O Presidente da Federação Baiana de Surf Marcelo Barros foi recebido na manhã dessa quinta-feira em Valença pelo Presidente da ASV Ivan Teixeira, do Diretor de Cultura David Terra e do Secretário de Indústria e Comércio Paulo Martins.

Na pauta o assunto tratado foi a Etapa de Surf PRO/AM que deve acontecer no mês de outubro na famosa Praia do Guaibim no Município de Valença.

A Etapa do Guaibim faz parte do Circuito Baiano realizado pela Federação Baiana de Surf com apoio da ASV e trará para a Terceira etapa os melhores surfistas da Bahia e de outros estados.

Segundo o Presidente TEXX essa etapa tem um sabor especial por se tratar da volta da Federação para Valença que há muito tempo precisava ser palco de um evento Profissional de Surf.

O Guaibim vai receber Surfistas Profissionais além das categorias Sub 12, 14, 16, 18, Feminino, Master, Grand Master, Kahuna e Grand Kahuna.

As premiações serão em dinheiro, pranchas, troféus, e Kits. 🏆

Outra reunião está marcada para início de setembro para finalizar detalhes e definir data.


Lagoa Itatiaia, local onde ocorre a 3ª edição dos Jogos Radicais Urbanos. (Leonardo de França, Jornal Midiamax).

O atleta itacareense Jadson Santos, participando neste final de semana  da 3ª edição dos Jogos Radicais Urbanos, na Lagoa Itatiaia, em Campo Grande/MS, valida pelo campeonato brasileiro de Stand Up Paddle. 

Jadson Santos. (Leonardo de França, Jornal Midiamax).

 

Jadson Santos, 30 anos, atual quarto lugar no ranking Brasileiro, e foi participar da competição para elevar a pontuação e subir de posição. Ele cita que o custeio para vir até a capital sul-mato-grossense saiu de seu bolso, já que não há, por enquanto, gente disposta a patrocinar a atividade, afirma.

Diretor-presidente da Funesp (Fundação Municipal de Esporte), Rodrigo Terra, afirmou que o evento traz “um legado na lagoa, alo permanente”. “Queremos utilizar a lagoa com mais um espaço público para prática de esporte”. Ao menos 60 atletas participaram.

A 3ª Edição dos Jogos Radicais Urbano de Campo Grande/MS, conta com mais de 700 atletas nas modalidades de Stand Up Paddle, Mountain Bike e Corrida Pedestre. Fonte: Mídia Max.com.br


O atleta Itacareense Alberto Oliveira do Carmo Júnior, o “Juninho”, multicampeão, e umas das maiores revelações do esporte na atualidade, foi destaque desta semana do programa Conexão Bahia, da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo. O programa mostrou a história de superação que o atleta enfrenta todos dias para treinar e participar das competições.

Confira a reportagem completa.  Clicando no link: globoplay.globo.com/v/7831657/


Você já parou para pensar por que não há uma negra na elite mundial do surf? Incomodada com essa situação e vendo diversas negras brilhando no outside, a ex-surfista profissional e hoje apresentadora Érica Prado criou nas redes sociais a página @surfistasnegras. “Pensei: ‘Tá errado isso aí! O Brasil tem 54% de negros e pardos, a maioria mulher, e quase nenhuma com visibilidade no surf. Mesmo no mundo, não tem nenhuma negra na elite mundial?”, questiona Érica.

Depois de chegar à elite do surfe nacional em 2009 e não conseguir patrocínios para seguir a carreira, ela até insistiu no circuito nacional, mas decidiu investir nos estudos. Hoje ela trabalha por trás e à frente das câmeras do Canal Woohoo. “Quando competia, sentia falta de visibilidade no surf e achava que era falta de sorte mesmo. Depois, comecei a entender a sociedade, o racismo estrutural e percebi, dentro do circuito, como era mais difícil um patrocínio entre surfistas negras e nordestinas.”

Ela colocou então em prática o projeto @surfistasnegras, com suas primeiras postagens no fim de maio, no Instagram e no Facebook. A estreia do projeto foi com a imagem sorridente de Yanca Costa, 19. Apesar de ser a surfista mais bem colocada no ranking nacional, a cearense está sem patrocínio, mesmo depois de ganhar a primeira etapa do campeonato brasileiro de 2019, em Ubatuba (SP). Yanca nem conseguiu participar da segunda etapa do circuito, em Itacaré (BA), por conta da falta de verba e só conseguiu se manter no campeonato porque o pai a apoia financeiramente.

Yanca Costa, a surfista mais bem colocada no ranking nacional, competindo, em 2017


Depois de levar a medalha de ouro no Canadá há quatro anos, brasileiro vence a mesma prova no Peru. Vagner Souta fica com o bronze no K1 1000m, assim como Ana Paula Vergutz no K1 1500m.

Isaquias Queiroz com o ouro na prova C1 1000m na canoagem velocidade nos Jogos Pan-Americanos — Foto: Gabriel Fricke

Isaquias Queiroz garantiu nesta segunda-feira a medalha de ouro na categoria C1 1000m e repetiu o feito de Toronto 2015, quando conquistou o título na mesma prova. O tempo do brasileiro foi de 3m47s631, seguido pelo cubano Fernando Jorge (3m48s574) e pelo canadense Drew Hodges (3m58s454).

– A prova foi boa, acho que demorei para sair um pouquinho, depois fui para frente e nos 500m o cubano chegou, só que ele achou que podia se dar melhor na prova e começou a subir o ritmo igual a um louco. Mantive ali controlando meio bico atrás, e faltando quase 300m comecei a subir um pouco, e ele começou a sentir o cansaço e parou. Acredito que parou porque olhei e rapidamente ficou para trás, e depois controlei a prova e fui um pouco mais devagar, quer dizer, bem devagar para não mostrar o que tenho ainda, vou deixar guardado para o Mundial. Não quero que ninguém fique vendo como posso ir – disse Isaquias logo depois da vitória.

Dono de duas pratas e um bronze nos Jogos Olímpicos, Isaquias Queiroz conquistou sua quarta medalhas nos Jogos Pan-Americanos. Em sua primeira participação, em Toronto 2015, o atleta baiano já tinha conquista duas medalhas de ouro – C1 1000m e C1 200m e uma prata – no C2 1000m. Depois do ouro em Lima, Isaquias admitiu que ainda lamentava o ocorrido com o companheiro Erlon de Souza no C2 1000m – que ainda passa por exames em Lima. E ainda voltou para a água depois da prova para treinar.

– Estou animado, não vou falar que estou feliz, mas estou animado com a medalha. Queria sair mais feliz ainda em relação ao que a gente tinha feito de programação, mas é esporte, às vezes a gente ganha, às vezes a gente perde, às vezes tem uma decepção muito grande. Mas agora é voltar para o Brasil e se concentrar para o Mundial. Faltam cinco semanas para o Mundial e o foco total é pelo menos garantir a vaga para o Brasil nos Jogos Olímpicos (de Tóquio 2020), e depois trabalhar muito mais focado.(Globo Esporte)