Felipe que era Massoterapeuta e sempre atendia na praia do Resende, adorava realizar apresentações de malabares com fogo e Pirofagia, que nada mais é que a arte de manipular o fogo, engolindo, cuspindo ou passando pelo corpo. E ainda segundo as informações, Felipe ingeriu querosene em uma de suas apresentações, o que ocasionando um principio de Pneumonia química, provocando muita dor de cabeça.E nos últimos dias seu estado de saúde se agravou e as dores amentaram. Felipe foi levado ao hospital, onde tomou soro e foi liberado, horas depois retornou ao hospital novamente, e ao ser colocado na ambulância do Samu para ser transferido até Ilhéus, o jovem teve uma parada respiratória e mesmo o médico tentando de todas as formas reanimá-lo, não resistiu e veio a óbito.

Brincalhão e sempre sorridente, Felipe que era muito querido na cidade, ele era filho do vendedor ambulante Marajá e da Professora e presidente dos Sindicato dos professores e trabalhadores da Educação, Joselita.

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Faleceu no início da noite desta sexta-feira (08), o jovem massoterapeuta Felipe Rebouças, de 25 anos, as causas da morte ainda são desconhecidas. As primeiras informações são que Felipe, tava de cam já alguns dias com uma forte dor de cabeça, até que nesta sexta-feira chegou ao hospital com muita dor, e assim foi coloca-lo no Samu para transferência até Ilhéus, teve uma parada respiratória. O médico tentou de todas as formas reanimá-lo, sem sucesso.

Brincalhão e sempre sorridente, Felipe que era muito querido na cidade, ele era filho do vendedor ambulante Marajá e da Professora e presidente dos Sindicato dos professores e trabalhadores da Educação, Joselita.

Nas redes sociais vários amigos em suas paginas pessoais prestaram suas últimas homenagens a Felipe.

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Rio – A atriz Marília Pêra morreu na manhã deste sábado aos 72 anos, em sua casa, na Zona Sul do Rio. A causa da morte ainda não foi divulgada. A informação é da “GloboNews”. Em novembro deste ano, foi noticiado que Marília estava com câncer em estágio avançado no pulmão. No último ano, ela passou por tratamento de um desgaste ósseo na região lombar e chegou a ficar afastada da TV por cerca de um ano.

O velório da atriz será neste sábado no Teatro Leblon, na sala que leva seu nome, a partir das 13h. Marília deixou os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria.

O último trabalho da atriz foi no seriado global “Pé na Cova”, ao lado do amigo de longa data Miguel Falabella. No dia 12 de novembro, o ator chegou a fazer um apelo em uma rede social acompanhado por uma foto ao lado de Marília. “Não desista de nós”, dizia a legenda.

Marília Soares Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no Rio Comprido, na Zona Norte do Rio. Considerada uma artista completa, ela era bailarina, cantora, atriz, diretora, produtora e coreógrafa. Ao longo da carreira, participou de mais de 50 peças e cerca de 40 novelas, além de ter atuado em quase 30 produções para o cinema.

Filha de um casal de atores, Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, ela estreou no teatro ainda bebê, com 19 dias de vida e começou a atuar aos 4 anos, ao lado dos pai em “Medeia”. Dos 14 aos 21 anos, seguiu carreira no balé, viajando pelo Brasil e Portugal.

Na novela ‘Supermanoela’, de 1974

Foto: Divulgação

A atriz foi casada com o ator Paulo Cesar da Graça Mello (1940-1969), com quem teve o primeiro filho, Ricardo Cesar da Graça Mello. Logo após a separação, em 1965, Marília foi contratada pelo diretor Abdon Torres e passou a integrar o elenco principal da Globo. Na época, ela protagonizou as novela “Rosinha do Sobrado” e em seguida, “Padre Tião” e “A moreninha”.

Além da Globo, Marília Pêra passou pela TV Tupi, TV Bandeirantes e Manchete. Entre seus principais trabalhos estão: “Beto Rockefeller”, na Tupi, “O Campeão”, na Bandeirantes, “Mandacaru”, na Manchete, e “O Cafona” (1971), “Uma Rosa com Amor” (1972), “Primo Basílio” (1988), “Rainha da Sucata” (1990), “Meu Bem Querer” (1998), “Os Maias” (2001), “Cobras & Lagartos” (2006), “Duas Caras” (2007) e “Ti Ti Ti” (2010). entre outros, na Globo.

Entre seus trabalhos favoritos na televisão, ela elegeu as minisséries “O primo Basílio”, em que foi a vilã Juliana, e “Os Maias”, em que interpretou Maria Monforte.

A veterana Betty Faria lamentou a morte da atriz: “Marília Pêra saiu de cena muito cedo.Uma grande atriz com real conhecimento da profissão.Que tenha muita Paz Sorte”.

Camila Pitanga foi outra que expressou o carinho pela artista. “Marilia Pêra. Ela protagonizou inúmeras cenas antológicas do teatro e do cinema brasileiro. Destaco essa do filme Pixote. Sinto um soco no estômago com essa perda. Minha solidariedade com os familiares e amigos próximos” (O Dia)


Morreu no Rio, na manhã desta terça-feira (20), a atriz Yoná Magalhães, de 80 anos. Ela estava internada, desde o dia 18 de setembro, na Casa de Saúde São José, na Gávea, Zona Sul do Rio. A atriz estava no CTI do hospital devido a um problema cardiológico.

Atriz de Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), Yoná Magalhães entrou para a vida artística para ajudar a família quando o pai ficou desempregado. “Eu tinha que ajudar de alguma maneira, não sabia muito como, queria continuar os meus estudos. Gostava de brincar de teatro, essas coisas que todo mundo faz. Então eu digo: ‘Quem sabe não é por aí, né?’ Fui fazendo pequenas pontas, pequenos papéis, isso em meados da década de 1950, até que consegui um contrato com a Rádio Tupi”.

Yoná Magalhães Gonçalves nasceu no dia 7 de agosto de 1935, no bairro do Lins, no Subúrbio do Rio de Janeiro. Depois de passar pela rádio, ela estrelou sua primeira telenovela, convidada por Antônio Leite. Em seguida, participou de novelas e do Grande Teatro da TV Tupi e excursionou pelo Brasil com as peças “O Amor é Rosa Bombom e Society em Baby-Doll”, em 1962, com a companhia de André Villon e Ciro Costa.

Durante a turnê teatral, conheceu e se casou com o produtor Luis Augusto Mendes e foi morar na Bahia. Em Salvador, participou com o grupo A Barca, formado por ex-alunos da Escola de Teatro, do Grande Teatro, na TV Itapoã, sob a direção de Luiz Carlos Maciel. Também atuou no filme de Glauber Rocha, um marco do Cinema Novo.

A atriz trabalhou ainda em outras novelas da mesma autora, como O Sheik de Agadir (1966), A Sombra de Rebecca (1967), O Homem Proibido (1968), A Gata de Vison (1968/1969), quando contracenou com Tarcísio Meira, e A Ponte dos Suspiros (1969). (G1).


O produtor musical, ator e diretor Luiz Carlos Miele foi encontrado morto em sua casa, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira. O Corpo de Bombeiros da Gávea, na Zona Sul do Rio, foi acionado para uma ocorrência no local, mas Miele, que tinha 77 anos, faleceu no local. As informações são do G1.

Às 8h20min, um familiar teria ligado para o serviço de emergência dos bombeiros pedindo atendimento, afirmando que Miele passava mal. Uma ambulância teria chegado ao local às 8h32min, segundo informações prestadas pela corporação à Folha de S. Paulo, mas o produtor já estava morto. A causa da morte ainda não foi divulgada.

A empresária de Miele, Vania Barbosa, disse ao portal G1 que o artista foi encontrado pela família caído no chão de seu escritório pela manhã, mas que o mal súbito foi uma surpresa.

– Aparentemente, ele não tinha nenhum problema de saúde – disse Vania.

Nascido em 1938, em São Paulo, Miele começou sua carreira artística no rádio. Com 12 anos, já trabalhava como rádio-ator em uma emissora de São Vicente, em São Paulo. Mais tarde, protagonizou programas infantis na Rádio Tupi.

Já no Rio de Janeiro, a partir de 1959 trabalhou na TV Continental como diretor. Na cidade, produziu, ao lado do amigo Ronaldo Bôscoli, nome importante da Bossa Nova, shows no Beco das Garrafas. Dirigiu apresentações de Roberto Carlos, Elis Regina, Wilson Simonal, Sergio Mendes, Milton Nascimento, Agnaldo Timotéo e muitos outros.

Em seus últimos trabalhos na televisão, interpretou o magnata Jack Parker na novela Geração Brasil, de 2014, na Globo, e o personagem Gustavo Pennaforte, do humorístico Trair e Coçar é Só Começar, do Multishow, no mesmo ano. (G1).


A comediante transexual Laila Dominique, de 39 anos, morreu, no sábado (09.05), em Diamantina, Minas Gerais. Ela ficou famosa com o bordão “cada faxina é um flash”, que lhe rendeu participações no “Programa Eliana”, do SBT. “É com muita tristeza que a assessoria informa o falecimento da humorista Laila Dominique. Laila faleceu na Santa Casa de Diamantina. Laila foi uma grande personalidade, sempre de bom humor e com grande carisma, se tornou a faxineira mais amada do Brasil. Fez com que nossos domingos tivessem mais brilho e alegria. Solidarizamos aos familiares e amigos de Laila, na certeza de que o seu trabalho pela valorização do humor carismático brasileiro ficará eternizado na história”, diz a nota, publicada nesta segunda-feira (11.05), na página oficial da comediante no Facebook. A família prefere não comentar o motivo da morte, mas uma publicação local menciona toxoplasmose como razão. (iG)


O ator e diretor de teatro Antônio Abujamra morreu na madrugada desta terça-feira, aos 82 anos, em sua casa, em Higienópolis, em São Paulo A informação foi confirmada pelo sobrinho, João Abujamra. “Ele estava ótimo ontem. Não sabemos o que aconteceu ainda. Ele não acordou”, disse ele ao Ego. O filho André Abujamra, já sabe da morte do pai e está a caminho de São Paulo. Ele estava em Brasília. Ainda não foram divulgados o horário do velório e enterro. “Como ele morreu em casa, precisamos resolver todas as questões burocráticas para decidirmos isso”, contou. Ele apresentava o programa “Provocações” da TV Cultura. A emissora divulgou, nesta manhã, um comunicado sobre o falecimento do diretor. “Faleceu na manhã desta terça-feira (28/4), aos 82 anos, o apresentador do programa Provocações, da TV Cultura, Antônio Abujamra. A causa da morte ainda não foi divulgada. Abu, como era conhecido, era diretor de teatro, ator e dramaturgo. Deixa dois filhos e dois netos. As informações sobre local do velório e sepultamento serão comunicadas no decorrer do dia”. Antonio Abujamra era conhecido por sua irreverência e humor crítico. Foi um dos principais diretores da TV Tupi e ficou famoso entre o público por seu papel na novela “Que Rei sou Eu”, de 1989. Também participou de “Cortina de Vidro” (1989), “Amazônia” (1992), “Andando nas Nuvens” (1999), “Terra Nostra” (1999), entre outras. Seu último papel em novelas foi em 2011, em “Corações Feridos”, do SBT, e no cinema ocorreu em 2012, em “Brichos 2 – A Floresta é Nossa”. (Voz da Bahia)