A Juventus garantiu sua classificação para a grande final da Liga dos Campeões ao empatar em 1 a 1 com o Real Madrid, nesta quarta-feira, no estádio Santiago Berbabeu, depois da vitória por 2 a 1 na partida de ida, e decidirá o título com o Barcelona.

Cristiano Ronaldo abriu o placar de pênalti aos 22 minutos de jogo, e Álvaro Morata, cria das categorias de base do Real, anotou o gol que eliminou os ‘Merengues’ aos 12 da etapa final.

No dia 6 de junho, em Berlim, a ‘Velha Senhora’ disputará a oitava final de Champions da sua história, a primeira em 12 anos, depois de conquistar dois títulos (1985 e 1996) e amargar quatro vice-campeonatos (1983, 1997, 1998 e 2003).

O estádio olímpico da capital alemã já foi o palco de outra grande conquista do futebol italiano, a Copa do Mundo de 2006, com a presença de Pirlo e Buffon, até hoje peças-chave da Juve. (Terra)


 

 

 

 

 

 

O surfe brasileiro vive uma das piores crises de sua história, mascarada pelo título de Gabriel Medina na última edição do Circuito Mundial (WCT). Nacionalmente, o esporte ainda tem gestão amadora e não consegue atrair patrocinadores, dificultando o desenvolvimento de novos talentos no deserto que a modalidade se tornou dentro do Brasil.
O WCT chega ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira com Adriano de Souza, o Mineirinho, na liderança do ranking após três etapas, e Filipe Toledo na terceira posição. Mas na base o País caminha no sentido contrário. As competições rareiam, o número de atletas diminui a cada evento e a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) vive clima de guerra política.
Como resultado, o Brasil já perdeu o antigo protagonismo nas competições da Associação Internacional de Surfe (ISA), entidade responsável pela organização das categorias de base do esporte, e o surgimento de uma nova Brazilian Storm é uma ilusão.
“Infelizmente o surfe amador está em mãos erradas. Pessoas querendo enriquecer às custas do nosso esporte, que ainda caminha de joelhos no País”, diagnostica Ricardo Toledo, bicampeão brasileiro da modalidade e pai de Filipinho Toledo, atleta de 19 anos vencedor da etapa de Gold Coast do WCT, a primeira da temporada. “E o pior, como serão as próximas gerações se não temos trabalho de base?”, questiona.
A Gazeta Esportiva mostrará os problemas do esporte que ganhou a atenção repentina do público no País em uma série especial de reportagens nesta semana. A guerra política do surfe nacional, o esvaziamento do Circuito Brasileiro e a dívida da CBS com a Associação Pan-Americana de Surfe (Pasa) serão expostos em capítulos diários.

O WCT, organizado pela Liga Mundial de Surfe (WSL), é a faceta profissional da modalidade com 11 eventos anuais em praias de todo o mundo apenas para os competidores de elite. Antes de estarem aptos a atuar neste nível, os atletas passam a infância e a adolescência disputando competições amadoras locais, nacionais e internacionais.
Ao menos deveriam. Medina, Mineirinho, Filipinho, Miguel Pupo e Alejo Muniz seguiram esse caminho, cada vez mais difícil para as novas gerações. O Circuito Brasileiro, promovido pela CBS e com etapas concentradas no Nordeste, já não consegue atrair os principais atletas do País.
Descontentes com a administração de Adalvo Argolo na entidade nacional, Estados como São Paulo e Santa Catarina pararam de enviar representantes aos torneios da CBS. Assim, a cadeia natural de evolução dos surfistas é interrompida, e muitos acabam desistindo da carreira, o que deve impactar o número de competidores de elite no futuro.
“Nossos atletas, que hoje estão entre as maiores estrelas do tour profissional, ganharam o mundo. A sorte é que tiveram patrocinadores, mas eles são um foguete sem rastro. Precisamos criar mecanismos para incentivar e colocar todos os nossos novos talentos na cola deles”, explica o diretor da divisão sul-americana da Liga Mundial de Surfe, Roberto Perdigão.
Mas a CBS não é capaz de criar esse rastro. Sem fundos e patrocinadores, a entidade mal consegue planejar um calendário nacional. Quando envia delegação a competições internacionais, não custeia a viagem dos atletas, obrigados a gastar o próprio dinheiro ou apelar aos parceiros pessoais para competir.

“A entidade não tem nada, não tem estrutura, sede. A gente procura manter os documentos em ordem para ficar com tudo em dia. A realidade é essa”, diz Adalvo Argolo, presidente da CBS . “No surfe ainda estamos muito amadores. Todos nós. E assumimos isso. Não sei se as outras entidades estão assumindo assim, mas precisamos melhorar em um contexto geral”.
Na temporada passada, o Circuito Brasileiro contou com quatro etapas, três no Nordeste, base política do presidente da CBS, e uma no Norte. O campeonato foi aberto em Fortaleza, em janeiro, prosseguiu em Salinópolis (PA), em março, Salvador, em maio, e Cabo de Santo Agostinho (PE), em julho. Os últimos cinco meses do ano não tiveram eventos.

Presidente da CBS, Adalvo Argolo atribui a falta de ação à escassez de verba e patrocínios
Presidente da CBS, Adalvo Argolo atribui a falta de ação à escassez de verba e patrocínios

Assim como no ano passado, em 2015 o Circuito Brasileiro ficará restrito a estas duas regiões. Ele começou em Salvador e teve a segunda etapa em Salinópolis. A terceira, ainda não divulgada pela CBS, deve ocorrer no primeiro fim de semana de junho em Pernambuco. A última, em agosto e possivelmente de novo na Bahia.
“O Circuito Brasileiro acabou, morreu. Só se esqueceram de enterrar. É coisa de má organização e São Paulo está fora, tirou o time de campo”, afirma Silvio da Silva, o Silvério, presidente da Federação Paulista de Surfe (FPS), que há três temporadas já não manda atletas para os eventos nacionais.
A situação do surfe amador no País prejudica os resultados internacionais, já que os atletas enviados às competições da ISA são selecionados pelo Circuito Brasileiro. Sem os melhores surfistas disputando os eventos internos, o País tem times mais fracos no exterior. A CBS tenta compensar o desnível com convites a competidores que não se classificaram pela temporada nacional, mas não é fácil encontrar algum que aceite custear a viagem.
No Campeonato Mundial júnior de 2014, no Equador, o Brasil ficou na quinta colocação geral, apesar de ter sido campeão e vice do sub-18 masculino com Luan Wood e Elivelton Santos, respectivamente. O País foi ao evento com dois atletas a menos do que as principais delegações.
Isso quando há equipe. Na última edição dos Jogos Mundiais da ISA no Peru, evento que marcou a comemoração dos 50 anos da entidade, a CBS não enviou representante. Segundo Adalvo Argolo, porque no mesmo período havia competições do WQS em Santa Catarina e na Bahia.

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Ricardo Toledo, pai de Filipinho, questiona futuro do Brasil na modalidade sem trabalho de base

São Paulo parou de mandar equipe ao Circuito Brasileiro amador por descontentamento com a gestão do mandatário nacional. Santa Catarina seguiu o mesmo caminho como protesto ao trabalho de Adalvo Argolo. Eleito em 2010 para um mandato de quatro anos, ele foi postulante único ao cargo em dezembro de 2013 e acabou reeleito com 12 votos, oito deles por procuração.
Apesar de reclamar da falta de prestação de contas de verbas captadas com o Ministério do Esporte e da má organização dos eventos, a oposição não montou chapa, nem compareceu à eleição, alegando já prever a maioria de votos por procuração.
“Não fui, nem fiz questão, cara. Por isso digo que tenho um pouco de culpa por ficar ausente do pleito. Mas também já sabia o que aconteceria. Um cara vai representando oito federações e ele (Adalvo Argolo) ainda tem o voto da Bahia, do Ceará e por aí vai. Fica difícil qualquer pessoa concorrer”, diz Fred Leite, mandatário da Federação Catarinense de Surfe (Fecasurf).
O dirigente da entidade sulista integrava a chapa de Adalvo em 2010 como vice-presidente, mas a deixou poucos meses depois de eleito. Segundo ele, o presidente “surtou” ao ouvi-lo levar reclamações de atletas, que estariam sem frutas para comer e água gelada para beber durante um evento disputado em calor intenso.
Institucionalmente, o País também desliza. Uma dívida de US$ 6 mil da CBS com a Associação Pan-Americana de Surfe (Pasa) impede a participação de brasileiros nas competições continentais e o voto nas assembleias da entidade. No último Pan com atletas nacionais, na cidade de Ilhéus (BA) em 2009, o título da categoria júnior foi conquistado por um surfista paulista de 15 anos de idade, Gabriel Medina.
“Há algum tempo o Brasil se desconectou dos ciclos internacionais, dos Mundiais da ISA. Os jovens surfistas brasileiros têm que sair para disputar esse tipo de evento. É um país com muito talento, há vários jovens que precisam de uma plataforma para ter exposição midiática e conseguir patrocinadores para seguir suas carreiras profissionais”, analisa o peruano Karin.

Mineirinho é carregado por Miguel Pupo: brasileiros transferiram para o WCT espírito de equipe
Mineirinho é carregado por Miguel Pupo: brasileiros transferiram para o WCT espírito de equipe

A dívida foi originada justamente na competição vencida pelo então jovem Medina em Ilhéus. O Brasil ganhou em 2007 o direito de receber a edição seguinte do evento, programada para 2009. A CBS, então presidida pelo paranaense Juca de Barros, cedeu a organização e promoção do campeonato à Federação Baiana de Surfe (FBS), cujo mandatário era Adalvo Argolo, à época vice da CBS.
O dirigente deveria arcar com os custos dos exames antidoping dos atletas e das passagens aéreas da presidente e do secretário da Pasa, mas segundo a entidade continental não o fez. Dois meses depois, assumiu a presidência da CBS sem reconhecer a dívida, deixando mais árido o terreno dos surfistas amadores brasileiros.
Outro oásis que não existe mais é o dos Jogos Sul-Americanos de Praia, que tiveram sua primeira edição em 2009. Naquele ano, Gabriel Medina, Alejo Muniz, Jadson André, Miguel Pupo (todos disputaram a temporada passada do WCT), Gabriela Leite e Camila Cássia se tornaram os primeiros surfistas a integrar uma delegação do Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Nos últimos Jogos de Praia, na cidade venezuelana de Vargas, em 2014, o surfe não teve representantes na equipe nacional, o que alguns dirigentes da modalidade enxergam como sintoma do enfraquecimento do esporte.
Segundo o COB, “dentro do planejamento estratégico que define as prioridades de investimento para este que é o ciclo olímpico mais importante da história do Brasil, decidiu-se na época não levar para os Jogos Sul-Americanos de Praia de Vargas as modalidades que não faziam parte dos programas olímpico e pan-americano”. Fora do estrelato do WCT, a tempestade do surfe nacional ainda é de areia.

Texto: André Sender e Bruno Ceccon/ Fonte: Gazeta Esportiva.
São Paulo (SP)


O meia Nathan, de apenas 19 anos, assinou contrato com o Chelsea nesta segunda-feira. O acordo é válido até 2020. Revelado pelo Atlético-PR e com passagens pelas seleções de base do Brasil, o jogador divulgou nas redes sociais o acerto com os Blues e já posou para fotos com a camisa de treino do time de José Mourinho em Londres.
– Um sonho está virando realidade! Agradeço primeiramente a Deus, que sempre iluminou o meu caminho, ao meu pai, que sempre acreditou no meu talento e foi um verdadeiro guerreiro, aos meus familiares e amigos, que sempre me deram apoio, e também ao Clube Atlético Paranaense, que fez parte dessa minha caminhada e onde eu passei seis anos da minha carreira. Obrigado ao Chelsea pela confiança em mim, farei o meu melhor para ajudar o time em busca de novas conquistas – escreveu o jovem.

Uma das principais revelações do Furacão nos últimos anos, o meia decidiu entrar na Justiça para deixar o clube em março, após a diretoria ter tentado prorrogar seu contrato assinado em 2012, baseada na Lei Pelé, de três para cinco temporadas. Nathan recusou e houve uma disputa na Justiça entre as partes. Em abril, atleta e clube chegaram a um acordo e suspenderam o processo após o Atlético-PR ter aceitado a proposta do Chelsea.
Nathan fez parte da Seleção que disputou o Sul-Americano Sub-20 neste ano, mas ficou fora da convocação para o Mundial Sub-20, que será disputado ainda em 2015 na Nova Zelândia. Segundo a imprensa inglesa, a transferência do meia custará 4,5 milhões de libras (cerca de R$ 22 milhões) ao Chelsea. (Globo Esporte)


Apesar de conquistar um ponto fora de casa diante do América-MG, por conta do empate em 1 a 1, os jogadores do Bahia não gostaram do resultado da partida. Isso porque o Tricolor teve muitas chances de marcar gols, as desperdiçou e acabou sofrendo o tento do adversário em uma falha do sistema defensivo.

Logo após a partida, o atacante Maxi Biancucchi cobrou mais atenção da equipe, mas elogio a atuação dos companheiros. “Tomamos um gol bobo de lateral, temos que corrigir. Temos que matar a jogada logo, deixamos o time crescer e não pode mais acontecer isso. Queríamos um triunfo, não conseguimos, mas fizemos um bom jogo”, disse o argentino.

O capitão Titi também seguiu a linha do gringo e parabenizou os companheiros. “Podíamos ter matado no primeiro tempo. Sabíamos que seria difícil, queríamos levar os três pontos para começar pontuando fora, mas acho que esse um ponto lá na frente vai ver o resultado disso aqui. Todos estão de parabéns pela dedicação e entrega. Agora é trabalhar para a partida de terça porque queremos classificar na Copa do Brasil”, completou o defensor.


Alexandre Gallo não é mais o técnico da seleção brasileira sub-20 e nem da sub-23, que será comandada por Dunga nas Olimpíadas de 2016.
A decisão foi tomada durante a semana e comunicada ao treinador nesta sexta-feira, em reunião na CBF. A entidade confirmou a informação em seu site oficial.

A saída de Gallo marca o fim de uma trajetória que começou em janeiro de 2013. Em dois anos e três meses como técnico e coordenador das seleções de base, Gallo comandou a Seleção sub-17 em 2013, sendo eliminado pelo México nas quartas de final. No mesmo ano, comandou também a Seleção sub-15.

Em dois anos, Gallo teve como conquista mais importante o bicampeonato do Torneio de Toulon, competição sub-21, em 2013 e 2014. Em 2015, ele comandou a Seleção sub-20 que ficou na quarta colocação no Sul-Americano da categoria.

Para a Seleção sub-20, já há um substituto: Rogério Micale, que comandava o Atlético-MG desde 2009, já se despediu dos jogadores do clube e aceitou a proposta da CBF. Ele foi campeão da Copa São Paulo de 2008 com o Figueirense. Ele terá 20 dias para preparar a Seleção sub-20 que disputa o Mundial da categoria, na Nova Zelândia, a partir do dia 30 de maio.


O Palmeiras não para de se reforçar. Na noite desta quinta-feira, o clube anunciou em seu site oficial um acordo com o meia Fellype Gabriel, que estava no Sharjah FC, dos Emirados Árabes.
Revelado no Flamengo, o jogador é um velho conhecido do técnico Oswaldo de Oliveira. Eles trabalharam juntos no Kashima Antlers, do Japão, em 2011, e no Botafogo, entre 2012 e 2013.
Fellype Gabriel está com 29 anos e irá realizar exames médicos na próxima segunda-feira antes de assinar contrato. Se der tudo certo, ele será o 21º reforço palmeirense para a temporada.
Depois de rescindir seu contrato nos Emirados no mês passado, o meia chegou a se tratar no Vasco de uma lesão na perna esquerda. O clube carioca tinha interesse na contratação do jogador, mas a pedida salarial impediu o acerto.

Apesar de ainda não ter assinado o contrato, Fellype Gabriel já falou como jogador do Palmeiras, em nota divulgada por sua assessoria de imprensa
– Mais um desafio na minha carreira. Vou trabalhar muito para reeditar a parceria de sucesso com o professor Oswaldo e os meus ex-companheiros da época de Botafogo. Conheço a ótima estrutura do Palmeiras e a força da torcida. Estou pronto para dar meu máximo e ajudar o clube a conquistar seus objetivos no ano – disse o meia.
– Aproveito a oportunidade para agradecer o Vasco, o Caprres e o fisioterapeuta Alex Evangelista pelo tratamento fantástico que recebi em São Januário. Agradecer também aos jogadores, funcionários e comissão técnica pelo carinho. Sem vocês, nada disso seria possível. Meu sincero agradecimento – completou Fellype Gabriel, em nota à imprensa. (Globo esporte)

Os outros 20 reforços do Palmeiras no ano foram:
Goleiro: Aranha
Laterais: Lucas, Egídio, Zé Roberto e João Paulo
Zagueiros: Vitor Hugo, Victor Ramos e Jackson
Volantes: Amaral, Arouca, Gabriel e Andrei Girotto
Meias: Cleiton Xavier, Robinho, Ryder e Alan Patrick
Atacantes: Dudu, Rafael Marques, Leandro Pereira e Kelvin