Os alunos convocados devem apresentar os documentos nas instituições de ensino sob o risco de perder o direito à bolsa.

O Ministério da Educação vai divulgar nesta segunda-feira (26) a segunda chamada do Programa Universidade Para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2017. Os alunos convocados devem apresentar os documentos nas instituições de ensino sob o risco de perder o direito à bolsa.

Ao todo, são oferecidas 147.492 bolsas, sendo 67.603 integrais e 79.889 parciais em instituições particulares de ensino superior. A seleção dos estudantes é feita a partir das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), levando em conta critérios socioeconômicos da família do estudante.


Alunos, pais, professores, coordenadores, supervisores e diretores das unidades escolares da rede municipal de Itacaré participaram nesta terça-feira, durante todo o dia, na Praça São Miguel, da Mostra Pedagógica onde foram apresentados trabalhos e ações desenvolvidas em sala de aula desde março desse ano. Promovido pela Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria de Educação, a Mostra Pedagógica teve como tema “O Eu em Construção – Identidade”, onde os estudantes, de diferentes séries e idades, tiveram a oportunidade de mostrar suas habilidades, seus conhecimentos e seu potencial artístico.


O Ministério da Educação liberou, na manhã desta sexta-feira (26), a consulta às vagas oferecidas no segundo semestre de 2017 pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, o Sisu reúne 51.913 vagas de graduação em 1.462 cursos de 63 instituições públicas de ensino superior. As inscrições começam na próxima segunda-feira (29) e vão até o dia 1º de junho. Para ter acesso às vagas, é necessário entrar no site do Sisu (http://sisu.mec.gov.br), e clicar no botão ‘pesquisar vagas’. É possível fazer buscas por curso, instituição ou município. Podem participar os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado e não tenham zerado na redação. Os estudantes podem escolher até duas opções de cursos. O sistema seleciona os aprovados segundo a nota do Enem, considerando os pesos específicos de cada vaga.


Eliete Santos Silva Anes, Professora de Língua Portuguesa no Instituto Municipal de Educação Paulo Ganem Souto, foi contemplada pelo Prêmio Nacional “Educador Nota Dez”, promovido pela Fundação Victor Civita e Fundação Roberto Marinho, que tem por finalidade destacar os melhores projetos elaborados por docentes em sala de aula.

O projeto da Professora Eliete foi feito no decorrer de três unidades, em que cada uma delas havia a exposição de um gênero textual (poema, crônica, história em quadrinhos e artigo de opinião). Após a exposição dos conteúdos, os alunos ficavam incumbidos de pesquisar sobre os estilos de gênero e desenvolver caderninhos onde faziam o relatório do que foi descoberto nas pesquisas e produziam seus próprios textos de acordo com cada gênero e suas características.

“Há três anos, tenho desenvolvido um projeto com a finalidade de incentivar os discentes do 8º e 9º ano ao habito da leitura. Pude utilizar dos momentos em classe, em que ministrava aulas da disciplina de Língua Portuguesa, para desenvolver atividades de leitura e interpretação de livros paradidáticos infanto-juvenis. No decurso dessas atividades, os alunos eram encorajados a fazer o reconto das histórias lidas, fazendo, assim, uma interação maior com os livros e desenvolvendo a habilidade de interpretar”.

15401076_1120711941361167_2544964153634226811_n“A culminância do projeto ocorreu com uma viajem à cidade de Ilhéus, onde fizemos um passeio cultural. Conhecemos a Casa de Jorge Amado, e ouvimos relatos sobre sua vida na cidade e sobre a produção das suas obras literárias. Pudemos, também, conhecer o Bataclan, antigo bar onde os coronéis se reuniam para tomar decisões sobre Ilhéus; aqui tivemos a grande experiência de ouvir o Senhor José Delmo, contador de histórias. Finalizamos o passeio indo à Fábrica de Chocolate, à Catedral de São Sebastião, ao Vesúvio e à praia do Cristo”, relatou Professora Eliete.

O projeto foi congratulado pela Fundação Victor Civita, com o Certificado de Educador Nota Dez, em 08 de agosto de 2016 após exposição do trabalho em sala de aula.

Agradecimentos da Professora Eliete – Agradeço em primeiro lugar a Deus por este reconhecimento, e divido esse prêmio com toda a equipe escolar em todos os segmentos: diretor, coordenação, funcionários, pais, alunos, meus colegas professores e Secretaria Municipal de Educação e de Transporte. Sem vocês nada disso seria possível.

Como é feito o processo de seleção dos trabalhos em todo país?

Planejamento: O professor planeja um projeto ou uma sequência de atividades;

Prática: Realiza o trabalho em sala de aula e registra o passo a passo;
Relato: Escreve um relato contando em detalhes como e o que os alunos aprenderam;
Inscrição: Lê o regulamento e faz a inscrição no site do prêmio, preenchendo todos os campos e anexando o relato do trabalho;
Primeira avaliação: O selecionador da disciplina ou área que você trabalha lê o relato com muita atenção;
Pedido de material: Se o selecionador tiver dúvidas sobre o seu trabalho, ele liga para você pedindo que envie os registros das atividades e as produções dos alunos. Mas fique atento, não envie os originais, somente cópias;
Chamada oral: Após analisar os registros e produções, o selecionador liga novamente perguntando detalhes do trabalho, em uma verdadeira chamada oral;
Avaliação coletiva: Os trabalhos pré-selecionados são avaliados pela coordenação pedagógica da Fundação Victor Civita, e pelos selecionadores das outras áreas;
Escolha final: Uma grande reunião de dois dias com toda a equipe ocorre em São Paulo para decidir quem são os 50 finalistas. Entre os 50 finalistas, são escolhidos os 10 vencedores. Fonte: Itacaré Informa.

Confira imagens passo a passo do projeto:

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O processo de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai se tornar mais difícil para quem quer pedir a isenção da taxa. De acordo com as mudanças no Enem 2017 anunciadas pelo Ministério da Educação na quinta-feira (9), os estudantes que têm direito à isenção por serem de famílias de baixa renda e que estejam cadastrados em sistemas de benefícios sociais do governo federal precisarão inserir mais documentos de identificação no sistema de inscrição do Enem. O MEC afirmou, em nota, que “a comprovação, a partir do Enem 2017, será mais completa”. De acordo com o ministro Mendonça Filho, o objetivo é combater a fraude. “Vamos combater a fraude, o uso indevido por parte de pessoas que, a rigor, têm renda elevada e não deveriam se utilizar desse mecanismo, destinado aos mais pobres. Teremos mais controle contra informações falsas, que pressupõem até o cometimento de crime.” De acordo com dados divulgados na tarde de quinta-feira, 77% dos inscritos no Enem 2016 não precisaram pagar a taxa de R$ 68 para fazer o exame. Dos 8,6 milhões de inscritos, só 2 milhões ficaram sem a isenção. Entre os isentos, a maior parte deles declararam se encaixar nos critérios de baixa renda exigidos no edital. De acordo com o MEC, o Enem 2017 vai usar quatro critérios para conceder isenção na taxa de inscrição:

Estudante da rede pública (no terceiro ano do ensino médio): em nota divulgada na quinta, o ministério afirmou que “seguirá concedendo a gratuidade para concluintes do ensino médio de escolas públicas”. De acordo com o edital do Enem 2016, essa gratuidade era conferida “automaticamente” no ato de inscrição. Ao informar seus dados, o candidato que estivesse “matriculado em qualquer modalidade de ensino em escola da rede pública, declarada ao Censo Escolar da Educação Básica”, recebia esse benefício.

Candidato que se encaixa na Lei 12.799/2013: Essa lei obrigada as instituições federais de ensino superior a conceder isenção de pagamento de taxas de inscrição em vestibulares a todas as pessoas que cumpram dois requisitos. O primeiro deles é ser de família com renda per capita de até um e meio salário mínimo. O segundo requisito é ter estudado em escola pública durante todo o ensino médio, ou ter estudado com bolsa integral em uma escola particular durante o ensino médio. O edital do Enem 2016 deixava claro que, para entrar neste critério, é preciso atender aos dois requisitos, e não apenas um deles.

Candidato com inscrição no CadÚnico: O Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) é um sistema do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS) de identificação das famílias brasileiras de baixa renda, que centraliza a informação das pessoas beneficiadas por programas sociais como o Bolsa Família. De acordo com o MEC, ao contrário do Enem 2016, neste ano os candidatos que estão inscritos no CadÚnico terão que inserir seu Número de Identificação Social (NIS) no sistema de inscrição do Enem. O NIS é o equivalente ao número do Programa de Integração Social (PIS) para beneficiários de programas sociais, e pode ser consultado em agências da Caixa Econômica Federal. Com o NIS, o sistema fará o cruzamento de dados e comprovará a situação socioeconômica da família. Neste caso, é considerado apto a receber a isenção o candidato de famílias com renda per capita de até meio salário mínimo, ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Candidato de baixa renda sem inscrição no CadÚnico: Até o ano passado, o MEC não exigia a comprovação de inscrição no CadÚnico para conceder a isenção da taxa do Enem. Para solicitar o benefício, o estudante de baixa renda precisava declarar e comprovar sua situação socioeconômica no ato da inscrição. Neste ano, porém, a presença no CadÚnico não é requisito obrigatório. O MEC afirmou que, “em situação excepcional, o participante poderá declarar que atende às condições do decreto e da lei que permitem a gratuidade”, como ocorria no ano passado. O decreto em questão é o de nº 6.135, de 26 de junho de 2007, que caracteriza, como baixa renda, a família com renda per capita de até meio salário mínimo, ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.


Discutir a importância da comunidade e de cada profissional como protagonista, co-autor e responsável pela qualidade da educação do município. Esse é o principal objetivo da Jornada Pedagógica 2017 da rede municipal de ensino de Itacaré, aberta na tarde segunda-feira (20) no Colégio Municipal Manoel Castro, pelo prefeito Antônio de Anízio e pela secretária de Educação Joselita Santana. O evento contou com a participação de secretários municipais, vereadores, trabalhadores em educação, estudantes e representantes da comunidade.

Já na abertura da Jornada Pedagógica foi realizada também a palestra com o tema Educação de Qualidade, com o professor Ney Campelo, da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, que abriu a reflexão sobre um novo olhar para a educação e com maneiras tornar o ambiente escolar ainda mais atrativo. Em seguida foi a vez do coffee break e o show com a cantora Brena Gonçalves, do The Voice Brasil, que chamou a atenção pela afinação e um repertório com clássicos da música popular brasileira.

O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, anunciou os investimentos que estão sendo feitos na educação no município e da responsabilidade que está tendo em administrar a cidade, com a valorização do servidor e de oferecer um ensino de qualidade. Também destacou que a jornada pedagógica é o momento de acolher e incentivar os profissionais da educação com ações que estimulem o seu potencial e suas perspectivas para educação municipal, além de oportunizar integração e troca de vivências. A jornada pedagógica, segundo o prefeito, serve ainda para construir conhecimentos pertinentes a sua prática e compilando os diversos saberes, possibilitando subsidiar e planejar ações a serem desenvolvidas no ano letivo de 2017;

Com o tema “Educação de Qualidade: Compromisso de Todos”, a Jornada Pedagógica prossegue até o dia 23, com uma série de atividades. De acordo com a programação, nesta terça-feira, nos turnos matutino e vespertino, estão previstas palestras sobre os mais diversos temas ligados à educação. No dia 22 acontecerão as oficinas com diferentes temáticas e voltadas para todos os profissionais da educação. No dia 23 as oficinas continuam, encerando com uma avaliação que consistirá na identificação de dificuldades e conquistas a partir das impressões de todos os participantes, servindo de base para reflexão e ação da equipe pedagógica responsável pela realização da jornada. Os profissionais receberão uma ficha, previamente elaborada, para registrar e expressar sua opinião. Assecom/Itacaré.


Estudantes que fizeram o último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e desejam disputar bolsas de estudo do Programa Universidade para Todos (Prouni) terão 43 opções de cursos superiores em faculdades de Itabuna e outras 25 opções em Ilhéus. No total, são 476 bolsas integrais e parciais, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). As inscrições para concorrer às vagas começaram hoje (31) e terminam no próximo dia 3.

As faculdades em Itabuna oferecem 327 bolsas integrais e 6 bolsas parciais pelo programa. Dentre as instituições com vagas pelo Prouni, estão a FTC e a Unime. Dentre os novos cursos oferecidos em Itabuna pelo Prouni, está Medicina Veterinária, na FTC, com 2 bolsas, ambas integrais.

Já em Ilhéus, as instituições particulares de ensino superior disponibilizam 69 bolsas integrais e 74 parciais. As opções são para aulas presenciais e a distância.

Administração e Direito são os cursos que oferecem mais bolsas pelo Prouni em Itabuna, com 31 e 30 vagas, respectivamente. Outras opções bastante concorridas e com bom número de bolsas são os cursos de Enfermagem (23), Engenharia Civil (22) e Psicologia (14).

As maiores ofertas de bolsas em faculdades de Ilhéus são para Enfermagem (15), Direito (14) e Administração (13). Dos cursos mais caros, Odontologia (Faculdade de Ilhéus) tem oferta de 4 bolsas, todas integrais. A mensalidade deste curso custa R$ 1.891,00, segundo informado pela instituição ao MEC.

CRITÉRIOS DO PROUNI

Para participar do Prouni, o estudante precisa ter obtido 450 pontos, na média, no Enem, e não ter zerado a prova de redação.

O candidato precisa, ainda, ter estudado o Ensino Médio em escola pública ou ter sido bolsista integral na rede particular. Pessoas com deficiência podem disputar bolsa, independente da escola em que tenha estudado.

Professores da rede pública e que estejam no exercício da profissão também podem concorrer, sem precisar comprovar renda.

RENDA

A renda bruta familiar mensal não pode ser superior a um salário mínimo e meio para bolsas integrais. Para disputar bolsa parcial, a renda não deve superar três salários mínimos. (Pimenta)