Cerca de 04 homens fortemente armados interceptaram, nesta quarta-feira (06), por volta das 7h, na altura do Posto Santo Antônio, na BR-101, à cerca de 35km de Itabuna, o gerente e mais dois funcionários do Banco do Brasil de Ibirapitanga. Segundo informações da 61ª CIPM/Ubaitaba, os servidores da agência bancária, que fazem o trajeto diariamente para o trabalho, viajavam em direção a Ibirapitanga num Peugeot, de cor preta, quando foram interceptados por homens armados que estavam num Onix, de cor esverdeada. Os bandidos fizeram o trio de refém, seguiram em direção à Agência Bancária e amarraram um colete com suposto material explosivo no gerente, que seria acionado por celular, obrigando-o a entrar na agência e retirar uma quantia ainda não informada. Após receber os valores, os bandidos ainda levaram o gerente da agência e o libertaram horas depois na BR-101, nas imediações do distrito de Itamarati. Os servidores do Banco do Brasil, que não foram feridos durante o sequestro, foram ouvidos na Delegacia Territorial de Ibirapitanga. Policiais da 61ª CIPM/Ubaitaba, CIPE Cacaueira e Rondesp realizam diligências para tentar prender os bandidos. *As informações são do Ubatã Notícias


 

Uma índia recém-nascida foi resgatada depois de ser enterrada viva pela família dela, nessa terça-feira (5), em Canarana, a 838 km de Cuiabá. A Polícia Militar informou ter recebido uma denúncia de que um bebê havia morrido logo após o parto e tinha sido enterrado no quintal de uma casa, sem passar pelo Instituto Médico Legal (IML), e chamou a Polícia Civil. A família disse à polícia que achou que a criança estivesse morta e que, por isso, a enterrou. O bebê, tido como morto, estava enterrado em uma cova de 50 centímetros de profundidade.

A polícia descobriu que a recém-nascida estava viva no momento em que os policiais cavavam para retirar o corpo do local. Segundo a Polícia Civil, o bebê foi internado e o estado de saúde dele é considerado bom. A mãe do bebê tem 15 anos e deu à luz no banheiro de uma casa da família de indígenas, que vive na zona urbana de Canarana. O parto teria ocorrido ao meio-dia de terça-feira. Leia mais no G1


O salário mínimo de 2019 pode ser menor que o previsto inicialmente pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano (PLDO 2019). Segundo nota técnica das consultorias de Orçamento, Fiscalização e Controle (Conorf) e de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados, com uma previsão menor para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o salário mínimo de 2019 deve passar para R$ 998,00. Atualmente, o valor do mínimo é de R$ 954,00.

Quando enviou o PLDO 2019 em 12 de abril, o governo previu um salário mínimo de R$ 1.002,00 para o próximo ano. Mas essa conta levava em consideração um INPC de 3,8% para 2018 mais um PIB de 1% de 2017. Lembrando que, desde 2012, a fórmula para a correção do salário mínimo prevê a aplicação da soma da variação do INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB de dois anos antes.

Essa estimativa para o INPC foi revista para 3,3%, o que justifica a queda no valor do mínimo. Segundo a nota técnica das consultorias da Câmara, o impacto líquido desse reajuste nas contas da União é estimado em R$ 13,4 bilhões para ano que vem. O impacto estimado anteriormente com o reajuste para R$ 1.002,00 era de R$ 16,8 bilhões. (Msn)


A partir desta quarta-feira (06), a Petrobras irá reduzir o preço da gasolina nas refinarias em 1,35% 6. Com o reajuste, o litro da gasolina A nas refinarias passará de R$ 1,9976 para R$ 1,9706, segundo informou a companhia. Já o preço do diesel seguirá em R$ 2,0316 o litro nas refinarias até o dia 7 de junho, conforme ficou estabelecido pelo programa de subvenção ao combustível anunciado pelo governo, que prevê redução de R$ 0,46 no preço do diesel por 60 dias. O repasse dos preços cobrados nas refinarias para as bombas depende das distribuidoras e dos donos dos postos. Nas últimas semanas, os cortes anunciados pela Petrobras não foram sentidos pelos consumidores, em meio à crise de abastecimento provocada pelos protestos dos caminhoneiros.


Uma abordagem iniciada por quatro policiais militares, no último domingo (3), causou a revolta de dezenas de pessoas no Centro Histórico de Salvador. Elas presenciaram uma tentativa desastrada de condução de um jovem, flagrado com um cigarro de maconha, no Largo do Santo Antônio Além do Carmo.

A confusão por conta de um baseado terminou ainda com uma mulher, segundo as testemunhas, grávida, agredida por um dos PMs a tapas, socos e puxões de cabelo.

“Fazendo isso com um usuário de maconha. Vai atrás do traficante”, brada uma das testemunhas que tem áudio captado no vídeo. As reações contrárias à abordagem são diversas, conforme mostra um vídeo de 11 minutos gravado por uma turista alemã e obtido pelo CORREIO.

“Ridículo! Covardia!”, comenta outro rapaz, no momento em que os policiais tentam colocar o jovem dentro da viatura do 18º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Centro Histórico). “Chega! Chega! Chega!”, gritam em coro algumas pessoas, com a continuidade da abordagem truculenta.

“Se fosse um gringo você não estava fazendo isso”, comenta outra testemunha.

Diante da forma violenta como o jovem é abordado e revistado, mesmo em praça pública, durante os festejos da Trezena de Santo Antônio, as pessoas o aconselham a não entrar na viatura, já que fora dali o tratamento poderia ser ainda pior. O jovem, não identificado, resiste, e chega a perguntar se pode ser acompanhado até a delegacia por uma mulher que está por perto.

Mulher agredida
Sete minutos depois do início da gravação, quando o jovem está prestes a ser colocado à força nos fundos da viatura, os apelos da população para que ele não aceite ir com os policiais aumentam. “Não entre, não, que isso é covardia”, dizem algumas testemunhas, se dirigindo ao rapaz. Algumas sugerem que ele pode ser morto.

Isso irrita um dos policiais, que parte para cima de uma mulher, dando-lhe um tapa na cara, seguido de outras agressões como socos e puxões de cabelo. Assista a partir deste momento.

“Oxente, rapaz!”, brada um homem, incrédulo com a atitude do PM. Outras pessoas informam que a mulher é gestante, mas as agressões continuam e ela é puxada para perto da viatura também, pelos cabelos.

Na confusão, parte do uniforme do PM cai e a mulher é retirada do local por outras pessoas, que pedem calma aos policiais. Segue a revolta e incredulidade geral quando o rapaz suspeito de portar drogas volta a ser agredido por não querer ser conduzido.

“Imagina o que esses caras fazem quando não tem câmera”, comenta uma testemunha.

Segundo testemunhas, apesar da resistência, o jovem foi conduzido pelos PMs para uma UPA, e depois para a delegacia, de onde foi liberado uma hora depois.

Corregedoria apura
Em nota, o Departamento de Comunicação da Polícia Militar informou que está analisando as imagens para decidir o que fará daqui para frente.

“O vídeo foi encaminhado para a Corregedoria da PM para ser submetido à análise. A PMBA apura com rigor todo comportamento policial militar que fuja à técnica, pois casos isolados não podem comprometer o bom desempenho de toda a tropa”, afirma o comunicado. Os policiais envolvidos não tiveram os nomes divulgados. (Correio24hrs)


Dentre as 27 unidades federativas do país, a Bahia é a que mais registra homicídios de pessoas entre 15 a 29 anos de idade. De acordo com dados do Atlas da Violência, produzido pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgado nesta terça-feira (5), foram 4.358 homicídios de jovens em 2016 no estado. De 2006 a 2016, houve um aumento de 123,8% nos homicídios, quinto maior aumento do país. Também foi registrado um acréscimo de 22,5% no número de homicídios de 2015 para 2016. O número de homicídios por estado foi resultado da soma dos óbitos causados por agressões mais intervenção legal. O registro segue a tendência do país, que superou o patamar de trinta mortes por 100 mil habitantes pela primeira vez na história. São cerca de 60 mil a 65 mil casos por ano. Ainda de acordo com o Atlas, 11 estados apresentaram crescimento gradativo da violência letal nos últimos 10 anos, sendo que, com exceção do Rio Grande do Sul, todos se localizam nas regiões Norte e Nordeste do país.(G1)