O governo Michel Temer decidiu suspender o reajuste do Bolsa Família que pretendia anunciar em julho. O presidente queria conceder um aumento de 4,6% no benefício como um dos instrumentos para ganhar popularidade, mas a área econômica avaliou que, em meio à crise financeira, não há espaço no Orçamento para isso. Temer se reuniu na noite de quinta-feira (29) com o ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social), que comanda a pasta responsável pelo programa. No encontro, ficou definido que não seria possível anunciar o reajuste neste momento, como planejado. Segundo assessores do presidente, a decisão sobre o aumento do benefício foi adiada, sem data para que a discussão seja retomada. O Ministério do Desenvolvimento Social já comunicou à Caixa que não haverá mudança no valor dos pagamentos. O plano original do governo era anunciar um reajuste do Bolsa Família de 4,6% –um ponto percentual acima da inflação registrada nos últimos doze meses. Em maio, o ministro Osmar Terra disse à Folha que o aumento seria oficializado em julho. *FOLHA


De saída do governo, o ministro da Cultura, Marcelo Calero, acusa o ministro Geddel Vieira Lima ( Governo) de tê-lo pressionado a produzir um parecer técnico para favorecer seus interesses pessoais.

Em entrevista a Folha de São Paulo, Calero diz que Geddel o procurou pelo menos cinco vezes- por telefone e pessoalmente-para que o Iphan ( Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, aprovasse o projeto imobiliário La Vue Ladeira da Barra, nos arredores de uma área tombada de Salvador.

Nas palavras do agora ex-ministro, Geddel disse que pelo menos em duas dessas conversas possuir um apartamento no empreendimento que dependia de autorização federal para sair do papel.

Vaquejada 

Segundo o blog da Coluna do Estadão, outra razão que motivou a saída de Calero foi o impasse em torno do projeto, aprovado no Senado na semana passada, que dá à vaquejada status de manifestações da cultura nacional e os eleva à condição de patrimônio cultural imaterial do Brasil.

Com um relatório do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan) em mãos, o ministro chegou a pedir ao presidente Michel Temer que vetasse a lei. Encontrou obstáculos de ministros próximos ao presidente, que defendem ainda que Temer faça um evento grandioso para sancioná-la já que o tema teve muita repercussão com a manifestação de vaqueiros em Brasília.


O reforço na segurança pública será um dos pedidos do prefeito eleito de Itacaré, Antônio de Anízio (PT), ao governador Rui Costa. Segundo Anízio, a pedida é por “reforço do efetivo das polícias militar e civil, mais equipamentos e viaturas para garantir a segurança da população”.

Uma audiência está sendo agendada pelo prefeito eleito e o deputado estadual Rosemberg Pinto com o governador. Ele quer a construção de um Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) no município.

Anízio foi eleito para a Prefeitura de Itacaré, no último domingo (2), com 4.437 votos. Hoje, por meio de sua assessoria, prometeu montar secretariado “que reúna perfis técnico e político para que sua administração possa corresponder ao deseja da maioria da população”.

Uma das prioridades da gestão, segundo ele, é estabelecer diálogo com o trade turístico, fortalecendo o setor com “capacitação de mão de obra, criação de mais vagas e atração de mais investimentos em meios de hospedagem, o que inclui hotéis, pousadas”. (Pimenta)


O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou em encontro com sindicalistas nesta quinta-feira (8) que a reforma trabalhista vai formalizar jornadas diárias de até 12 horas. Hoje, contratos de trabalho de profissionais da saúde e vigilantes, entre outros, costumam ser questionados na Justiça, que não reconhece jornadas com mais de 8h ao dia. Esses profissionais costumam atuar 12 horas seguidas para 36 horas de folgas. A intenção, segundo O Globo, é aumentar a segurança jurídica de contratos que não seguem padrão da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Segundo o ministro, a expectativa é estabelecer um novo tipo de contrato, por horas trabalhadas, para que os empregadores possam contratar com jornada inferior à da CLT e pagar de maneira proporcional. “Precisamos oferecer às pessoas condições de ser formalizado para exercer uma atividade que lhe dê garantia de ocupação com renda e que ele seja feliz”, afirmou a O Globo.

Com esse contrato, o trabalhador pode ter vários contratos, receber FGTS, férias e 13º salário, todos proporcionais. Independente do contrato, o teto de 48h por semana (44h, mais 4h extras) não pode ser desrespeitado. A jornada poderá ser distribuída com acordo coletivo, em negociação entre empregadores e sindicato – não pode ser feita de maneira individual, entre funcionário e patrão. “Quando dizemos que queremos prestigiar a negociação coletiva, queremos justamente dar à representação sindical uma legitimidade. O acordo não pode ser individual, tem que ter o referendo da categoria”. O ministro diz que o governo não tem intenção de mexer em direitos dos trabalhadores. “Não há nenhuma hipótese de mexer no FGTS, no 13º salário, de fatiar as férias. O que trata de jornada semanal, nós não vamos mexer nisso aí. Vamos consolidar direitos”, garante. (Estadão)


A proposta foi entregue por Oliveira e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O texto foi enviado ao Congresso logo após a cerimônia de posse do presidente Michel Temer, no Senado.
Os demais parâmetros para a economia no próximo ano, que haviam sido divulgados pela equipe econômica no último dia 17, foram mantidos. A estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,8% para 2017.
A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos em um país) ficou em 1,6%. O projeto prevê taxa de câmbio média de R$ 3,40 no dólar para o próximo ano, contra R$ 3,50 em 2015, e de taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada de 12,1% ao ano em 2017, contra 14% neste ano. (Agência Brasil)

A imagem que você está vendo não é um campo de futebol todo esverdeado e sim o Rio de Contas, a maior bacia hidrográfica da Bahia.De acordo com o IBGE, o afluente abastece cerca de um milhão e trezentas pessoas em noventa e seis municípios. Por outro lado, o Rio de Contas pede socorro e vem definhando a um bom tempo. As mazelas são visíveis e um dos maiores problemas ainda é o esgoto que é despejado sem tratamento nas águas doces do Rio de Contas. Atravessando a ponte que liga Ipiaú ao Japomerim podemos visualizar também o quanto o rio tem secado, pois, além da lama que já formou serve de pasto para animais. Caso algo não seja feito, a futura geração, ou até mesmo a nossa, poderá ter prejuízos imensos e tornar deserto o que era caudaloso. * informações Vicente Andrade.


O governador Rui Costa determinou um corte nos gastos públicos, de acordo com decreto assinado nesta terça-feira, 17. A medida atinge as despesas com terceirização, viagens, telefonia, água e energia elétrica. Os cortes variam entre 10% e 30% do que é gasto atualmente com a prestação desses serviços. Além disso, o governador determinou a suspensão de novos contratos de transporte, licitações, capacitação e treinamento de servidores. O decreto também proíbe a nomeação para cargos em comissão que estejam vagos ou que vierem a vagar a partir de agora. A previsão é de economia de R$ 200 milhões. De acordo com o governador, a redução tem o objetivo de garantir a regularidade no pagamento dos servidores. *A Tarde.