O preço do petróleo chegou aos mais baixos patamares em 12 anos, ao mesmo tempo em que as ações da Petrobras sofrem forte desvalorização.
O jornal O Globo destaca que o preço de uma ação da estatal está valendo menos que um litro de gasolina em alguns municípios do país.
Segundo a publicação, no fim da tarde desta quarta-feira (20) os papéis preferenciais (PNs, sem direito a voto) da estatal caíam 7,51%, cotados a R$ 4,31, menor patamar desde agosto de 2003. Já os ordinários (ONs, com direito a voto) recuavam 6,01%, a R$ 5,78.
Enquanto isso, o preço do litro da gasolina era de até R$ 4,79.
Por exemplo, em Mangaratiba, na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro, o preço máximo da gasolina ao consumidor era R$ 4,79, e a tarifa média era de R$ 4,18, segundo levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) entre os dias 10 e 16 deste mês.

Já em Angra dos Reis, também na Costa Verde, a máxima era de R$ 4,72 e a média de R$ 4,25. No entanto, na cidade do Rio de Janeiro o preço máximo era encontrado pouco abaixo de uma ação da Petrobras, por R$ 4,19 e o valor médio era de R$ 3,88. No estado do Rio, o valor mais barato do litro da gasolina era encontrado em Petrópolis, na Região Serrana, a R$ 3,58 e o preço médio no município era de R$ 3,86.
Nas capitais brasileiras, o preço mais alto foi registrado em Salvador, com a máxima de R$ 4,25 e a média de R$ 3,71. Porto Alegre, no RS, tem o valor máximo de R$ 3,99 e tarifa média de 3,95; e Maceió com máxima de R$ 3,99 e valor médio de R$ 3,80. Em seguida está Aracaju com até R$ 3,97 e valor médio de R$ 3,75 e São Paulo com máxima de R$ 3,95 e média de R$ 3,49.
Ainda de acordo com o Globo, no estado de São Paulo a tarifa mais barata era encontrada em Guaratinguetá por R$ 3,23 e a média no município era de R$ 3,52. A capital com preço mais barato foi São Luísm com R$ 3,24 e média em R$ 3,46. Seguida por Florianópolis com R$ 3,27 e valor médio de R$ 3,50.

Troca de mensagens com o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, indicam que o presidente estadual do PMDB, Geddel Vieira Lima, atuou na Caixa Econômica Federal, – da qual foi vice-presidente entre 2011 e 2013 – na Secretaria da Aviação Civil da Presidência, e junto à prefeitura de Salvador para atender interesses da construtora. Segundo informações do jornal O Globo, Geddel também fez pedidos de recursos à empreiteira destinados a aliados no interior na Bahia e para sua candidatura ao Senado em 2014. Geddel também pediu emprego na empresa para um diretor da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), autarquia do Ministério da Integração Nacional, que havia sido demitido três meses antes. As mensagens aparecem em um relatório da Polícia Federal, encontradas em dois celulares apreendidos de Pinheiro, que foi preso na 7ª etapa da Operação Lava Jato. “Geddel aparece em algumas oportunidades solicitando valores para Léo Pinheiro, em especial relacionado ao termo ‘eleição’ e outros apoios. Já Léo Pinheiro demonstra ver em Geddel um agente político que pode ajudar na relação da OAS com órgãos e bancos (Caixa, por exemplo)”, diz a PF. Em um dos recados, em 19 de abril de 2013, o peemedebista trata da Transolímpica, via expressa em construção no Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos 2016. “Amigo, aquele assunto da Transolímpica, questão da trava domicilio/notificação da nossa parte tá solucionado. Mandei o pessoal enviar uma minuta e se concessionária der ok, já liberamos os 30 abs”, afirma Geddel, em mensagem reproduzida por Pinheiro a outro interlocutor. Geddel se defendeu das acusações durante uma entrevista à rádio Metrópole. “Com quem eu trocava mensagem? Com alguém que tinha cometido alguma coisa errada? Era um dos maiores empresários baianos e brasileiros. Não há nenhuma imoralidade em conversar com empreiteiro. Eu sou um agente público, era minha obrigação. Se você olhar as conversas, não tem nada de ilegal, nada de códigos, de apelidos. Falar com Leo Pinheiro, só porque está preso agora, tudo vira crime. Ele é meu amigo, não há absolutamente nada demais”, disse o peemedebista em entrevista à Metrópole FM.


Em entrevista ao Blog Pimenta, o secretário de Turismo de Ilhéus, o itabunense Josenaldo Cerqueira (PC do B), informou que o município de Ilhéus vai aplicar recursos próprios para realização do Carnaval antecipado, que será realizado nos dias 29, 30 e 31 deste mês, e custará 800 mil reais. Dentre as atrações confirmadas para os três dias de festa, estão cantores e grupos musicais baianos como, Durval Lelys, Jammil, Tatau (ex-Araketu), Neto LX, A Vingadora e Na Pegada da Lôra, que irão garantir a diversão dos nativos e turistas. Segundo o secretário, a programação ainda não está fechada. Faltando menos de 10 dias para o evento, a prefeitura de Ilhéus ainda espera mais “atrações de peso”, patrocinadas pelo governo do estado. Todo o dinheiro para a realização do festejo seria captado na rede privada, em parceria com a Bahiatursa.


A festa do padroeiro de São Sebastião ficou pequena para as milhares de pessoas que marcaram presença no primeiro dia na praça dos Quiosques, na última segunda-feira (18/01), que contou com as apresentações de Neto Azevedo além do sempre animado Sambão de Elite. O ponto alto da noite ficou para o show do cantor Binho Alves com seu arrocha romântico levando os casais presentes dançarem juntinhos a noite toda. Vale destacar a organização do evento que contou com o apoio da Prefeitura Municipal, produção da empresa Ramosimbora Produções do tenente Ramos, empresários da região e a segurança feita de responsabilidade da Polícia Militar. Para esta noite é esperado um número ainda maior de pessoas, uma vez que já está confirmado grandes atrações, como é o caso do cantor Kaio Oliveira, e seu famoso sucesso “CIGANA” e a Banda Na Pegada da Loura. Visando manter o brilho da festa haverá um reforço do efetivo da Polícia Militar e não será permitido o uso de copos e garrafas de vidro no circuito do evento. (Alessandro Granda / Ubaitaba Urgente).


Todo ano é a mesma coisa. Mal são anunciados pela Rede Globo, os participantes do “Big Brother Brasil” já começam a ter supostos vídeos íntimos compartilhados nas redes sociais. Este ano, a “sorteada” foi a jovem Munik Alves, de 19 anos.

A moça confessou ao site do programa que já gravou um vídeo íntimo e disse que as imagens podem vazar a qualquer momento na internet. “Se vazar alguma coisa, vai ser algo íntimo porque eu mandei para algum namorado”, desabafou a estudante. Foi dito e certo!

Agora, já circula no WhatsApp um vídeo onde uma mulher muito parecida com ela aparece mostrando os seios e se masturbando. A autenticidade da gravação não foi confirmada, mas os internautas juram que se trata da nova participante do reality show global. (Varela Notícias)


Após a saída da Empresa Controle Ambiental que prestava o serviço de coleta de lixo em Itacaré desde o inicio da Gestão Jarbas Barbosa. Nas ruas, os sacos de lixo já se acumulam em troncos de árvores, calçadas e até nos canteiros de praias e avenidas. O mau cheiro já é forte em alguns pontos da cidade, e segundo informações há ruas que estão sem coleta há três dias. Em vários pontos da cidade verdadeiras montanhas de lixo estão se formando. Os principais pontos denunciados por moradores são: Bairro da Passagem, Bairro Novo, Rua da Feira e nos arredores e em frente a praia da Concha, um dos principais e mais visitados cartões postais da cidade. As praias da Tiririca e Ribeira também vêm sofrendo com o acumulo de lixo, veja abaixo algumas fotos do lixo pela cidade.

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Nada de luxo ou compra por impulso. Agora o brasileiro está se endividando por causa da conta do supermercado. Uma pesquisa sobre crédito no país mostra que a alimentação se tornou a principal responsável pela inadimplência no fim do ano passado.

O brasileiro estava se virando, esvaziando o carrinho, parcelando o supermercado, mas não teve jeito. É a inflação. Os preços dos alimentos subiram e a renda do brasileiro não acompanhou da mesma forma. Mas o que mais dificultou o pagamento das dívidas no geral, segundo o estudo, foi o desemprego

Não tem nada de luxo. Pelo contrário. No carrinho só entram as coisas que a família está acostumada a comer. Ou nem isso mais. “Nossa, a gente corta o contra-filé, que não faltava na minha casa, agora é uma vez por semana”, diz a passadeira Conceição Bevilacqua.

Conceição não é a única e, mesmo assim, tem muita gente com dificuldade de pagar pela comida. Um levantamento do serviço central de proteção ao crédito mostrou que no último trimestre do ano passado, os gastos com alimentação foram os principais culpados pelas contas que os brasileiros não conseguiram pagar.

Ao todo, 18% das pessoas com dívidas disseram que esse foi o motivo da inadimplência. Vestuário e calçados também foram citados por 18% dos entrevistados. Em terceiro lugar, veio o pagamento de contas diversas.

O peso da alimentação entre os produtos que provocaram a inadimplência não mudou desde a última pesquisa. Já estava em 18%. Mas outros itens caíram. A compra de móveis e eletrodomésticos, por exemplo, caiu de 24% para 16%. Isso mostra que as famílias estão fazendo o dever de casa. Estão cortando os gastos onde dá para cortar. Mas no prato é mais difícil.

O valor médio de uma compra em um supermercado, em São Paulo, caiu de R$ 49 para R$ 42 no último ano. “Qualidade envolve muito, mas de repente eu acho que a gente também tem que experimentar outras marcas e não ficar a vida inteira em uma só”, diz a aposentada Silvia Francis.

“Eu procuro ver os preços melhores das coisas, substituir por outras marcas as mesmas coisas porque os preços estão altíssimos”, diz a cabeleireira Edinilza Soares.

Essa mudança de hábitos é clara para quem trabalha no supermercado mostrado na roportagem. O gerente diz que o cliente não consegue encher o carrinho como antes. “Ele já cortou o supérfluo, já diminuiu a quantidade, já trocou de marca, hoje ele está fazendo o quê? Pedindo para parcelar o cartão. Compra de R$ 50 pede para parcelar”, explica o gerente Antonio de Sousa.

O pedido do cliente é uma ordem para o gerente que quer vender. “Eu parcelo em duas vezes, parcelei”, diz a dona de casa Maria Izabel de Oliveira .

A loja divide qualquer valor em duas vezes sem juros. Muitas redes estão fazendo isso. Ajuda. Mas não é solução.

O levantamento do SCPC mostrou também que o principal motivo para a inadimplência na compra de qualquer produto é o desemprego. No terceiro trimestre, 35% dos entrevistados atrasaram o pagamento porque ficaram sem trabalho. No quarto trimestre, foram 41%. “O desemprego, ele normalmente já aparece como a principal causa, só que ele aumentou muito como causa da inadimplência, exatamente por causa do mercado de trabalho que está bem pior, isso mostra realmente uma dificuldade muito grande do consumidor para pagar as suas contas num momento em que a renda está diminuindo, o desemprego está aumentando e os preços também estão aumentando”, diz o economista Flávio Calife, da Boa Vista SCPC.

Depois do desemprego, o segundo motivo da inadimplência foi o descontrole financeiro, apontado por 23% dos entrevistados. (G1)