as crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.


De acordo com os dados da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o número de pacientes suspeitos de ter zika vírus (zikav) aumentou 200% em maio. Com base nas entradas dos pacientes em postos de saúde, a SMS registrou de 12 a 30 de abril, 1.350 pessoas com sintomas da doença, transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. O mesmo mosquito que provoca a dengue e a febre chikungunya. Apenas nas três primeiras semanas de maio, foram mais de 4.050 suspeitas. O número pode ser até maior, pois não há estimativa sobre a quantidade de pacientes atendidos com sintomas da doença em hospitais do estado e do município. Até o momento, foram confirmadas apenas oito ocorrências da doença pelo Ministério da Saúde.Com sintomas de pequenas manchas vermelhas pelo corpo, febre, dores nas articulações e mal-estar, as demais pessoas foram diagnosticadas com doença indeterminada. Conforme o Ministério da Saúde (MS), as amostras de sangue coletadas no estado estão sendo aguardadas. Elas foram enviadas para o laboratório do Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA), única instituição do país credenciada pelo MS para analisar as amostras de casos suspeitos de zika vírus e chikungunya. (Metro1)


De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia, Itabuna é o segundo município baiano em quantidade de notificações de Aids neste ano, precedido apenas da capital, Salvador. Entre primeiro de janeiro e esta quarta (20), 104 pessoas foram diagnosticadas com o vírus. Além de Itabuna, no sul da Bahia novos casos de Aids foram detectados em Ilhéus, Buerarema, Camacan, Itororó, Pau Brasil e Una. As informações são do site Giro em Ipiaú. Salvador, que responde pelo maior número de casos, registra 431 pessoas infectadas. Depois de Salvador e Itabuna, aparecem Porto Seguro, Itamaraju, Santo Antônio de Jesus e Juazeiro, que juntos já notificaram 150 novos casos confirmados de Aids. No estado já são 871 ocorrências. A Aids já matou 42 pessoas na Bahia neste ano, sendo 16 em Salvador. No sul da Bahia, duas pessoas contaminadas pelos vírus, uma de Ilhéus e outra de Una, morreram em 2015. (BN)


Um projeto de extensão da Faculdade Madre Thaís vai beneficiar a comunidade de Taboquinhas, zona rural de Itacaré. Estudantes do quarto semestre do curso de biomedicina participam da iniciativa, sob a coordenação da professora Flamélia Carla. Eles tiveram o primeiro encontro com os moradores nessa quarta-feira (20).

A população recebeu os coletores para recolher o material que será objeto de análise parasitológica nos laboratórios da faculdade. Os estudantes voltarão a Taboquinhas no próximo dia 30 para entregar os já os resultados dos exames. A comunidade também receberá medicamentos fornecidos pela Secretaria de Saúde de Itacaré e assistirá uma palestra sobre os cuidados que devem ser tomados contra parasitas.

Conforme a professora Ana Paula Adry, coordenadora do curso de biomedicina, “o conteúdo teórico-prático é de fundamental importância para o aprendizado, permitindo que os alunos vivenciem os fatores determinantes das doenças parasitárias. Parcerias como essas possibilitam um crescimento intelectual para os nossos alunos e professores”. (Blog do Gusmão)


O Brasil registrou entre janeiro e abril de 2015 quase 2 mil casos confirmados de infecção pelo vírus chikungunya, que circula no país desde setembro de 2014 e é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, mesmo vetor da dengue, doença que já registrou 745,9 mil ocorrências apenas neste ano. A infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, porém causa mais dor e tem menor índice de mortalidade. Levantamento feito pelo G1 em todas as Secretarias Estaduais de Saúde aponta que de 1º de janeiro a 30 de abril foram confirmados 1.978 casos de chikungunya em 12 estados mais o Distrito Federal. Destes, 1.949 ocorreram na Bahia e no Amapá, o que corresponde a 98,5%. O total nacional deste ano pode ser ainda maior pois há muitos exames clínicos que não foram concluídos. No período citado, foram notificadas 9.691 suspeitas da doença. Do total já confirmado, 1.935 são autóctones, ou seja, a transmissão aconteceu dentro do estado ou município. Outros 40 casos são considerados importados (doença foi adquirida fora do estado ou município). Apenas três ocorrências, todas do Amapá, não tiveram sua origem definida. Se somados os dados de 2015 com os números de setembro a dezembro de 2014, o total de infectados salta para 4.987. Desse montante, 4.765 são autóctones. Dados do Ministério da Saúde apontam um número menor de doentes. Segundo o último balanço da pasta, que contabilizou casos de janeiro até 18 de abril, foram 1.688 confirmações autóctones. Desde setembro, foram 4.461 ocorrências.


Uma soteropolitana pode ter desbancado a japonesa Misao Okawa, de 117 anos, e se tornar a mulher mais velha do mundo. Dona Eurides Fagundes, conhecida como “Vovó” vive em uma casa de apoio na capital baiana e teria 120 anos. Segundo uma certidão de nascimento emitida por um cartório de Salvador, ela nasceu no dia 6 de dezembro de 1894. Apesar da idade avançada e de não conseguir mais caminhar sozinha, Dona Eurides ainda permanece lúcida. Em entrevista ao G1, ela contou sobre sua juventude e sobre seu único companheiro. “Era pedreiro. Caiu de um andaime e morreu. Chamava Manoel Ramos”, contou ela, que trabalhava de empregada doméstica.A “Vovó” vive há 18 em uma casa de apoio a pacientes com câncer. Ela chegou ao local com um tumor no intestino, mas conseguiu se curar e acabou “adotada” pela instituição. De acordo com sua cuidadora, a idosa vai bem de saúde, mas precisa de uma alimentação controlada, o que a impede de comer um de seus pratos favoritos. “Gosto de comer peixe, negócio de marisco, caranguejo, siri. [Mas] aqui não come”, explica. Perguntada até quando pretende viver, ela responde: “Jesus que sabe”. (G1)