A Fundação Milton Campos, em parceria com a Prefeitura de Itacaré, estará realizando na próxima sexta-feira o workshop sobre Inteligência Emocional, voltado para jovens a partir de 15 anos. O evento tem o apoio da Juventude Progressista da Bahia e acontecerá no Centro Educacional de Itacaré e no Colégio Municipal Paulo Souto, em Taboquinhas, tendo como facilitador Cássio Portugal, treinador comportamental e coach de carreiras.

O objetivo desse trabalho, segundo os coordenadores da Fundação Milton Campos, é priorizar o desenvolvimento de habilidades e competências sócio-emocionais da juventude para a vida e o mercado de trabalho. As inscrições já podem ser feitas nas secretarias das duas unidades escolares que estarão sediando o evento.

Para envolver um número maior de participantes, o workshop será dividido em quatro palestras. Pela amanhã acontecerão as atividades no Centro Educacional de Itacaré, com uma palestra às 9 horas e a segunda às 10h30min. Já na parte da tarde acontecerá a palestra no Colégio Municipal Paulo Souto, sendo uma às 14 e a segunda às 16 horas. Ao término da palestra, o jovem ganha um certificado reconhecido nacionalmente, lanche e autorização para cursar um dos cursos da plataforma digital da Juventude Progressista da Bahia.

De acordo com os organizadores, o mundo e o mercado de trabalho estão exigindo um novo perfil das pessoas. E o desenvolvimento da Inteligência Emocional é o que pode fazer a diferença nos relacionamentos sociais e principalmente na vida profissional. O workshop pretende motivar a juventude a buscar o desenvolvimento destas habilidades e competências emocionais tomando consciência da importância da inteligência emocional para todas as áreas da vida, deixando a zona de conforto e assumindo o protagonismo da sua vida para buscar seus objetivos.


A temporada de observação das jubartes atrai milhares de turistas para o litoral da Bahia, como Praia do Forte, Morro de São Paulo, Itacaré, Caravelas e Salvador. O litoral baiano tem previsão de passagem de 20 mil baleias jubarte em temporada de reprodução. 

Cerca de 20 mil baleias devem passar pelo litoral da Bahia, na região de Praia do Forte, em Mata de São João, e do arquipélago de Abrolhos, em Caravelas, durante a temporada de reprodução das jubartes, entre os meses de julho e outubro. A estimativa é feita por pesquisadores do Projeto Baleia Jubarte.

As baleias procuram águas quentes para se reproduzir nesse período do ano. Com a aproximação dos animais no litoral baiano, os pesquisadores notam uma tendência de crescimento do número de encalhes.

De acordo com o Projeto Baleia Jubarte, em 2018 foram registrados 101 encalhes ao longo da costa brasileira. A previsão para este ano é de que os registros de encalhe sejam entre 102 e 131 casos, sendo que são raros os casos em que as baleias encalham vivas nas praias.

Os pesquisadores alertam ainda que vários casos de encalhe e morte de jubartes ocorrem por conta dos impactos humanos. Dentre os principais problemas enfrentados pelos animais estão as redes de pesca e a colisão nas embarcações.

Para criar estratégias de prevenção dos encalhes das jubartes, o projeto tem uma equipe especializada que faz necropsias nas baleias, para ajudar a determinar a causa das mortes. Além disso, o projeto também faz atividades educativas e culturais.

As baleias jubartes são animais dóceis, que chegam a medir 16 metros de comprimento e a pesar até 40 toneladas.

As baleias migram da região da Antártida entre julho e outubro, quando é inverno no hemisfério norte, para se reproduzir em águas tropicais da costa brasileira. Elas ficam entre quatro e cinco meses nas áreas de reprodução, até que os filhotes estejam desenvolvidos e possam retornar com as mães para a Antártida.

Para ajudar os animais encalhados, o Projeto Baleia Jubarte tem atuação com telefones de emergência, que também recebe ligação a cobrar.

Caravelas: (73) 3297-1340 (em horário comercial, de segunda a sexta-feira) e (73) 98802-1874 (WhatsApp 24h)
Praia do Forte: (71) 3676-1463 (em horário comercial, de segunda a sexta-feira) e (71) 981542131 (WhatsApp 24h)

Fonte: G1.


Entre os dias 25 a 28 de julho não serão apenas suas belas praias, noite animada e praticas esportivas que levarão baianos e turistas para um dos destinos mais badalados da Bahia. Nestes dias, Itacaré terá um tempero diferente na 6º edição do Festival Gastronômico “Sabores de Itacaré”. Em 2019 participam 42 estabelecimentos e mais de 50 pratos estarão disponíveis.

Pode ser entrada, prato principal ou sobremesa. São várias opções no evento que tem o objetivo de valorizar a agricultura familiar, gastronomia de raiz e roteiros gastronômicos. No festival, os restaurantes usam a criatividade na elaboração dos pratos, que obrigatoriamente devem conter ingredientes da agricultura familiar regional.

Entre os restaurantes participantes estão nomes como Banana´s Café Gourmet, Cabana Corais, Coco Pimenta Gastro Bar, Espaço Brasil Restaurante, Itacaçaí, Itacarezinho Restaurante, Restaurante Sabores da Terra (Hotel Ecoporan), Restaurante Manga Rosa, Restaurante Sabores da Bahia, Txai Resort e Terra Boa Hotel Boutique, com opções que variam de R$ 7 a R$ 90.

O evento tem opções para abrir o apetite como Tapioca Retada: Tapioca na cerveja escura, com carne do sol acebolada, queijo coalho e vinagrete à moda, Bondiola Braseada: Copa de lombo braseado, no pão sírio com maionese de horseradish, picles de ameixa e requeijão baiano, acompanhado de geleia de abacaxi e anéis de cebola e Nordeste tropical: Esfirra com massa tradicional, mussarela, carne seca, alho poró e abacaxi com canela.


O Festival Gastronômico “Sabores de Itacaré” chega à sua sexta edição entre os dias 25 e 28 de julho, com a proposta de valorizar a agricultura familiar e gastronomia de raiz. Este ano, o evento contará com a participação de 42 estabelecimentos e mais de 50 pratos disponíveis, entre entrada, principal e sobremesa, com preços que variam de R$ 7 a R$ 90.

Além das opções gastronômicas, o público poderá conferir ainda um show da cantora Maria Gadu, no dia 27 de julho. No palco, a artista apresenta sucessos autorais, como “Shimbalaiê”, “Bela Flor”, “Dona Cila” e canções que fazem parte da sua vida, a exemplo de “A História de Lilly Braun”, de Chico Buarque.

A programação musical terá ainda artistas da região, como Padre Edinaldo, Banda Espartas, Marcos Abaga, Trio Baianado, Laís Marques, Reginaldo Natureza, Rodney Roque, Banda Bruta Raça, Ronara Criola e Grupo Rayô.

SERVIÇO
O QUÊ: 6º Festival Sabores de Itacaré
QUANDO: 25 a 28 de julho, a partir das 17h
ONDE: Itacaré (BA)
VALOR: Aberto ao Público

Fonte: Bahia Notícias.


Itacaré vai realizar no próximo domingo, dia 07, a partir das 8 horas da manhã, o 8º Pau de Sebo, um evento cultural e beneficente que contará com apresentações artísticas, brincadeiras e a venda de comidas e bebidas típicas. O evento acontecerá na avenida castro Alves, na orla da cidade, e a proposta é de reunir itacareenses e turistas numa grande festa que já faz parte da tradição do município. A realização é da comunidade local e Paróquia de São Miguel Arcanjo, com o apoio da Prefeitura de Itacaré.

A festa começa logo cedo, às 8 horas da manhã, com a tradicional feijoada. Logo depois acontecerão brincadeiras tradicionais, apresentação de quadrilhas juninas, sorteio do balaio e o Pau de Sebo. Já na parte cultural o evento contará a apresentação dos cantores Andrezão, Xote Ela & Eles e Ivanildo Colceição. E durante o dia serão comercializadas bebidas e comidas típicas, a exemplo do caruru.

A renda adquirida com a festa será destinada para a 2º etapa da campanha de restauro do Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo, um dos patrimônios históricos, artísticos e culturais de Itacaré. Nessa etapa está sendo feita a substituição de todo o forro. Para garantir recursos para a realização dos serviços a Paróquia de São Miguel está realizando a campanha “A Fé Restaurada”, onde todos podem fazer doações através de depósitos no Banco do Brasil, agência 4105-X, conta corrente 7034-3, CNPJ 16.628.433/0016-14, ou na secretaria da Paróquia.

Entenda a brincadeira:
Pau de sebo

O objetivo da brincadeira é subir até o topo de um tronco de madeira, cuja altura pode chegar até mais de 8 metros. Não seria tão difícil, se este antes não tivesse sido lixado até ficar bem liso e lambuzado de graxa ou sebo de boi, para tornar-se bem escorregadio. Daí o nome pau-de-sebo.

No ponto mais alto, são colocados um prêmio em dinheiro, prendas ou um sino que deve ser tocado por quem conseguir alcançá-lo.

Na escalada, não se pode usar nada, além da cara e coragem para pagar o mico. Para sair vitorioso, o segredo é subir mais do que se desce. Se a vitória é improvável, pois tem contra si a lei da gravidade, uma coisa é certa: o participante vai ter de se melar e é isso o que garante a diversão.


Centenas de estudantes, professores, comerciantes e moradores dos mais diversos bairros de Itacaré participaram do Desfile Cívico do Dois de Julho, uma tradição que completou 60 anos de história, revivendo as lutas pela Independência da Bahia. Vestidos com personagens que marcaram a luta, os participantes promoveram um verdadeiro mergulho na história do Brasil, desde os índios que aqui estavam, a chegada dos portugueses, as batalhas pela independência e os grandes heróis e heroínas, guerreiros qeu fizeram a diferença no sonho de liberdade. O desfile teve ainda a participação da Fanfarra de Percussão de Taboquinhas (Fanpet) e o grupo de capoeira Filhos de Zumbi.

O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, informou que a proposta foi justamente essa, de manter a tradição de 60 anos, fazer um resgate na história e incentivar os alunos e a comunidade para a busca do conhecimento sobre os grandes guerreiros baianos. E esse ano o Dois de Julho de Itacaré homenageou Dona Nery Quadros, personalidade que foi uma das fundadoras do desfile, mantém viva até hoje a tradição e que faz questão de contar essa história da Independência da Bahia.

O desfile foi realizado pela Prefeitura de Itacaré, através das secretarias de Educação e Juventude, Esporte e Cultura, com o apoio da comunidade e da Polícia Militar. A concentração do desfile foi às 15 horas na Praça do Canhão, seguindo às 16 horas pela Avenida Castro Alves, orla da cidade, passando pelas ruas e encerrando novamente na Praça do Canhão com rodas de capoeira e o tradicional samba de roda feito pelas baianas vestidas a caráter. Como manda a tradição, na orla houve uma breve parada para contar um pouco da história de cada uma das personagens. Tudo isso com a presença da personagem Catita, a cabocla símbolo do desfile de Itacaré.

HISTÓRIA – Contam os historiadores que a declaração de independência feita por Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.

No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal.


O município de Itacaré está comemorando 60 anos de tradição do desfile do Dois de Julho, um momento cívico que todos os anos reúne crianças, jovens e adultos de diferentes bairros da cidade para relembrar a história da Independência da Bahia. A concentração do desfile será às 15 horas na Praça do Canhão, seguindo às 16 horas pela Avenida Castro Alves, orla da cidade, passando pelas ruas e encerrando novamente na Praça do Canhão com o tradicional samba de roda feito pelas baianas vestidas a caráter.

A proposta é mais uma vez reunir a comunidade, crianças e pessoas que fizeram parte da história do Dois de Julho de Itacaré, uma tradição iniciada em 1959 e que todos os anos relembra os mártires da independência da Bahia. Vestidos de personagens que fizeram parte da história da independência, alunos, professores, empresários e representantes dos mais diversos segmentos de Itacaré vão às ruas para manter a tradição e comemorar um dos grandes momentos da história do Brasil.

O desfile é realizado pela Prefeitura de Itacaré, através das secretarias de Educação e Juventude, Esporte e Cultura, com o apoio da comunidade e é acompanhado pela Fanfarra do Município. Como manda a tradição, na orla haverá uma breve parada para contar um pouco da história de cada uma das personagens. Tudo isso com a presença da personagem Catita, a cabocla símbolo do desfile de Itacaré.

HISTÓRIA – Contam os historiadores que a declaração de independência feita por Dom Pedro I, em 7 de setembro de 1822, deu início a uma série de conflitos entre governos e tropas locais ainda fiéis ao governo português e as forças que apoiavam nosso novo imperador. Na Bahia, o fim do domínio lusitano já se fez presente no ano de 1798, ano em que aconteceram as lutas da Conjuração Baiana.

No ano de 1821, as notícias da Revolução do Porto reavivaram as esperanças autonomistas em Salvador. As relações entre portugueses e brasileiros começaram a se acirrar, promovendo uma verdadeira cisão entre esses dois grupos presentes em Salvador. No dia 11 de fevereiro de 1822, uma nova junta de governo administrada pelo Brigadeiro Inácio Luís Madeira de Melo deu vazão às disputas, já que o novo governador da cidade se declarava fiel a Portugal.

Utilizando autoritariamente as tropas a seu dispor, Madeira de Melo resolveu inspecionar as infantarias, de maioria brasileira, no intuito de reafirmar sua autoridade. A atitude tomada deu início aos primeiros conflitos, que se iniciaram no dia 19 de fevereiro de 1822, nas proximidades do Forte de São Pedro. Em pouco tempo, as lutas se alastraram para as imediações da cidade de Salvador. Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora se tornaram os principais palcos da guerra.

O mais marcante episódio de desmando ocorreu quando um grupo português invadiu o Convento da Lapa e assassinou a abadessa Sóror Joana Angélica, considerada a primeira mártir do levante baiano. Mesmo com a derrota nativista, a oposição ao governo de Madeira de Melo aumentava. Devido à eficaz resistência organizada pelos defensores da independência e o apoio das tropas lideradas pelo militar britânico Thomas Cochrane, as tropas fiéis a Portugal acabaram sendo derrotadas em 2 de julho de 1823. O episódio, além de marcar as lutas de independência do Brasil, motivou a criação de um feriado onde se comemora a chamada Independência da Bahia.