O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, publicou na manhã dessa segunda-feira (01) um decreto municipal com autorização para a flexibilização gradativa do comércio na próxima quarta-feira (3). A medida, aprovada pelo Gabinete de Crise e embasada por estudo técnico realizada pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), integra o projeto para a retomada da economia de Ilhéus desenvolvido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SDE) em 4 fases com a devida segurança e conforme o cenário a cada semana da pandemia do novo coronavírus.

Além dos mais de 30 seguimentos considerados essenciais que já estão em funcionamento, estão autorizados ao retorno das atividades os seguintes seguimentos a partir de quarta-feira (3): lojas como as de artigos esportivos e afins; artigos para casa, tecidos e aviamentos; joalheria e relojoaria; de vestuário, acessórios, calçados e afins; de móveis e colchões; agência de turismo e afins; concessionárias e revendas de veículos automotores; perfumaria e higiene pessoal; restaurantes e lanchonetes (sem consumo de bebida alcoólica no local); de suplementos alimentares e produtos naturais; antiguidades e objetos de arte; comércio varejista de bicicletas e triciclos, peças e acessórios. *Com informações do blog Ilhéus 24 horas


Mais uma comunidade da zona rural de Itacaré é atendida pela Prefeitura com o serviço de água encanada nas residências. Dessa vez o serviço de água nas casas chegou até a comunidade da Vila Morada de Israel, as chamadas Casinhas, um trabalho realizado pela Prefeitura de Itacaré, em parceria com a Câmara de Vereadores os moradores do local. O serviço foi feito em sistema de mutirão, com materiais, equipamentos e maquinários da Prefeitura e a parceria da mão de obra da comunidade. E no local agora é só alegria.

No total são cerca de 60 famílias de pequenos agricultores que moram no local e que já estão sendo beneficiadas com o serviço de água encanada gratuito em suas casas. De acordo com o prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, essa é mais uma reivindicação da comunidade do local que está sendo atendida pela Prefeitura. No local foi colocado um grande reservatório e realizadas as ligações para chegar até cada uma das casas e assim toda a comunidade possa estar contando com o serviço de água encanada em suas residências.

A Vila Morada de Israel, ou as Casinhas, como é mais conhecida, é um conjunto habitacional popular que fica no quilômetro 12 da rodovia Itacaré-Camamu. Para a comunidade, esse é mais um benefício da Prefeitura que vai trazer mais alegria, saúde e qualidade de vida para todos. “Cada vez mais a gente tem orgulho de morar em Itacaré, porque aqui a Prefeitura cuida da nossa gente e cada dia faz muito mais para beneficiar o nosso povo. Isso sim é motivo de alegria”, afirmou uma moradora da Vila Morada de Israel, feliz com o novo serviço na comunidade.

 


O “Fantástico” exibiu neste domingo (31) uma reportagem que mostrou fraudes com alguns nomes aprovados para receber os R$ 600 do auxílio emergencial, entregue pelo governo em meio à pandemia causada pelo novo coronavírus. Segundo a reportagem, dos 22 foragidos da Justiça mais procurados do País, 11 deles conseguiram a aprovação para o recebimento do auxílio. Entre os nomes estão o de Willian Moscardini, o Baixinho, condenado após o roubo a um carro de uma empresa de transportes de valor em 2017, Leomar de Oliveira Barbosa, braço direito de Fernandinho Beira-Mar, procurado desde 2018 e Álvaro Daniel Roberto, o Caipira, comparsa do traficante colombiano Juan Carlos Ramírez Abatia, foragido desde 2013. Além desses nomes, a reportagem mostrou ainda que golpes como o de pessoas se passando por outras que já morreram, além de presos que cumprem pena na cadeia também conseguiram a aprovação do benefício.


 

A Bahia tem cinco dos 10 municípios mais vulneráveis à Covid-19 no Brasil, segundo estudo do Instituto Votorantim. A cidade de Ubaitaba, Wanderley, Ibirataia, Sítio do Quinto, Jussiape integram o “top 10” da lista que avalia 5.570 cidades brasileiras. O estudo utilizou como critérios para a avaliação questões socioeconômicas, tamanho da população idosa, taxa de urbanização, estrutura e organização do sistema de saúde, capacidade fiscal da administração municipal, entre outros.

Wanderley, localizado na Bacia do Rio Grande, é o município brasileiro com o segundo maior índice de vulnerabilidade. A estrutura do sistema de saúde na região pesou para o desempenho ruim da cidade no ranking. Segundo o Instituto Votorantim, a microrregião do Cotegipe não possui leitos de UTI para o tratamento da Covid-19.

Ibirataia, no território de identidade do Médio Rio de Contas, é o segundo município baiano com pior desempenho no estudo. A autonomia fiscal da administração foi o fator que mais pesou para o resultado. Além disso, apenas 11,62% da população local encontra-se empregada.

Ubaitaba, no território de identidade do Litoral Sul, enfrenta tanto a questão do desemprego quanto uma gestão fiscal desequilibrada. O Instituto Votorantim deu “nota zero” à autonomia fiscal do município, o que contribuiu para o desempenho ruim no ranking. Para o Instituto Votorantim, os cinco municípios baianos menos vulneráveis para o enfrentamento da Covid-19 são, na ordem, Dias D’Ávila, Candeias, São Francisco do Conde, Camaçari e São Desidério.

Sítio do Quinto, localizado nas proximidades de Jeremoabo, enfrenta dois graves problemas que aumentam sua vulnerabilidade diante da Covid-19: a falta de leitos de UTI na região e a grande percentagem de população desempregada. Segundo o estudo, apenas 8,47% da população possui uma ocupação.

Em Jussiape, na Chapada Diamantina, além de haver uma pequena parcela da população ocupada, o rendimento médio dos trabalhadores não ultrapassa 1,4 salário mínimo. O estudo deixa claro que a questão de renda é um fator fundamental para a vulnerabilidade diante da pandemia. *Informações do Bahia Notícias


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (28), que o governo deve propor uma quarta parcela do auxílio emergencial, atualmente em R$ 600, mas que o valor ainda está em estudo pelo governo, que poderá reduzi-lo. O presidente realizou a conhecida live em suas redes sociais. “Nós já estudamos uma quarta parcela com o Paulo Guedes. Está definindo o valor, para ter uma transição gradativa e que a gente espera que a economia volte a funcionar”, afirmou Bolsonaro.

O auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o benefício. Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicas cerca de R$ 48 bilhões, de acordo com a Agência Brasil.


Uma alteração na lei que criou o auxílio emergencial de R$ 600 pode fazer com que o dinheiro seja apenas um empréstimo para os beneficiários que se recuperarem financeiramente ao longo do ano. Por conta de uma mudança feita pelo Senado e sancionada pelo presidente Bolsonaro (sem partido), quem receber ao longo de 2020 mais que o limite de isenção do Imposto de Renda (IR) terá que devolver integralmente em 2021 o auxílio que recebeu —inclusive o dos dependentes. As parcelas do auxílio não entram no cálculo da renda anual. Atualmente, não paga IR quem recebeu até R$ 28.559,70 no ano inteiro, com salários, aposentadorias ou aluguéis, por exemplo. Esse valor pode mudar para a declaração do ano que vem, mas ele não é atualizado desde 2015.


O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (28) o projeto que prevê ajuda financeira a estados e municípios. O texto foi publicado no “Diário Oficial da União. Bolsonaro acolheu os vetos sugeridos pela equipe econômica do governo. Ele barrou um trecho que abria exceções sobre o congelamento do salário de servidores e outro que permitia a suspensão do pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais.

O projeto também prevê a suspensão de dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras e que venceriam neste ano.

O socorro acontece em meio aos impactos causados por conta da pandemia do novo coronavírus. Com isso, serão transferido R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. Desta cifra, R$ 50 bilhões serão uma compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para estados e DF; R$ 20 bilhões para municípios) e R$ 10 bilhões para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para estados e DF; R$ 3 bilhões para municípios).