Dona Bia, como era mais conhecida, era agente de saúde na cidade onde prestava um serviço reconhecido pela sua competência e atenção especial que dispensava a todos com quem tratava, comenta Stela Souza, secretária de saúde de Itacaré.

Seus amigos e amigos de seus familiares deixaram várias mensagens nas redes sociais. E deram o último adeus a Dona Bia na tarde desta quarta-feira, 30, as 16 horas, quando aconteceu o seu sepultamento no cemitério local.Na praia da Tiririca alguns surfistas e amigos, formaram um circulo e oraram em homenagem.

Pelos relevantes serviços prestados na área de Saúde, a Secretária de Saúde de Itacaré, Stela Souza fez uma nota de pesar lamentando o ocorrido e ressaltando as qualidades da servidora pública ao longo dos anos, prestados na saúde de Itacaré.

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Luto Oficial

Na mesma oportunidade, a Prefeitura de Itacaré decretou luto oficial de 03 dias pela morte de Dona Maria Beatriz de Araújo, Bia Araújo em reconhecimento aos serviços prestados na área de saúde junto a Prefeitura de Itacaré.

Ela também era conhecida como a mãe do surf de Itacaré, já que ela era mãe de vários surfistas, dentre eles, o grande campeão, Yagê Araújo, conhecido internacionalmente. Além de Yagê, ela também é mãe de Orígenes, Hongos, Hanahoor, Nayrana, Hauaska Araújo. A cidade de Itacaré está de luto.

ASCOM/Itacaré

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O laudo da necropsia realizada no corpo de Rian Brito, neto do humorista Chico Anysio, apontou que a morte do rapaz, que tinha 25 anos, se deu em decorrência de asfixia por afogamento, informou a Polícia Civil na noite desta quinta-feira (3).

O corpo, encontrado pela manhã na areia da Praia de Flecheiras, no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, em Quissamã., no Norte Fluminense, estava em estado avançado de decomposição. Segundo a polícia, a identificação só foi possível por meio de papiloscopia – exame que analisa as impressões digitais.

Corpo de Rian Brito foi achado na areia (Foto: Reprodução / Globo)
Corpo de Rian Brito foi achado na areia
(Foto: Reprodução / Globo)

Uma força-tarefa havia sido montada para localizar Rian, que desapareceu no dia 23 de janeiro. Na segunda-feira (29), roupas e documentos do jovem foram achados na Praia do Paulista, também na restinga.

O corpo de Rian foi encontrado na areia da praia depois que um motoqueiro avisou as equipes de busca. Um helicóptero da Petrobras deu suporte à equipe do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), que administra a área ambiental, e que contou ainda com quatro picapes, quatro quadriciclos, dois bugres e três barcos.

A perícia foi realizada no Instituto Médico-Legal de Macaé, na Região dos Lagos. De lá, o corpo de Rian seria levado para a capital, onde será cremado nesta sexta-feira (4), às 16h, no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária.

Parentes e amigos lamentam
Familiares e amigos da família de Rian Brito lamentaram a morte do jovem nas redes sociais.

Malga di Paula, viúva de Chico Anysio, postou uma mensagem afirmando que Rian era um “menino de luz”.

“Seu avô certamente foi o anfitrião na sua chegada. Agora juntos, vão fazer poesias e compôr melodias para os anjos cantarem”, afirmou Malga na mensagem.

Bruno Mazzeo, tio do jovem, agradeceu as manifestações de afeto ao longo das buscas por Rian e definiu a última semana como “de angústia”.

O também ator André Lucas, também irmão de Nizo Neto, postou uma mensagem com fotos de Rian na infância e atuais, afirmando que ele já concluiu sua tarefa na Terra.

O ator Bruno Mazzeo, tio de Rian Brito, agradeceu as manifestações de carinho que a família recebeu ao longo da semana (Foto: Reprodução/ Twitter)
O ator Bruno Mazzeo, tio de Rian Brito, agradeceu as manifestações de carinho
que a família recebeu ao longo da semana (Foto: Reprodução/ Twitter)

André Lucas, irmão de Nizo Neto, postou uma imagem de pesar pelo falecimento de Rian Brito (Foto: Reprodução/ Facebook)André Lucas, irmão de Nizo Neto, postou uma imagem de pesar
pelo falecimento de Rian Brito (Foto: Reprodução/ Facebook)

 

A atriz Maria Maya, que é prima de Rian, lamentou com uma grande tarja preta escrita a palavra “luto”. Em um post no Facebook nesta quinta, a mãe de Rian lamentou a perda do filho e reclamou de boatos sobre as circunstâncias da morte.

Ao jornal “O Globo”, o ator Marcos Palmeira, primo de Nizo Neto, pai de Rian, disse que a família está abalada. “Não posso falar mais nada antes de sair o resultado da perícia. Meu primo está despedaçado”, disse.

Mãe fez críticas à imprensa e falou da dor da perda do filho (Foto: Reprodução / Facebook)Mãe fez críticas à imprensa e falou da dor da perda do filho
(Foto: Reprodução / Facebook)

Fonte: G1


O ator e comediante Josenilton Veloso, o Shaolin, morreu aos 44 anos nesta quinta-feira (14) após uma parada cardiorrespiratória, em uma clínica particular de Campina Grande, no Agreste da Paraíba. Shaolin recebia cuidados médicos em casa desde 2011, após sofrer um acidente. A informação foi publicada no Facebook de Laudiceia Veloso, viúva do artista. “#‎LUTO‬ Depois de 1821 dias, nosso guerreiro terminou sua batalha. É com muita tristeza que divido a nossa dor com todos vocês. Shaolin apresentou um quadro febril nesta terça e que, infelizmente evoluiu para uma infecção, precisando de internação imediata. Recebemos a notícia do hospital, neste momento, que ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. As informações sobre velório e local de sepultamento, divulgarei mais tarde. Obrigada a todos pelas orações e pela força!“, informou a viúva pela rede social. Familiares do artista confirmaram ao G1 que o velório e o enterro vão acontecer no cemitério Campo Santo Parque da Paz, na avenida Assis Chateaubriand, número 5.460, no bairro Velame, em Campina Grande. O velório fica aberto ao público das 11h (horário local) até as 15h, quando a cerimônia será reservada à família. O enterro está marcado para às 17h. Shaolin sofreu um acidente no dia 18 de janeiro de 2011 na rodovia federal BR-230, em Campina Grande. No mesmo dia, Shaolin foi socorrido e internado no Hospital de Emergência e Trauma da cidade. Pouco tempo depois, foi transferido para o Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde foi submetido a cirurgias e ficou internado por cerca de cinco meses. Em 2015, quatro anos após o acidente que o deixou em coma, Shaolin conseguia se comunicar e interagir com a família através de “expressões faciais e dos olhos”, conforme relatou sua à esposa época, Laudiceia Veloso.


Felipe que era Massoterapeuta e sempre atendia na praia do Resende, adorava realizar apresentações de malabares com fogo e Pirofagia, que nada mais é que a arte de manipular o fogo, engolindo, cuspindo ou passando pelo corpo. E ainda segundo as informações, Felipe ingeriu querosene em uma de suas apresentações, o que ocasionando um principio de Pneumonia química, provocando muita dor de cabeça.E nos últimos dias seu estado de saúde se agravou e as dores amentaram. Felipe foi levado ao hospital, onde tomou soro e foi liberado, horas depois retornou ao hospital novamente, e ao ser colocado na ambulância do Samu para ser transferido até Ilhéus, o jovem teve uma parada respiratória e mesmo o médico tentando de todas as formas reanimá-lo, não resistiu e veio a óbito.

Brincalhão e sempre sorridente, Felipe que era muito querido na cidade, ele era filho do vendedor ambulante Marajá e da Professora e presidente dos Sindicato dos professores e trabalhadores da Educação, Joselita.

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Faleceu no início da noite desta sexta-feira (08), o jovem massoterapeuta Felipe Rebouças, de 25 anos, as causas da morte ainda são desconhecidas. As primeiras informações são que Felipe, tava de cam já alguns dias com uma forte dor de cabeça, até que nesta sexta-feira chegou ao hospital com muita dor, e assim foi coloca-lo no Samu para transferência até Ilhéus, teve uma parada respiratória. O médico tentou de todas as formas reanimá-lo, sem sucesso.

Brincalhão e sempre sorridente, Felipe que era muito querido na cidade, ele era filho do vendedor ambulante Marajá e da Professora e presidente dos Sindicato dos professores e trabalhadores da Educação, Joselita.

Nas redes sociais vários amigos em suas paginas pessoais prestaram suas últimas homenagens a Felipe.

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Rio – A atriz Marília Pêra morreu na manhã deste sábado aos 72 anos, em sua casa, na Zona Sul do Rio. A causa da morte ainda não foi divulgada. A informação é da “GloboNews”. Em novembro deste ano, foi noticiado que Marília estava com câncer em estágio avançado no pulmão. No último ano, ela passou por tratamento de um desgaste ósseo na região lombar e chegou a ficar afastada da TV por cerca de um ano.

O velório da atriz será neste sábado no Teatro Leblon, na sala que leva seu nome, a partir das 13h. Marília deixou os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria.

O último trabalho da atriz foi no seriado global “Pé na Cova”, ao lado do amigo de longa data Miguel Falabella. No dia 12 de novembro, o ator chegou a fazer um apelo em uma rede social acompanhado por uma foto ao lado de Marília. “Não desista de nós”, dizia a legenda.

Marília Soares Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no Rio Comprido, na Zona Norte do Rio. Considerada uma artista completa, ela era bailarina, cantora, atriz, diretora, produtora e coreógrafa. Ao longo da carreira, participou de mais de 50 peças e cerca de 40 novelas, além de ter atuado em quase 30 produções para o cinema.

Filha de um casal de atores, Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, ela estreou no teatro ainda bebê, com 19 dias de vida e começou a atuar aos 4 anos, ao lado dos pai em “Medeia”. Dos 14 aos 21 anos, seguiu carreira no balé, viajando pelo Brasil e Portugal.

Na novela ‘Supermanoela’, de 1974

Foto: Divulgação

A atriz foi casada com o ator Paulo Cesar da Graça Mello (1940-1969), com quem teve o primeiro filho, Ricardo Cesar da Graça Mello. Logo após a separação, em 1965, Marília foi contratada pelo diretor Abdon Torres e passou a integrar o elenco principal da Globo. Na época, ela protagonizou as novela “Rosinha do Sobrado” e em seguida, “Padre Tião” e “A moreninha”.

Além da Globo, Marília Pêra passou pela TV Tupi, TV Bandeirantes e Manchete. Entre seus principais trabalhos estão: “Beto Rockefeller”, na Tupi, “O Campeão”, na Bandeirantes, “Mandacaru”, na Manchete, e “O Cafona” (1971), “Uma Rosa com Amor” (1972), “Primo Basílio” (1988), “Rainha da Sucata” (1990), “Meu Bem Querer” (1998), “Os Maias” (2001), “Cobras & Lagartos” (2006), “Duas Caras” (2007) e “Ti Ti Ti” (2010). entre outros, na Globo.

Entre seus trabalhos favoritos na televisão, ela elegeu as minisséries “O primo Basílio”, em que foi a vilã Juliana, e “Os Maias”, em que interpretou Maria Monforte.

A veterana Betty Faria lamentou a morte da atriz: “Marília Pêra saiu de cena muito cedo.Uma grande atriz com real conhecimento da profissão.Que tenha muita Paz Sorte”.

Camila Pitanga foi outra que expressou o carinho pela artista. “Marilia Pêra. Ela protagonizou inúmeras cenas antológicas do teatro e do cinema brasileiro. Destaco essa do filme Pixote. Sinto um soco no estômago com essa perda. Minha solidariedade com os familiares e amigos próximos” (O Dia)


Morreu no Rio, na manhã desta terça-feira (20), a atriz Yoná Magalhães, de 80 anos. Ela estava internada, desde o dia 18 de setembro, na Casa de Saúde São José, na Gávea, Zona Sul do Rio. A atriz estava no CTI do hospital devido a um problema cardiológico.

Atriz de Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), Yoná Magalhães entrou para a vida artística para ajudar a família quando o pai ficou desempregado. “Eu tinha que ajudar de alguma maneira, não sabia muito como, queria continuar os meus estudos. Gostava de brincar de teatro, essas coisas que todo mundo faz. Então eu digo: ‘Quem sabe não é por aí, né?’ Fui fazendo pequenas pontas, pequenos papéis, isso em meados da década de 1950, até que consegui um contrato com a Rádio Tupi”.

Yoná Magalhães Gonçalves nasceu no dia 7 de agosto de 1935, no bairro do Lins, no Subúrbio do Rio de Janeiro. Depois de passar pela rádio, ela estrelou sua primeira telenovela, convidada por Antônio Leite. Em seguida, participou de novelas e do Grande Teatro da TV Tupi e excursionou pelo Brasil com as peças “O Amor é Rosa Bombom e Society em Baby-Doll”, em 1962, com a companhia de André Villon e Ciro Costa.

Durante a turnê teatral, conheceu e se casou com o produtor Luis Augusto Mendes e foi morar na Bahia. Em Salvador, participou com o grupo A Barca, formado por ex-alunos da Escola de Teatro, do Grande Teatro, na TV Itapoã, sob a direção de Luiz Carlos Maciel. Também atuou no filme de Glauber Rocha, um marco do Cinema Novo.

A atriz trabalhou ainda em outras novelas da mesma autora, como O Sheik de Agadir (1966), A Sombra de Rebecca (1967), O Homem Proibido (1968), A Gata de Vison (1968/1969), quando contracenou com Tarcísio Meira, e A Ponte dos Suspiros (1969). (G1).