Segundo pescadores, nas praias de Algodões e Cassange, que tem corais, há muita lagosta. Eles afirmam que pescam esse tipo de crustáceo pela noite, de forma artesanal, enquanto outros pescadores estão utilizando redes. Uma embarcação foi flagrada em alto mar e, segundo moradores, pescava lagosta usando rede, e no período de defeso, o que é proibido. A pesca predatória de lagosta foi denunciada pela Associação Baiana de Pesca Esportiva (Abape), associação de moradores e comerciantes.

Na denúncia enviada por eles à Polícia Ambiental de Ilhéus, constam fotos de tartarugas, peixes e até um golfinho mortos nas praias de Saquaíra e Algodões. Conforme a denúncia, eles provavelmente foram capturados durante a pesca de lagostas. A delegacia de proteção ambiental informou que está investigando a denúncia e que planeja uma operação de combate ao crime em conjunto com o Ibama. *G1


ONG e ambientalistas da Região Cacaueira se movimentam para pressionar o governo do estado a suspender temporariamente a construção da ponte que ligará o centro de Ilhéus à zona sul da cidade. A cargo da empreiteira OAS, o projeto preocupa líderes comunitários e entidades que atuam em defesa do meio ambiente. As obras foram iniciadas no fim de setembro sem debate prévio com a sociedade civil e especialistas na área, que cobram acesso a estudos detalhados de eventuais impactos ecológicos sobre a Baía do Pontal, formada pela confluência dos rios Cachoeira, Santana e Fundão com o oceano.
 “A intenção não é atrapalhar o andamento da ponte, que é reivindicada há anos pelos moradores daqui. Mas queremos maior transparência por parte do poder público, conhecer os critérios técnicos e dialogar antes que ela avance sem que saibamos dos possíveis prejuízos ao estuário (ambiente de transição entre o rio e o mar caracterizado pela alta diversidade biológica)”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Floresta Viva, Rui Rocha.
A mobilização organizada por movimentos sociais do Sul baiano já rendeu uma vitória para os ambientalistas. A pedido do Instituto Nossa Ilhéus, o Ministério Público do Estado forçou o governo do estado a realizar a primeira audiência pública sobre a construção da ponte, marcada para depois de amanhã, na Câmara de Vereadores do município. A expectativa entre representantes de ONG é conhecer a íntegra do projeto e obter respostas ainda não esclarecidas. Em especial, os resultados do estudo de impacto ambiental e os motivos que levaram à mudança no desenho apresentado em 2014 pelo então governador Jaques Wagner (PT).
Prometida durante as campanhas de Jaques Wagner e Rui Costa ao governo em 2010 e 2014, a nova ponte Ilhéus-Pontal começou a ser construída na última sucessão estadual. Meses depois, no entanto, foi abandonada após o cerco da Operação Lava Jato sobre a Constram, empreiteira da UTC que havia vencido a concorrência. Pelo projeto inicial, concluído em 2013, a ponte teria 497 metros de extensão e custaria R$ 180 milhões. Agora, são 533 metros ao custo de R$ 99,6 milhões. Como o preço caiu pela metade mesmo com aumento de tamanho é outra resposta que os movimentos sociais de Ilhéus vão buscar na audiência pública. (Correio)

Uma menina de 7 anos morreu no domingo (16) em decorrência dos fortes ventos registrados na região sul de Santa Catarina. A menina estava com o pai em um carro que foi atingido por duas árvores que tombaram sobre o veículo. O homem não sofreu ferimentos graves, mas foi internado em estado de choque. De acordo com informações da Defesa Civil, os ventos aingiram 97km/h na tarde de ontem, segundo medições feitas no município de Araranguá. Milhares de casa foram destelhadas pelas rajadas. Cerca de 140 mil unidades consumidoras de energia elétrica ficaram sem luz nos 20 municípios da região, informou a Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). A maior parte da região sul catarinense e do município de Criciúma já teve o fornecimento de energia elétrica normalizado, segundo a Celesc, embora mais de 80 mil unidades continuem sem luz no município de Tubarão. Na praia de Balneário Rincão, dezenas de veículos que estavam estacionados perto do mar ficaram submersos após serem atingidos por uma onda gigante, posteriormente classificada pelo serviço de monitoramento e alerta da Defesa Civil catarinense como um fenômeno cientificamente chamado de “tsunami meteorológico”.O temporal persiste nesta segunda-feira, com um alto número de raios e ventos de até 90 km/h, deixando toda a região em estado de alerta. O mau tempo continuará pelo menos até quarta-feira (19), de acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina. (BocaoNews)

tsunami-meteorolgico-sc-1_div-corpo-de-bombeiros-navegantes_1280x720-768x432


Um jacaré foi encontrado por uma lavradora no quintal da casa dela, na manhã desta quinta-feira (1º), no distrito de Matinha, zona rural de Feira de Santana, município localizado a cerca de 100 km de Salvador. “Fiquei assustada porque nunca tinha visto esse bicho. Chamei os vizinhos. Queriam até matar ele [jacaré] pra comer, mas não deixei”, disse.

De acordo com Brasilina Carvalho, a dona da casa, o animal mede pouco mais de um metro. O aparecimento do jacaré no local chamou a atenção dos moradores da região, que tomaram o quintal da casa só para ver o animal.

Os moradores do local acreditam que o jacaré tenha saído de uma lagoa que fica atrás da casa de dona Brasilina. A suspeita é de quo animal saiu a procura de comida ou pra perseguir alguma presa.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou a captura do jacaré, que foi levado para o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Ibama).


Segundo a pesquisadora Winnie Silva, do Grupo de Pesquisa em Mamíferos Aquáticos de Ilhéus (GPMAI-UESC), trata-se de um filhote de baleia da espécie jubarte, com aproximadamente três metros de comprimento. Surfistas encontraram a carcaça na manhã desse sábado (13). O corpo da baleia tem marcas de rede de pesca, indício que pode ajudar a entender a razão da sua morte. Uma linha de “nylon” está enrolada na cauda.

Conforme a resolução 369 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), a prefeitura é obrigada a recolher a carcaça ou, se isso não for possível, enterrá-la a pelo menos dez metros da linha do mar. A profundidade da cova deve ser suficiente para evitar que o mau cheiro da putrefação contamine o ambiente.
Segundo a veterinária Adriana Colosio, pesquisadora do Instituto Baleia Jubarte (IBJ), se as providências previstas na resolução não forem adotadas, a permanência da carcaça na praia pode “constituir um risco de saúde pública”. “A prefeitura local deverá providenciar o maquinário e uma equipe de técnicos para realizar o trabalho. Quando a carcaça é enterrada no próprio local de encalhe o governo estadual deve ser envolvido se for necessário solicitar autorização para enterrá-la em área de proteção permanente, como áreas de restinga, por exemplo”, explicou em matéria publicada no site do instituto. (Correio do Estado da Bahia)


Um pescador encontrou uma lagosta azul na costa de Plymouth, na cidade de Massachussetts, nos Estados Unidos. O espécime é considerado raríssimo: a cada 2 milhões de lagostas, apenas uma tem essa coloração. De acordo com informações do The Boston Globe, Wayne Nickerson, de 35 anos, encontrou o animal, de quase 1 kg, junto com a mulher, Jan. Eles batizaram a lagosta de Bleu. “Essa era de um azul mais brilhante do que a mais azul das hortênsias que eu já vi”, disse Jan. “Era quase fluorescente. Era quase brilhante”, afirmou. Esta não é a primeira que o pescador encontra uma lagosta azul. Aos 16 anos, Nickerson pescou o raro tipo de lagosta e chegou a exibi-lo em um tanque na cidade de Monamet. Depois, o casal decidiu levar Bleu para o New England Aquarium, onde ainda aguarda para saber se o local consegue lhe dar um lar permanente. (Bahia Notícias).

0129


Segundo informações a cobra que possuía um pouco mais de um metro, estava bem lenta e não oferecia risco. A Jibóia, apesar de ter fama de animal perigoso, não é peçonhenta (apesar de sua mordida ser dolorosa e poder causar infecção), e não consegue comer animais de grande porte, sendo inofensiva. É um animal muito perseguido por caçadores e traficantes de animais, pois tem um valor comercial alto como animal de estimação, além de sua pele poder ser usada na confecção de artefatos de couro.

IMG-20160811-WA0004

IMG-20160811-WA0001