Completam nesta sexta-feira (2) os 153 dias que o brasileiro terá que trabalhar em média neste ano somente para pagar tributos. O cálculo é do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que assim como no ano passado estima que 41,80% de todo o rendimento ganho atualmente está sendo destinado a impostos, taxas e contribuições exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. Serão 5 meses e dois dias de trabalho cujos rendimentos serão destinados aos cofres públicos.


O maior programa de incentivo à aposentadoria da história do Banco do Brasil terminou na última sexta-feira. Os números impressionam: 9,4 mil empregados aceitaram ir para casa com a garantia de recebimento de 12 salários extras, o que custará R$ 1,4 bilhão à instituição, e de uma polpuda remuneração paga pela Previ, o fundo de pensão dos empregados do banco.
Pelas contas do presidente do BB, Paulo Rogério Caffarelli, quando todo esse processo estiver encerrado, a economia com a folha de salários será de R$ 2,3 bilhões por ano, quantia que subirá para quase R$ 3,1 bilhões se somada à redução de custos de R$ 750 milhões com o fechamento de mais 400 agências.
O maior desafio do BB, agora, será realocar 9,3 mil empregados que tiveram os cargos extintos por causa do enxugamento de postos de atendimento. Caffarelli garante que a meta é concluir a movimentação de pessoal até junho de 2017. Uma coisa é certa: nenhuma dessas pessoas terá reajuste de salário.

A Petrobras informou nesta terça-feira (8) que vai baixar novamente o preço dos combustíveis nas refinarias, para que fiquem mais alinhados com os preços no exterior. A gasolina ficará 3,1% mais barata, em média, e o óleo diesel, 10,4%. A mudança é no preço das refinarias, o que significa que o preço final para o consumidor pode não cair, necessariamente, na mesma proporção. A mudança entra em vigor à meia-noite desta terça-feira. Se esse reajuste for repassado ao consumidor integralmente, a gasolina pode cair 1,3% ou R$ 0,05 por litro e o diesel pode ficar 6,6% ou cerca de R$ 0,20 por litro mais barato, calcula a estatal. A última baixa nos preços para as refinarias havia sido anunciada em 14 de outubro. Porém, em muitos Estados os preços nas bombas subiram em vez de cair. Um dos motivos foi a alta do preço do álcool anidro, adicionado à gasolina e que representa 27% do combustível.


A Petrobras deve anunciar até o fim do ano uma redução no preço da gasolina. A intenção é anunciar a medida junto com uma nova política de preços para os combustíveis, cujo critério será o alinhamento do preço praticado no Brasil com os do mercado internacional. Atualmente, a gasolina comercializada no Brasil está até 30% mais cara que na média dos preços no exterior, de acordo com cálculos de economistas que acompanham esse mercado.

O último aumento nos preços dos combustíveis nas refinarias foi anunciado em setembro do ano passado: 6% para a gasolina e 4% para o diesel. Desde então, a Petrobras vem obtendo elevada margem de lucro com a venda de combustíveis, permitindo à empresa recuperar parte das perdas que teve no período em que o governo a obrigou a manter os preços artificialmente represados.

Política de preços
A nova política de preços para os combustíveis está sendo preparada pela diretoria da Petrobras. O princípio será a paridade com os preços internacionais. Se essa política for de fato adotada, os preços passarão a flutuar, para baixo ou para cima, de acordo com a variação do dólar e com a cotação do petróleo no mercado internacional.

A política de preços para os combustíveis que está em estudo na Petrobras se propõe a ser transparente. A intenção é atrair parcerias para investimentos no refino de petróleo, hoje praticamente um monopólio estatal. Essas parcerias poderiam envolver tanto as refinarias já em operação quanto os projetos ainda não concluídos.
Com uma política de preços transparente e investidores privados em parceria, a direção da Petrobras acredita que não haveria mais espaço para manipulação de preços pelo governo – os preços passariam a ser regulados exclusivamente pelo mercado. (G1)


Começa a valer a partir de hoje (01/09) o reajuste médio de 9% no preço do botijão do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), usado nas residências como gás de cozinha.

O índice médio foi calculado pela Associação Brasiliense das Empresas de Gás (Abrasgás). Algumas revendedoras informaram que vão repassar o aumento aos poucos, de acordo com a chegada dos novos estoques com os valores atualizados.

A previsão é a de que até a primeira quinzena de setembro todas as lojas trabalhem com preços mais altos. O aumento ao consumidor final é reflexo da alta do preço do produto na cadeia produtiva. Durante o mês de agosto, as principais distribuidoras de gás no país – Ultragaz, Supergasbras, Nacional Gás, Copagás e Liquigás – enviaram comunicados para as revendedoras locais avisando do reajuste. (Verdinho de Itabuna)


Com mais apoiadores e empreendedores envolvidos, em sua 3ª edição, a Feira Praça (Grande Feira de Negócio de Itacaré), movimento e fomentou o comercio na última semana, com comercializações de diversos produtos em Barracas, entre eles: artesanatos, cosméticos, roupas, acessórios, bolsas e serviços. Além oficinas de arte infantil, desfile e musica ao vivo durante três dias na Praça São Miguel em Itacaré, centro da cidade.

“Alegria por ter encerrado o ciclo da 3ª Edição da Feira da Praça Itacaré com sucesso.E com o coração explodindo de felicidade nossos agradecimentos são a tantos, tantos que acreditaram, que apostaram, que deram a cara acreditando no nosso projeto. Começo pela Associação Colonos de Pancada Grande, através do parceiro de todos os momentos Bubu, a FTL com a pessoa de Soraia, nos ensinando a trabalhar com garra, humildade e perseverança, Prefeitura Municipal de Itacaré com a liberação de funcionamento e a todos os expositores que acreditam, incentivam e nos motivam todos os dias a continuar. Aos prefeituráveis que tiveram sensibilidade de enxergar que essa feira eh um projeto para Cidade e não para eleger esse ou aquele candidato. Nas famílias que nos prestigiaram, a todos nosso obrigado, até as próximas edições”. Organizadoras da Associação A.M.E.I (Associação das Mulheres Empreendedoras de Itacaré).

14074559_10154481442289184_1806297823_o

14139438_10154488452699184_1081581475_o

14075231_10154488449479184_691248362_o

14139042_10154488452904184_1264762696_o

14087221_10154488451394184_628580137_o

14087218_10154488450714184_1997999123_o

14087324_10154488450599184_1229902602_o

14087163_10154481441089184_539344879_o


Em Itabuna e Ilhéus, por exemplo, a redução chega a R$ 6. No início do mês o feijão de melhor qualidade chegou a ser vendido a R$ 14,30. Esse mesmo produto já é vendido a R$ 9,28 no sul da Bahia. Já o quilo de feijão do tipo “B”, que era vendido por R$ 12, é comercializado em Itacaré, Itabuna e Ilhéus por R$ 7,90.

O preço do feijão registrou queda também em municípios como: Itacaré, Coaraci, Itajuípe, Camacan, Buerarema, Ibicaraí, Canavieiras, Una e Uruçuca. Além da marca, os preços variam de um estabelecimento para outro.

Em Barreiras, que fica numa região produtora, o quilo de feijão registrou uma redução ainda maior. Caiu de R$ 15 para R$ 7. Mesmo com a redução, o feijão ainda está em média 40% mais caro que no início do ano. (A Região)