Representantes do APLB, Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia núcleo Itacaré (APLB), estiveram reunidos em manifestação na manhã desta sexta feira (28) de apoio à greve geral que pára vários setores em todo o Brasil.

Na pauta da manifestação, o protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária que estão sendo realizadas pelo governo do presidente Michel Temer.

Em tempo, em Itacaré os bancos estão fechados e a maior parte dos serviços públicos foram interrompidos em apoio ao movimento.

“Precisamos fortalecer a luta contra a reforma da previdência, a lei trabalhista, terceirização e a tudo que agride o trabalhador. Juntos somo fortes”.


No início da noite de ontem (19), eles realizaram assembleia. Os contratados resolveram cruzar os braços e paralisar as atividades por atraso de quase três meses de salários. E segundo informações os concursados também vão parar.

Quando os profissionais questionam sobre pagamento, a resposta que sempre ouvem, afirmam, é que “a prefeitura está sem dinheiro”. Segundo uma das vítimas, há uma ameaça velada, a de que quem não for trabalhar por causa da falta de salário “será contratado outro no lugar”.

Ontem, houve paralisação em algumas escolas da rede municipal do município, e não informação sobre a normalização dos trabalhos. Até agora, há um silêncio oficial do prefeito Jarbas Barbosa. Enquanto isso, quase toda rede de ensino municipal ficará sem aula. Informações: Pimenta.


Sem falta de água potável, com paredes infestadas de mofos e infiltrações, falta de transporte, a falta de material de trabalho, a falta de material de limpeza e higiene, com os salários atrasados, e para piorar a situação, desde a última quinta-feira (11), sem energia elétrica, pois o fornecimento foi interrompido por falta de pagamento. Sem nenhuma condição de trabalho, o Conselho Tutelar de Itacaré paralisou suas atividades por tempo indeterminado, até que a situação seja sanada. Órgão prestará serviço apenas em caráter de extrema urgência através do telefone 73 9 9933 552173 9 9933 5521.

E em reunião extra ordinária, realizada nesta sexta-feira (15), na Sede provisória do Órgão, a Rua Nova Conquista S/n, Itacaré, Bahia. Considerando a situação de flagrante desrespeito da Administração Pública de Itacaré, para com o Órgão, às Crianças/Adolescentes, aos Servidores, a Lei Federal 8.069/90 bem como a Constituição Federal. Já que há um prédio publico, construído/reformado há quase dois anos para sediar o Conselho Tutelar, e até o presente momento não entregue; e após vários diálogos, inclusive reuniões no Ministério Público, onde não houve êxito;

Foi Decidido:

1- Por falta de espaço adequado ao funcionamento, paralisar as atividades e ocupar a Sede da Prefeitura Municipal, prédio amarelo, até que:
a) Seja alocado em local adequado ao funcionamento,
b) Seja concedido reajuste salarial em 50%,
c) Regularize os vencimentos dos conselheiros e todo o pessoal de apoio, além de adotar o fechamento da folha na data do pessoal efetivo,
d) Desvicule o Conselho Tutelar da Secretaria de Assistência Social e vincule a Secretaria de administração, conforme recomendação do CONANDA,
2- Acionar o CAOCA-MP- BA Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente;
3- Acionar a ACTEBA- Associação de Conselheiros e ex Conselheiros do Estado da Bahia;
4- Acionar o MPT- Ministério Publico do Trabalho;
5- Acionar a TV Santa Cruz para Cobrir o ato de ocupação na Sede da Prefeitura;
6- Dar ciência ao MP- Ministério Publico Local.

Abaixo fotos da sede provisória do Conselho Tutelar de Itacaré.

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A APLB-Sindicato informou que haverá paralisação nacional nas redes municipal e estadual nesta quarta e quinta-feira, 13 e 14 de abril, Itacaré aderiu a paralisação. O motivo do movimento, segundo o sindicato, é “a retirada de direitos dos servidores públicos municipais, estaduais e federais, em tramitação no Congresso Nacional por meio do Projeto de Lei Complementar (PLC) 257/2016”.

A APLB atende à convocação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e das principais centrais sindicais do país que, por unanimidade, aprovaram a Paralisação Geral de todos os servidores públicos brasileiros e estarão de prontidão para grande Ato Nacional em Brasília no dia 14, às 9h, com concentração no Congresso Nacional contra a tramitação do PLC 257/16 na Câmara dos Deputados.

 


Trabalhadores da Educação das redes estadual e municipal de Itacaré e todo país, incluindo os professores, aderem, nesta terça-feira (15), quarta (16) e quinta (17), à paralisação nacional da categoria, convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), a mobilização ganha apoio de 90% da categoria, nas escolas da rede estadual. A categoria reivindica, nacionalmente, o pagamento do piso salarial, a implantação de 1/3 da jornada para atividades complementares, além de ser contrário à terceirização do trabalho. “Na rede estadual, queremos que o governo realize concurso público, porque há 20 anos não tem concurso para área de administração, redução do número de alunos nas salas e cumprimento de metas do Plano Nacional de Educação”, informa. (Giro em Ipiaú)


Na manhã desta sexta-feira (22), durante o terceiro dia de paralisação do movimento de 72 horas da polícia civil, os policiais na cidade de Itabuna receberam a informação de que o Governo do Estado conseguiu, por meio de uma liminar, suspender o movimento de paralisação.
Para Mário Silva, diretor do Sindicato dos Policiais Civis de Itabuna, a ação demonstra a falta de diálogo do Governo com os policiais, que reivindicam as promoções de 2014 e a valorização e reestruturação da polícia civil.
 Em entrevista a repórter Luísa Couto, na Rádio Difusora, Mário afirmou, que apesar da suspensão, considera o movimento vitorioso, visto que já estava em seu terceiro dia. Uma nova assembléia deverá ocorrer no dia 28 deste mês e os policiais decidirão os rumos do movimento. (Bahia Hoje)

A Polícia Civil iniciou nesta quarta-feira (16) uma paralisação de três dias para pedir reestruturação salarial, com igualdade entre os cargos do órgão. A mobilização de 72 horas vai até esta sexta-feira (18) e tem outros dez pontos na pauta de reivindicações, incluindo a reforma e construção de unidades policiais civis, a diminuição do percentual de mensalidade do Planserv para os agregados dos associados e a nomeação e designação dos policiais civis do concurso de 1997 e 2013. No final de novembro, o Sindicado dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindipoc) já havia decretado paralisação de 24 horas, reivindicando a equiparação de salários entre todas as carreiras da Polícia Civil e a publicação do decreto que regulamenta as promoções. *Com informações do Bahia Notícias.