A deputada federal Tia Eron (PRB-BA) foi alvo de um protesto na manhã desta terça-feira (10), em um voo da TAM, partindo de Salvador com destino a Brasília, por volta das 10h55. Um grupo que se dirigia à 4ª Conferência Nacional de Política para Mulheres se manifestou com palavras de ordem contra a parlamentar, em menção ao momento do seu voto contra o impeachment na Câmara dos Deputados. Na ocasião, ela se manifestou favorável ao processo e se disse “a voz da mulher negra e da mulher nordestina, que não quer mais a migalha do governo federal porque tem dignidade para trabalhar e para vencer”. “Ô Tia Eron, ninguém aguenta, não vá dizer que você me representa”, gritavam as mulheres. “Não represento mesmo. Nunca votaram mim. Eu sou do PRB, da linha do Democratas, do PFL, é fato. Estou falando de histórico, de trajetória; nunca fui PT, nunca fui PCdoB, nunca fui comunista. O que elas dizem, que eu não as represento, é a maior verdade e eu aceito muito. Vivemos em um país democrático, livre. Respeito elas e aceito tranquilamente, com muita naturalidade. É o preço de viver em uma democracia”, afirmou a deputada, já em Brasília. De acordo com Tia Eron, as manifestações se concentraram antes da decolagem e no momento de desembarque. Apesar de aceitar o posicionamento das passageiras, defende que suas convicções também sejam respeitadas. “Eu sou uma mulher negra e tenho uma concepção totalmente diferente, mas milito na questão racial e na questão da mulher. Somos iguais, com pensamentos diferentes”, argumentou. O deputado federal Jutahy Magalhães (PSDB-BA) também estava no voo.(BN)


O presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu nesta segunda-feira (9) anular a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff realizada na Casa no dia 17 de abril.  Ele acolheu pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Waldir Maranhão substituiu Eduardo Cunha na presidência da Câmara na semana passada depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu afastar o peemedebista do comando da casa legislativa. O deputado do PP votou contra a continuidade do processo de impeachment na votação da Câmara, descumprindo decisão de seu partido, que havia fechado questão a favor do afastamento da presidente da República.

No despacho no qual anulou a votação da Câmara, Maranhão marcou uma nova votação, para daqui a 5 sessões do plenário da Casa, para os deputados federais voltarem a analisar o pedido impeachment. O prazo começa a contar no momento em que o processo for devolvido para a Casa pelo Senado.  (G1)

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada por Maranhão: 

“1. O Presidente da Comissão Especial do Impeachment do Senado Federal, Senador Raimundo Lira, no dia 27 de abril do corrente ano, encaminhou à Câmara dos Deputados, ofício em que indagava sobre o andamento de recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União contra a decisão que autorizou a instauração de processo de impeachment contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff.

2.Ao tomar conhecimento desse ofício, tomei ciência da existência de petição dirigida pela Sra. Presidente da República, por meio da Advocacia-Geral da União, em que pleiteava a anulação da Sessão realizada pela Câmara dos Deputados, nos dias 15, 16 e 17 de abril. Nessa sessão, como todos sabem, o Plenário desta Casa aprovou parecer encaminhado pela Comissão Especial que propunha fosse encaminhada ao Senado Federal para a eventual abertura de processo contra a Sra. Presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade.

3. Como a petição não havia ainda sido decidida, eu a examinei e decidi acolher em parte as ponderações nela contidas. Desacolhi a arguição de nulidade feita em relação aos motivos apresentados pelos Srs. Deputados no momento de votação, por entender que não ocorreram quaisquer vícios naquelas declarações de votos. Todavia, acolhi as demais arguições, por entender que efetivamente ocorreram vícios que tornaram nula de pleno direito a sessão em questão. Não poderiam os partidos políticos ter fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções pessoais e livremente. Não poderiam os senhores parlamentares antes da conclusão da votação terem anunciado publicamente os seus votos, na medida em que isso caracteriza prejulgamento e clara ofensa ao amplo direito de defesa que está consagrado na Constituição. Do mesmo modo, não poderia a defesa da Sra. Presidente da República ter deixado de falar por último no momento da votação, como acabou ocorrendo.

4. Também considero que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por Resolução, por ser o que dispõe o Regimento Interno da Câmara dos Deputados e o que estava originalmente previsto no processamento do impeachment do Presidente Collor, tomado como paradigma pelo STF para o processamento do presente pedido de impeachment.

5. Por estas razões, anulei a sessão realizada nos dias 15, 16 e 17 e determinei que uma nova sessão seja realizada para deliberar sobre a matéria no prazo de 5 sessões contados da data em que o processo for devolvido pelo Senado à Câmara dos Deputados.

6. Para cumprimento da minha decisão, encaminhei ofício ao Presidente do Senado para que os autos do processo de impeachment sejam devolvidos à Câmara dos Deputados.

Atenciosamente,
Deputado Waldir Maranhão
Presidente em exercício da Câmara dos Deputados”


Para ter a saída temporária de Dia das Mães, Suzane von Richthofen teve que informar às autoridades o endereço onde ficaria. O Fantástico apurou que a localização dada pela jovem era falsa. Com a constatação, a Justiça mandou prender novamente Suzane. Condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, Suzane von Richthofen deixou a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, a P1 feminina de Tremembé (SP), na manhã de quarta-feira passada (4), um dia antes das demais presas.


O grande sortudo que ganhou uma Geladeira Consul Duplex 2 Portas Frost Free 340 Litros no primeiro sorteio da Campanha CDL de Itacaré é D+, que aconteceu na manhã deste sábado na Praça São Miguel, transmitido ao vivo pela Itacaré FM, foi srº Kelmane D. Fontes, do Capitão – Zona Rural de Itacaré. E a loja onde ele realizou a compra foi a Rural Vet Casa & Construção, situada Rua João de Souza, 137, no Centro de Itacaré. Telefone:(73) 3251-2246.

Esse é o primeiro de três sorteios da Campanha, o próximo será dia 11 de Junho – dia dos Namorados e o último dia 25 de Junho – São João. Até lá continue comprando e fortalecendo o comercio de Itacaré, e ainda concorrendo a vários prêmios. E para participar é muito fácil, é só comprar qualquer item a partir de R$; 20,00 nas lojas participantes da Campanha, facilmente identificada com o banner da campanha, preencher o cupom, depositar na urna da campanha e torcer.

 

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Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) comprovaram que a bactéria Wolbachia, quando presente no mosquito Aedes aegypti, é capaz de reduzir a transmissão do zika vírus. Publicado em 4 de maio, na revista científica Cell Host & Microbe, o estudo integra o projeto “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil”.

Trazido ao País pela Fiocruz, o projeto estuda o uso da bactéria Wolbachia como uma alternativa natural, segura e autossustentável para o controle de dengue, chikungunya e zika. A pesquisa traz, ainda, dados inéditos sobre a capacidade da Wolbachia de reduzir a replicação do vírus no organismo do mosquito. O projeto conta com a participação de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz-Minas).

O estudo usou quatro grupos de mosquitos Aedes aegypti: duas gaiolas continham mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia, criados em laboratório pela equipe do projeto, e duas gaiolas com insetos sem a bactéria, coleados no Rio de Janeiro. Todos eles foram alimentados com sangue humano contendo duas linhagens do zika vírus circulantes no Brasil: metade das gaiolas recebeu sangue com uma cepa isolada em São Paulo, enquanto a outra, com cepa isolada em Pernambuco.

Os cientistas acompanharam os mosquitos ao longo do tempo. Depois de 14 dias do contato com o vírus, os especialistas coletaram amostras de saliva de dez mosquitos com Wolbachia e de dez mosquitos sem Wolbachia. O objetivo era infectar 160 Aedes e analisar se eles seriam infectados pelo vírus presente nas salivas.

O resultado foi animador: nenhum dos 80 mosquitos que recebeu saliva deAedes com Wolbachia se infectou com o zika vírus. Por outro lado, 85% dos mosquitos que receberam saliva de Aedes sem Wolbachia ficaram altamente infectados.

“Por mais que a saliva dos Aedes aegypti com Wolbachia apresentasse partículas virais de zika, em nenhum caso a saliva foi capaz de infectar outros mosquitos. Esses dados são similares ao efeito anteriormente observado sobre o potencial de transmissão do vírus dengue por Aedes aegypti com Wolbachia. Isso nos mostra que o uso de mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia também tem potencial para ser utilizado para controle da transmissão do zika vírus”, destaca o pesquisador Luciano Moreira, coordenador do estudo e líder do projeto “Eliminar a Dengue: Desafio Brasil”.

Na competição interna, mais vitórias da Wolbachia

Para verificar se o zika vírus conseguiria se disseminar pelos tecidos dos mosquitos, amostras de abdômen e cabeça/tórax foram analisadas por meio da técnica de RT-PCR. Para isso, foram analisados quatro grupos de 20 insetos com e sem Wolbachia, em dois momentos.

Sete dias após a ingestão do sangue infectado com a cepa de Pernambuco, os especialistas constataram que no grupo de insetos com a bactéria, em relação ao de mosquitos sem a bactéria, houve uma redução de 35% na replicação do zika vírus no abdômen e de 100% na cabeça/tórax.

Catorze dias após a infecção inicial, as reduções foram de 65% e 90%, respectivamente. No grupo que recebeu sangue infectado com a cepa de São Paulo, após sete dias, as reduções atingiram os índices de 67% e 95%, no abdômen e na cabeça/tórax, e 68% e 74%, nos mesmos tecidos, após 14 dias.

“Ainda não se sabe o que acontece no organismo do mosquito com Wolbachia quando ele é infectado com o zika vírus, por exemplo. No entanto, percebemos que, nessa competição, a bactéria leva a melhor. Ela consegue reduzir a replicação do vírus”, avalia Luciano.

O estudo foi além: os pesquisadores coletaram amostras de saliva de 20 Aedes aegypti com Wolbachia e de 20 Aedes aegypti sem Wolbachia que receberam sangue infectado com a cepa isolada de Pernambuco. Essa coleta foi realizada 14 dias após a ingestão do vírus, período em que, segundo a literatura, o patógeno já teria se espalhado completamente pelo organismo do inseto e chegado à glândula salivar.

O objetivo era demonstrar o percentual de vírus que conseguiria chegar até esse estágio, momento em que o Aedes se torna capaz de transmitir o vírus. Aqui, mais um resultado animador: em 55% dos mosquitos com Wolbachia não havia positividade para o zika vírus.

“Na natureza, ao picar um indivíduo infectado, o mosquito também se infecta. O vírus, então, irá percorrer um longo caminho por todo o corpo do inseto até chegar à glândula salivar. Alcançar um resultado que demonstra que mais da metade dos Aedes com Wolbachia sequer apresentarão zika na saliva, caso sejam infectados, reforça ainda mais o potencial de utilização em larga escala que essa estratégia apresenta”, pondera o coordenador do projeto no Brasil.

No País, a iniciativa sem fins lucrativos teve início em 2012 e realiza estudos de campo nos bairros de Tubiacanga, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e em Jurujuba, em Niterói. O resultado mais recente divulgado pelo projeto mostrou que 80% dos mosquitos Aedes aegypti dessas localidades possuíam a bactéria Wolbachia, ao final dos estudos de campo realizados entre agosto de 2015 e janeiro de 2016. As informações são do Portal Brasil*


A história da tia que teve uma foto íntima vazada acidentalmente por uma criança, seu sobrinho, tomou grandes proporções e se espalhou rapidamente pelas redes sociais. Nesta sexta-feira (06), Rita Pires, produtora de eventos de Riachão do Jacuípe, procurou o VN para explicar que ela é a protagonista da história e esclarecer que a foto espalhada no WhatsApp é falsa.

“Percebi que havia a minha história estava sendo divulgada com a foto de outra pessoa. Um advogado me alertou que essa pessoa poderia inclusive me processar alegando que eu usei a foto dela e espalhei”, disse, ao explicar que o áudio em que pede desesperadamente foi espalhado associado com uma foto falsa, em que outra mulher aparece nua. “Na foto falsa, tem uma mulher nua. Na minha foto eu estou de camisola”.

Rita explicou que a foto vazou no sábado (23) e na semana seguinte se espalhou rapidamente pela cidade e municípios vizinhos. “Mandei para meu namorado, mas deixei na galeria do meu celular. Dei meu celular no domingo pra meu sobrinho brincar, mas ele entrou em um grupo de WhatsApp e mandou várias fotos, inclusive essas. Tentei desligar a internet, mandei um áudio pedindo para que as pessoas apagassem a foto”, explicou.

“Na terça-feira algumas pessoas começaram a me procurar e perguntar se era eu. Adelmário Coelho me ligou e disse que chegou no grupo de forrozeiros. E tinha gente me ligando dizendo que a foto chegou em grupo de advogados etc… Cada hora uma pessoa me ligando. Quando foi ontem, alguém me ligou de Itaberaba perguntando se era eu e dizendo que eu estava em todos os blogs da região da Chapada”, falou.

Rita explicou que procurou a imprensa para tentar esclarecer que tudo não passou de um acidente. “Comércio no interior é problema. As pessoas acham que fiz isso de propósito para aparecer. No interior me prejudicou bastante. Eu estou preocupada porque está tomando uma proporção absurda, não sei mais o que fazer. Não para. Cada hora é uma coisa”, completou. (Varela Notícias)


O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki determinou nesta quinta-feira (5) o afastamento do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato de deputado federal. Relator da Lava Jato, o ministro concedeu uma liminar em um pedido de afastamento feito pela Procuradoria-Geral da República. e apontou 11 situações que comprovariam o uso do cargo pelo deputado para “constranger, intimidar parlamentares, réus, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar investigações”. Na peça, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou a classificar o peemedebista de “delinquente”. O peemedebista foi transformado em réu no STF, por unanimidade, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro sob a acusação de integrar o esquema de corrupção da Petrobras, tendo recebido neste caso US$ 5 milhões em propina de contratos de navios-sonda da estatal. Na Lava Jato, o deputado é alvo de outra denúncia, de mais três inquéritos na Corte e de outros três pedidos de inquéritos que ainda aguardam autorização de Teori para serem abertos. As investigações apuram o recebimento de propina da Petrobras e o uso do mandato para supostas práticas criminosas. “Ante o exposto, defiro a medida requerida, determinando a suspensão, pelo requerido, Eduardo Cosentino da Cunha, do exercício do mandato de deputado federal e, por consequência, da função de Presidente da Câmara dos Deputados”, diz trecho da decisão. Cunha será substituído por outro investigado na Lava Jato, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA). (Uol)