Para as eleições de domingo (7), escolas municipais de Salvador e estaduais na capital e interior do estado terão aulas suspensas a partir de sexta-feira (5), quando as urnas vão começar a ser instaladas. As unidades de ensino serão cedidas ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para serem utilizadas como locais de votação. No caso das escolas estaduais, os alunos voltarão às salas de aula na terça-feira (9). Já nas unidades da rede municipal, as atividades para os estudantes serão normalizadas na segunda-feira (8).
O TRE-BA assegurou que a suspensão das aulas nas escolas estaduais, municipais e particulares que abrigam seções eleitorais não afetará o calendário escolar, que prevê o cumprimento dos 200 dias letivos, regulamentados pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB).
Na Bahia, 35.088 urnas serão preparadas para o 1º turno da eleição. Ainda não há previsão de quantos equipamentos serão utilizados no 2° turno. A lacração das urnas eletrônicas que serão usadas deve terminar nesta terça-feira (2). A inserção de informações sobre eleitores e candidatos nos equipamentos foi iniciada no dia 26 de setembro.

*Matéria reproduzida do G1


Apoiadores de Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) se juntaram nas redes sociais nesta quarta-feira (3) para pedir que os candidatos se unam em uma única chapa para disputar a presidência da República neste ano. A ação foi chamada de “Alcirina” (palavra que mistura uma sílaba de cada nome) e entrou para os Trending Topics (TTs), os tópicos mais comentados do Twitter, durante a tarde.

A campanha foi iniciada com um abaixo-assinado divulgado na web. O texto diz que “tempos extraordinários demandam medidas extraordinárias” e que o país caminha para “um cenário de segundo turno no qual ninguém sairá vencedor”, fazendo referência a uma possível disputa entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

“Não podemos arriscar ter o Brasil refém de governos que irão ampliar ainda mais a divisão e polarização do país (…). No entanto, um novo cenário é possível se nos organizarmos e colocarmos nossas diferenças de lado pelo bem do país”, diz o documento. “Fazemos um apelo para que os senhores e a senhora unifiquem os seus votos em uma única candidatura, sinalizando aos seus eleitores que votem no candidato escolhido”.

O abaixo-assinado sugere em seguida que, devido às mais recentes pesquisas de intenção de voto (que mostram Ciro como terceiro colocado), Alckmin e Marina devem apoiar a candidatura do pedetista. Em troca, ele incorporaria propostas de ambos em seu projeto. “No entanto, entendemos que, mais importante do que quem será o candidato, é a união dos senhores e da senhora na reta final das eleições”, finaliza. (Jovem Pan)


O candidato do PSL tem focado em impulsionar suas redes sociais e gravar transmissões ao vivo via Facebook
Um dos médicos que atende o candidato Jair Bolsonaro (PSL), o cirurgião Antônio Macedo, afirmou nesta quarta-feira (3) ter vetado a participação do candidato no debate que será realizado pela TV Globo com os presidenciáveis, nesta quinta-feira (04). Após visitar Bolsonaro em sua casa, no Rio de Janeiro, Macedo disse que o político ainda não tem condições de se submeter a situações de desgaste, como um debate na TV. O médico contou que o candidato estava predisposto a comparecer ao evento, mas que acatou a recomendação e seguirá sem agenda de compromissos por sete a dez dias. Uma nova avaliação será feita na semana que vem.
*Conteúdo reproduzido do UOL

Os eleitores que forem votar no próximo domingo (7) poderão usar o e-título, aplicativo de celular que traz a versão digital do título de eleitor impresso. O e-titulo contém as informações sobre a situação do eleitor e local de votação, e pode até substituir o documento com foto, para aquele eleitor que já fez o recadastramento biométrico.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o aplicativo está disponível para os aparelhos de celular e tablets que utilizam os sistemas operacionais iOS (iPhone) e Android.
Ao baixar o aplicativo e realizar a busca com o número do título de eleitor, o cidadão poderá ter acesso a informações sobre a zona eleitoral em que votará e sua situação cadastral em tempo real.
Conforme estatísticas do TSE, até agora só 6.319.161 eleitores baixaram o e-título, o que representa 4,3% do eleitorado.
Quem pode usar
Se o eleitor já tiver feito o recadastramento biométrico (cadastro das impressões digitais) junto à Justiça Eleitoral, a versão do e-título virá acompanhada da foto do eleitor. Assim, não é preciso levar documento com foto nem título de eleitor.
Caso o eleitor ainda não tenha feito o recadastramento biométrico, a versão do e-título não terá foto. Nesse caso, o eleitor não precisa levar o título, mas está obrigado a levar outro documento oficial com foto para se identificar ao mesário durante a votação.
O título de eleitor impresso continua valendo, mas ele exige a apresentação de um documento com foto (como RG ou carteira de motorista) para que a votação seja realizada.
Como usar
Após baixar o app no celular, basta inserir os dados pessoais exatamente como estão registrados no Cadastro Eleitoral. Se houver discordância, o sistema não validará o cadastro.
O e-título também permite ao eleitor emitir a certidão de quitação eleitoral e de crimes eleitorais. Essas certidões são emitidas por meio do QR Code, código que possibilita a leitura pelo próprio celular.
*Conteúdo do site G1

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 20 pedidos de registro de candidaturas avulsas à Presidência da República.

Desses postulantes, 18 não têm filiação partidária, o que contraria a previsão constitucional.No artigo 14, parágrafo 3º, inciso V, a Constituição impõe como uma das condições de elegibilidade a filiação partidária.

Dois dos que pleiteiam candidatura a presidente têm filiação partidária: João Antônio Ferreira Santos (PSC) e Valéria Meirelles Monteiro (PMN).

Casos
O PSC chegou a aprovar a candidatura de Paulo Rabello de Castro a presidente, mas depois decidiu se unir ao Podemos e apoiar Álvaro Dias. Rabello ficou como vice-presidente na chapa da coligação Pode/PRP/PSC/PTC.


A eleição de 2018 será a primeira com uma legislação específica que prevê o que os candidatos podem fazer e o que ilegal fazer nas redes sociais.  O uso do Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais são permitidos nas campanhas. Há, porém, limitações de práticas. O candidato pode, por exemplo, pagar para aumentar o alcance de postagens. É ilegal, porém, que um eleitor financie diretamente essas postagens. Elas só podem ser pagas pela candidatura e precisa estar registradas em prestações de contas.  Veja o que é permitido e o que é proibido nas redes sociais:
Candidaturas podem pagar para aumentar alcance de postagens nas redes sociais?
Sim, as candidaturas podem patrocinar e aumentar o alcance de publicações pagando para empresas de redes sociais, casos de Facebook, Twitter e Instagram. Com isso, conseguem atingir mais internautas. Por exemplo: um post sem pagamento alcança um percentual de usuários que varia e é determinado pelo Facebook. Se um candidato paga para impulsionar a publicação, a rede social amplifica esse alcance e o conteúdo é exibido para mais pessoas. Esse pagamento precisa ser declarado na prestação de contas da campanha. A rede social informa aos usuários que o post é patrocinado.


Nova pesquisa do instituto FSB Pesquisa, realizada a pedido do banco BTG Pactual, mostrou que os eleitores da candidatura do PT e do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) são os mais decididos em relação ao voto que pretendem concretizar no próximo dia 7 de outubro, data do primeiro turno das eleições. Seja o ex-prefeito Fernando Haddad ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o candidato petista, 80% dos que declaram voto nos dois dizem que essa posição “é definitiva”. No caso do capitão da reserva, esse índice é de 73%.

Intenção de voto
No cenário mais provável, sem Lula e com Haddad como candidato do PT, Bolsonaro mantém a liderança com 24% das intenções de voto, seguido por Marina Silva com 15%. Na sequência, empatados tecnicamente em terceiro aparecem Geraldo Alckmin, com 9%, Ciro Gomes, com 8% e Fernando Haddad, com 5%. O resultado é uma boa notícia para o postulante do PSDB, que vinha com dificuldade de aparecer em terceiro lugar nas simulações em que o ex-presidente não é citado.
Em crescimento, João Amoêdo (Novo) ultrapassa Alvaro Dias e é o próximo da lista, com 4%, seguido pelo senador do Podemos com 3%. Henrique Meirelles, Guilherme Boulos e Cabo Daciolo (Patriota) aparecem com 1%. Os demais não atingiram esse patamar e, somados, são 2%. Brancos, nulos e indecisos são 28%.