O governador Rui Costa estará nesta quarta-feira (25), em Ilhéus para visitar o canteiro de obras do Porto Sul. A ida do governador à cidade marca o início da primeira fase das obras, correspondente à construção de vias, instalação de sinalização, pontes, implantação de redes elétrica e de água, entre outros, viabilizando a etapa seguinte de construção e desenvolvimento da estrutura do empreendimento.

O novo terminal portuário, que vai ampliar o corredor logístico do estado, é uma realização do Governo da Bahia e da Bahia Mineração (Bamin), que estará representada na visita pelo presidente-diretor da empresa, Eduardo Ledsham. Também estarão presentes o presidente-diretor da Eurasian Resources Group (ERG), controladora da Bamin, Benedikt Sobotka, e o diretor nas Américas da ERG, Erik Gaustad.

O investimento total nas obras do Porto Sul é de R$ 2,5 bilhões. Esta fase vai criar 400 empregos diretos no pico da implantação, com a expectativa de geração de outros 1.200 empregos indiretos.


A Bahia recebeu o status de Zona Livre da Febre Aftosa, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), nos últimos 23 anos de forma consecutiva. Para dar continuidade aos resultados positivos, no domingo (1º), será iniciada a 2ª etapa de vacinação contra a doença em 2020, destinada a bovinos e bubalinos de até dois anos de idade.

Além de vacinar, o produtor deve declarar todo o rebanho para a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Para evitar aglomeração e tornar mais rápida a declaração da vacina, o produtor pode realizar o processo via internet, no site da Adab, e também nas lojas de revenda de produtos agrícolas e sindicatos rurais.

A meta é vacinar quase 3,3 milhões de animais na Bahia, nesta segunda etapa anual contra a Febre Aftosa. O produtor terá que declarar os animais de até dois anos, assim como as demais faixas etárias, e realizar a atualização dos dados cadastrais. A segunda etapa assume uma maior importância por se tratar de animais mais jovens, alguns ainda não receberam nenhuma dose de vacina e estão com o sistema imunológico em formação e, portanto, mais vulneráveis à doença.

Os pecuaristas que não vacinarem o rebanho durante o período da campanha e não fizerem a declaração ficarão impedidos de vender ou transportar o rebanho. Por isso, a orientação é não deixar para última hora, evitando a perda dos prazos. A Adab ressalta aos produtores a necessidade da vacina contra a Brucelose, que também é obrigatória.

O coordenador do Programa Nacional de Vigilância da Febre Aftosa da Adab, José Neder, destaca que apesar de a doença ter sido erradicada na Bahia no ano de 2001, a vacinação ainda é mantida. A próxima etapa do trabalho prevê a eliminação da vacinação em 2021.

“Pedimos a atenção dos produtores para podermos cumprir o calendário oficial do Ministério da Agricultura. Se obtivermos altas taxas de vacinação nessa etapa, juntamente com as duas etapas do próximo ano, receberemos a chancela e poderemos retirar em definitivo a vacinação contra a Febre Aftosa na Bahia, o que seria um marco para o setor produtivo”, explica José Neder.

Erradicação.

A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como os bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. Pode ser transmitida principalmente pelo contato dos animais sadios com animais doentes. O vírus pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas que entrem em contato com animais doentes.

A enfermidade provoca graves restrições sanitárias e comerciais ao estado e ao país, desvalorização no preço da arroba, desemprego no setor frigorífico e pode causar embargos comerciais a outros produtos, como o farelo de soja, frutas e exportação de carne de frango e suína, além de grande impacto social e econômico.

A vacinação contra a Febre Aftosa ganha atenção especial da Adabem territórios que não atingiram uma alta no índice vacinal durante a primeira etapa da campanha, em maio e junho (dois meses excepcionalmente por conta das dificuldades de logística em função da pandemia).

“A vacinação assistida, isto é, com a presença dos médicos veterinários e técnicos agrícolas da Adab em propriedades e visitas de orientação, vai acontecer nessa etapa que começa no próximo domingo”, informa o diretor de Defesa Sanitária Animal, Carlos Augusto Spínola.

Mas para seguir o protocolo sanitário, todos os cuidados para evitar a transmissão da Covid-19 deverão ser seguidos. “O distanciamento recomendado entre trabalhadores, servidores da ADAB e produtores nos currais durante o ato da vacinação deve ser de dois metros”, lembra o diretor-geral da agência, Maurício Bacelar.

A 1ª Etapa da Vacinação de 2020 atingiu 93,65% de imunização do rebanho de todas as faixas etárias, ou seja, cerca de 10 milhões de animais em 240 mil propriedades foram imunizados. “No entanto, a importância dessa segunda etapa é fundamental para garantir nossa caminhada para que em 2021 possamos nos tornar território livre da doença sem vacinação, o que vai possibilitar uma maior aceitação dos nossos animais e produtos nos mais exigentes mercados internacionais”, conclui Maurício.

Repórter: Tácio Santos, com informações da Ascom Adab/Foto: Divulgação/ Adab*


A juíza titular da 17ª Vara de Relações de Consumo de Salvador, Marielza Brandão Franco, deferiu liminar suspendendo a cobrança das contas de energia elétrica de hotéis, restaurante e bares da Bahia pelo período de 120 dias. A decisão, que vale para os meses de março a junho, ocorreu a pedido da Federação Baiana de Hospedagem e Alimentação do Estado da Bahia (FeBHA).

“É uma medida que beneficia 4 mil hotéis e 26 mil bares e restaurantes. A decisão da magistrada foi boa, mas o ponto principal ainda não foi julgado, que é a exclusão da cobrança da demanda contratada. A Coelba continua nos cobrando, mesmo o setor não estando utilizando o serviço”, disse Silvio Pessoa, presidente da FeBHA. “Esperamos que dentro de um mês, tenhamos uma posição favorável em relação a isso”.

Pessoa diz que o setor de turismo foi o primeiro a sofrer os impactos da pandemia do coronavírus e será a último a se recuperar. “Estamos na UTI”, diz, informando ainda que a entidade também entrou com ações contra a Embasa e os cartórios. Por meio de nota, a Coelba disse que é uma empresa regulada e que atende as recomendações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que apresentará recursos a essa liminar.


Mais de 140 mil eleitores baianos poderão perder seus títulos e, consequentemente, enfrentar uma série de prejuízos previstos pelo Código Eleitoral. O dado, apresentado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), refere-se ao quantitativo de cidadãos que ainda não responderam a convocação da Justiça Eleitoral, nas 39 cidades do estado que encerrarão a revisão biométrica na próxima quinta-feira (31/10). Para atender a esse público, cartórios eleitorais das 15 zonas envolvidas realizarão, neste fim de semana, o último plantão antes da data limite.

Para ser atendido, o eleitor deverá apresentar documento oficial de identificação com foto, comprovante de residência atual e o título de eleitor (se o tiver). Para homens com idade entre 18 e 45 anos que, além de fazer a biometria, vão solicitar o primeiro título de eleitor, é necessário levar também um documento que comprove a quitação junto a Justiça Militar. Os cidadãos dos municípios em fase de revisão cadastral que não atenderem a convocação da Justiça Eleitoral terão o título cancelado.

Conforme o Código Eleitoral, o cancelamento do título implica ainda em uma série de prejuízos, tais como: impossibilidade de obtenção de empréstimos em instituições públicas, dificuldade para tirar ou renovar o passaporte, não tomar posse em cargo / concurso público, ser impedido de renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, entre outros. *Correio


A Bahia ficou na segunda colocação nacional em crescimento do turismo, com 11% em maio, em comparação com o mesmo mês de 2108, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE. O resultado da Bahia é maior do que o dobro do nacional (5,1%), na mesma base de comparação. As variações positivas vieram do Ceará (13,0%), Bahia (11,0%) e São Paulo (8,4%). Em contrapartida, as principais unidades que puxaram o volume para baixo foram: Distrito Federal (-6,6%), Santa Catarina (-4,8%) e Paraná (-1,2%). Pinheiro lembrou ainda que pesquisa do Instituto Datafolha cravou a Bahia como o melhor destino turístico do país, e a capital baiana foi a única cidade brasileira a constar na lista anual do The New York Times, com os melhores lugares a serem visitados em 2019. Ascom/BA.


Foto: Site Camamu.net

Apesar de registrar aumento de 40% no fluxo de turistas, de 2017 para 2018, quando recebeu entre final de ano e Carnaval mais de 150 mil visitantes, a cidade de Camamu, Sul da Bahia, foi rebaixada de categoria pelo Ministério do Turismo em um ranking nacional que mede o desempenho econômico dos municípios brasileiros no setor. Fundado em 1562 às margens do Rio Acaraí, Camamu, com 36 mil habitantes, fica na Costa do Dendê e é porta de entrada para a Baía de Camamu, Taipu de Fora e Barra Grande (pertencentes a Maraú, cidade vizinha) e caiu da categoria C para a D, o que na prática significa direito a menos verba para eventos patrocinados pelo Ministério do Turismo. Já 17 cidades da Bahia registraram crescimento pelo setor, a exemplo de Lauro de Freitas, Mucugê, Santa Cruz Cabrália e Teixeira de Freitas.
O ranking que vai de A a E, apresentado em um ‘Mapa do Turismo’ que pode ser acessado online, mostra a Bahia com 150 cidades: 4 com classificação A – Salvador, Porto Seguro, Cairu (com Morro de São Paulo) e Mata de São João, com Praia do Forte – e as demais com B (19 cidades), C (31), D (85) e E (11 municípios). Segundo a portaria 39/2017 do Ministério do Turismo, somente municípios classificados entre A e D podem pleitear apoio a eventos geradores de fluxo turístico. Nas categorias A, B e C, o teto é de, respectivamente, R$ 800 mil, R$ 500 mil e R$ 400 mil, que têm de ser gastos em dois eventos que não ultrapassem a metade do teto. Cidades da categoria D recebem R$ 150 mil para um único evento. Além de Camamu, foram rebaixados para a categoria D os municípios de Amargosa, Dias D’Ávila, Maragogipe, Saubara e Simões Filho. *Com informações do CORREIO

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