Moradores de diversos bairros e ruas de Apuarema manifestaram sua indignação com a falta de distribuição  d’água  no município. Segundo o blog Apuarema 24horas, os moradores colocaram fogo em pneus, entulhos e galhos de árvores na rua e pararam o trânsito na localidade. A população, que reclama do descaso por parte da Embasa, encontrou essa maneira de protestar e chamar a atenção pela falta  d’água , que afeta a cidade há mais de 08 dias. Ainda segundo o site, outro motivo que levou os moradores a protestar seria a falta de solução e o silêncio por parte da Embasa que até então não omitiu uma nota oficial. Já no final da tarde desta sexta-feira (15), os moradores interditaram um caminhão pipa que estava na cidade para abastecer os órgãos públicos, segundo informou o funcionário da embasa de Itamari. Fonte: Apuarema24h


Por conta da estiagem que abate Itabuna, no sul baiano, quem tem água para vender usa o líquido para outras necessidades. No município, pais de estudantes utilizam a água para pagar a mensalidade de escolas dos filhos. Segundo a TV Santa Cruz, uma diretora contou que pela dificuldade de abastecimento, o colégio aceitou que débitos fossem pagos com água. Ainda na cidade, há relato de moradores que ganham dinheiro com a venda do líquido, com encomendas feitas de manhã, de tarde e de noite. O município vive a pior crise hídrica da sua história. Empresários itabunenses se reúnem nesta terça-feira com dirigentes da Emasa, para discutir a crise no abastecimento de água, que também afeta o comércio e a indústria. Além da escassez, desde janeiro a cidade vem recebendo água com elevados índices de salinidade, que é imprópria para o consumo e vem causando danos a equipamentos como maquinas de lavar, chuveiros, bombas, etc. Uma das propostas e implantar um sistema de dessalinização, muito comum em países que utilizam água do mar. Técnicos da Emasa avaliam que diante da situação, o custo entre 1 e 2 dólares por metro cúbico (mil litros) de água não chega a ser tão elevado. (Giro em Ipiaú)


Os motoristas de carros-pipa que levam água para a cidade de Itabuna, na região sul da Bahia, paralisaram as atividades neste sábado (23), por alegarem que estão sem receber o pagamento pelos serviços. De acordo com o G1, os carros-pipa, que vêm de Rio de Contas, em Ubaitaba, abastecem 70 tanques colocados em bairros com os maiores problemas de falta d’água e são a única opção de água potável para alguns moradores, já que a cidade vive racionamento desde dezembro do ano passado por causa da estiagem prolongada, que secou os principais rios da região. O coordenador da Defesa Civil, Roberto Avelino, disse que o pagamento deverá ser feito até a sexta- feira (29). “A culpa não é da Defesa Civil Estadual, a culpa não é da Defesa Civil Municipal. É o sistema burocrático do banco. O banco precisa gerar os seus cartões para que eles possam receber. O recurso está na conta. Vão parar os carros-pipa, mas vamos pedir novos carros para que possa continuar a operação”, afirmou à reportagem.

Fonte: Giro em Ipiaú


Um dos cartões-postais do belíssimo distrito de Serra Grande, em Uruçuca, há 30km ao sul de Itacaré, vem provocando bastantes discussões nas redes sociais. O nível de água da Represa de Serra Grande praticamente zerou. Segundo informações a represa está assim para manutenção e limpeza, porém circula nas redes sociais um manifesto afirmando que o rio que abastece a represa, secou devido à falta de chuvas que assola a região. Manutenção ou não, o assunto vêm chamando a atenção e provocando muitas discussões na região.

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O nível de água em Ilhéus é crítico e a principal reserva, que fica no Iguape, zona norte da cidade, só tem capacidade para garantir o abastecimento na “Terra da Gabriela” por mais 60 dias. A lamentável notícia foi dada pelo gerente do escritório local da Embasa, José Lavigne, numa reunião do Conselho Municipal do Meio Ambiente. O evento aconteceu na semana passada.

Segundo Lavigne, a longa estiagem, que já dura oito meses, levou a Embasa a tomar uma drástica decisão: poupar a represa do Iguape e a do Rio do Engenho, para tentar manter o abastecimento, mesmo que precário, em toda a cidade. O bairro Pontal e parte do centro de Ilhéus são abastecidos, atualmente, com água do Rio Santana, que se mantém estável.

Por conta dessa seca, os bairros localizados nas partes altas, como a Conquista, e em locais distantes das estações, como Salobrinho, Banco da Vitória, Condomínios Morada do Porto e do Bosque, e a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), estão sendo abastecido em esquema de rodízio. O que significa dizer que enquanto um bairro estiver sendo abastecido, o outro ficará sem água.

(Foto de José Nazal com informação do Pimenta.Blog)